Vela de Ignição: Para Que Serve e Quando é Hora de Trocar

vela de ignicao

Se você pouco entende sobre mecânica de veículos, talvez não saiba o que é vela de ignição.

Caso seja o seu caso, o importante a saber é que essa é uma peça fundamental para o funcionamento do motor.

E isso vale tanto para automóveis quanto para motos.

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Então, para você fazer a sua parte e cuidar bem do seu veículo, apresentamos agora um artigo completo sobre a vela de ignição.

Você vai tirar suas dúvidas sobre a função da vela de ignição, para que serve a vela do carro e quais são os sintomas de velas de ignição ruins.

A propósito, como saber se a vela da moto está ruim? E a vela do carro?

Vamos descobrir tudo a partir de agora.

Também falaremos sobre os tipos de velas de ignição e suas principais características de funcionamento.

Além disso, ao longo da leitura, você vai saber quais são os defeitos mais comuns, quando é hora de trocar a peça e se é possível identificar qual é a melhor vela de ignição para o seu veículo.

Pronto para dominar esse assunto? Então, siga a leitura!

 

Para Que Serve a Vela de Ignição

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Você sabe para que servem as velas de ignição do seu carro?

Vamos começar pelo básico.

Para que serve a vela de ignição, afinal?

O seu papel é simples, mas muito importante. É ela quem fornece a centelha, também chamada de faísca elétrica, que é responsável por dar a partida no motor.

Isso, é claro, em motores a combustão, não elétricos.

Por essa razão, problemas na ignição podem estar diretamente relacionados à vela.

Ela precisa estar em boas condições, pois assim ajuda não apenas no desempenho do motor do veículo, como também pode influenciar no consumo de combustível.

Interessante, não é mesmo?

Então, vamos saber agora quais são os tipos de vela de ignição existentes.

 

Tipos e Características

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Quando se fala em tipos, há no mercado uma variedade de velas de ignição

É mesmo muito difícil citar todos os tipos de velas de ignição, pois cada fabricante pode apresentar um produto diferente e dar a ele um nome que acaba se popularizando não apenas comercialmente.

Entre os tipos, você vai encontrar a vela de ignição convencional, que é utilizada por motores com carburador, por exemplo.

Já veículos com injeção eletrônica podem usar as chamadas velas resistivas.

Entre as velas especiais, há a chamada vela de competição. Como o nome indica, é uma peça própria para motores com exigência de alto desempenho, como é próprio de corridas.

E quanto às suas características? Vamos falar agora sobre os itens que compõem uma vela de ignição.

Como Uma Vela De Ignição É Formada

Pegamos carona no site Motor S/A para apresentar os itens que foram uma vela de ignição. Veja só:

  • Pino terminal;

  • Isolador de cerâmica;

  • Castelo metálico;

  • Eletrodo central;

  • Calafetagem;

  • Ponta de eletrodo central e lateral.

Nenhum nome faz muito sentido para você?

Não se preocupe, pois vamos explicar.

Confira:

  • O pino terminal é onde a centelha é produzida;

  • O isolador de cerâmica ajuda na isolação elétrica e também melhora a dissipação térmica;

  • O castelo metálico tem como função abrandar os efeitos da corrosão e da oxidação;

  • O eletrodo central está introduzido na ponta de níquel;

  • A calafetagem tem como função diminuir o escape de gases, o que gera um grau térmico uniforme que ajuda no funcionamento da vela de ignição;

  • A ponta de eletrodo central e lateral é formada de níquel e tem como principal função diminuir o desgaste natural da vela de ignição e também a corrosão.

Bom, agora você já conhece as características da composição da vela de ignição.

Mas será que todo o tipo de vela é igual?

Todas As Velas São Iguais?

Todos os tipos de vela funcionam da mesma maneira, mas é um erro afirmar que todas as velas são iguais.

Ou seja, existem diferentes tipos de vela de ignição disponíveis no mercado.

Você já ouviu falar dos benefícios do uso das velas de ignição feitas de um material chamado de irídio?

De acordo com o site Quatro Rodas, as velas de irídio duram mais tempo do que as velas tradicionais.

Além disso, ela é muito mais eficiente na hora da queima do combustível.

Uma vela de ignição convencional pode ter o eletrodo central produzido a partir de diferentes materiais, como platina (Pt), cobre (Cu), irídio (Ir).

Podemos encontrar também velas de ignição que possuem quatro eletrodos.

É essa estrutura responsável por melhorar o desempenho do motor e também pelo menor consumo de combustível.

São os tipos de vela mais caros que as tradicionais, até porque duram mais tempo.

Como exemplo, a média de preço do jogo de velas de ignição de irídio neste site é de R$ 300.

Com relação às velas de ignição feitas a partir da platina e de irídio, percebe-se que sua durabilidade pode chegar até 100.000 quilômetros.

Além disso, as velas de ignição de platina e irídio são indicadas para motores que consomem gasolina de baixa qualidade.

Infelizmente, muitos postos de brasileiros vendem uma gasolina que fica aquém dos padrões que encontramos em outros países.

E o motorista não pode fazer nada sobre isso, além de ficar atento ao escolher o posto para abastecer que seja relativamente confiável e denunciar quando postos que agem incorretamente.

A vela de ignição feita de irídio se destaca das demais porque consegue manter quase a mesma qualidade até o momento que precisar ser trocada.

Não se esqueça de comprar a vela de ignição que combine com o seu carro.

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Mais informações sobre velas compatíveis com o modelo do seu veículo você encontra no manual do proprietário.

É sempre bom ter ele à mão.

Por isso, aconselhamos a carregar ele sempre junto no carro.

Um bom lugar para guardá-lo é o porta-luvas.

 

Como Funciona a Vela de Ignição

Podemos encontrar a vela de ignição tanto em carros e motos.

Veremos agora como funciona a vela de ignição em cada um desses veículos.

Em Carros

Nos automóveis, a vela de ignição é conectada à cabeça do cilindro do motor de combustão interna.

Calcula-se que a vela de ignição ganhe até 30 volts da bobina por meio do rotor do distribuidor.

Assim, “salta” dela uma centelha na câmara de combustão e ocorre uma explosão controlada entre a gasolina e o ar.

O pistão do veículo se afasta e o carro está pronto para pegar a estrada.

Simples, não é mesmo?

Em Motos

Motos não possuem o sistema de partida a frio.

Por causa disso, a vela de ignição precisa estar em ótimas condições para funcionar.

O terminal supressivo da moto tem como finalidade transportar a tensão pela bobina até a vela de ignição e evitar escape de corrente.

Dessa forma, precisa suportar temperaturas elevadíssimas para vedar o terminal e a vela de ignição.

É muito importante que o terminal supressivo esteja bem protegido, porque a moto entra em contato com a chuva, por exemplo, que pode prejudicar o funcionamento do motor.

Também é possível utilizar vela de ignição de irídio na moto.

Nesses casos, é estimado um aumento de potência no veículo entre 1% e 3%.

Também há melhor resposta na aceleração.

Seja qual for o tipo de vela usada na moto, é importante saber que ela se diferencia bastante do que se vê em um carro, por exemplo.

O sistema de ignição da moto funciona de forma menos carregada por causa da diminuição da tensão (volts).

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Além disso, ela exige ainda mais cuidados do que a peça do carro.

Isso ocorre porque a amperagem da bateria é menor em comparação com a dos automóveis.

De acordo com Hiromori Mori, técnico da Assistência Técnica da NGK, também é preciso estar atento para que a vela não fique encharcada de gasolina:

“Velas em bom estado podem evitar vários problemas, como dificuldade na partida do veículo, alto consumo de combustível, irregularidades no funcionamento, falhas durante retomadas e aumento dos níveis de emissões de poluentes”, afirma ele.

A dica é sempre ficar atento ao estado da vela de ignição.

Se ela estiver com um aspecto ruim, possivelmente deva ser substituída.

 

Quando Tempo Dura a Vela de Ignição

vela de ignicao quanto tempo dura
Saiba quanto tempo duram as velas de ignição

De acordo com o site Quatro Rodas, as velas de ignição possuem um prazo de validade que deve ser respeitado.

Mas será que o proprietário do veículo deve trocar a vela de ignição depois de determinado tempo ou quilometragem?

A resposta correta varia de acordo com o modelo do carro.

O importante é você ter sempre em mãos o manual do proprietário.

No documento, estão todas as informações sobre o funcionamento do veículo e a manutenção desta peça.

Alguns manuais determinam que a vela de ignição seja trocada quando o carro chega a determinada quilometragem.

Mas muita atenção: se você utiliza o carro com muita frequência, alguns manuais recomendam reduzir o tempo de substituição.

Por exemplo, imagine que você utilize o carro para ir ao trabalho de segunda a sexta-feira em São Paulo.

Quando você fica preso em um engarrafamento, o motor permanece ligado. E os engarrafamentos em São Paulo podem durar muito tempo.

Mesmo que o carro não esteja em movimento, a vela de ignição do veículo continua em funcionamento.

Em outras palavras, o carro não tem acréscimo de quilometragem, mas as velas estão se desgastando.

Agora imagine que o manual do proprietário recomende que a vela de ignição deva ser trocada após 20 mil quilômetros.

Se você usa o carro com grande frequência, é melhor substituir a vela de ignição em 10 mil ou 15 mil quilômetros rodados.

Quando é Hora de Trocar

De acordo com esta reportagem do site G1, a vela de ignição é uma das peças do motor que mais precisa de atenção por parte dos motoristas.

É muito importante saber identificar os sinais que o carro dá.

Isso ajuda a identificar quando a vela de ignição não está funcionando como deveria.

Veja algumas questões importantes a fazer nesse diagnóstico:

  • O seu carro parece que perde cada vez mais a potência?

  • Houve queda rendimento do motor?

  • Você tem a impressão que a gasolina dura cada vez menos?

  • Além disso, notou que o escapamento do veículo está emitindo poluentes em altos níveis?

Esses são alguns dos “sintomas” de que a vela de ignição precisa ser substituída.

 

Defeitos Mais Comuns

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Vamos agora falar de defeitos que são comuns em uma vela de ignição

É importante saber reconhecer os defeitos para providenciar a troca.

Desgaste da vela

De acordo com o site O Mecânico, a vela é um elemento fundamental do sistema de ignição do carro.

Como está constantemente em funcionamento, o desgaste dela é inevitável.

“A cada faísca, a vela sofre um pequeno desgaste nos eletrodos, aumentando a distância entre os mesmos e exigindo uma maior tensão de trabalho em todo o sistema de ignição. A consequência disso é uma deterioração do próprio componente, além de cabos e bobinas”, afirma novamente Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da NGK.

Em outras palavras, a vela de ignição pode causar problemas também em bobinas e cabos.

Flash over

Você já ouviu falar de um problema na vela de ignição chamado de flash over?

É um defeito muito comum.

O flash over acontece quando uma corrente elétrica atravessa a vela de ignição na parte externa.

O que acontece é que as velas e cabos acabam sendo danificados e precisam urgentemente de substituição.

Mas é possível evitar o flash over?

Sim, é possível.

Em entrevista ao site da revista Auto Esporte, Ricardo Namie, chefe da Assistência Técnica da NGK, afirma que é recomendável realizar a manutenção preventiva das velas e do cabo de ignição.

“Esta é a forma mais simples, segura e econômica de manter o motor do veículo e seus componentes em bom estado de conservação e o automóvel em pleno funcionamento”, diz.

A manutenção preventiva não deve ser aplicada somente no sistema de ignição do veículo.

Realize revisões periódicas em todo o veículo para assegurar a segurança e o melhor desempenho.

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Superaquecimento

Outro problema decorrente do desgaste da vela de ignição é o sobrecarregamento das funções das bobinas. Isso pode levar ao superaquecimento da vela de ignição.

O problema é causado quando o eletrodo central sofre um derretimento parcial.

Mas o que pode causar isso?

Inúmeros motivos, como válvulas com efeito, celas que foram instaladas de forma errada ou excesso de sujeira dentro da câmara de combustão.

Pode ocorrer também a corrosão dos eletrodos por causa do uso de combustível adulterado.

Mas não basta usar apenas uma vez o combustível “batizado” para que seja necessário trocar a vela de ignição.

O problema é quando você faz uso dessa gasolina de má qualidade por mais tempo.

A dica é sempre abastecer em postos de confiança.

Se você abasteceu o carro e o mesmo apresentou problemas, é possível que a gasolina tenha sido adulterada.

Carbonização seca

Outro problema que aflige os motoristas é a carbonização seca.

Ela ocorre quando uma fuligem seca e negra se entranha na cabeça da vela de ignição.

Podemos citar como fatores que podem causar a carbonização seca: utilização de combustível adulterado, sujeira no filtro de ar, injeção e carburador regulados de forma errada.

Carbonização oleosa

Também pode ocorrer a carbonização oleosa. Os efeitos são os mesmos da carbonização seca.

A única diferença é que os eletrodos ficam sujos de uma substância negra que também é oleosa.

Mecânicos consideram que a carbonização oleosa é mais danosa para o carro porque afeta o cabeçote do motor.

Nesse caso, será preciso fazer um serviço de retífica.

Resíduo de chumbo

Por fim, outro problema comum é o resíduo de chumbo.

A acumulação de manchas da cor amarela ao redor do isolador cerâmico é uma consequência direta da utilização de combustíveis adulterados.

O chumbo é uma substância que tem a capacidade de ser um condutor elétrico no momento em que é aquecido na câmara de combustão. E a consequência é diminuir a vida útil da vela de ignição porque gera falha na faísca.

Isso acontece principalmente ao trafegar em altas velocidades.

O problema é que o chumbo não pode apenas ser limpo, porque ele fica “grudado” na vela de ignição.

Nesse caso, a solução é substituí-la por uma nova.

Defeitos na vela de motos

De acordo com o site Moto.com.br, é possível apontar problemas que atingem com maior frequência as motos.

Mas quais os motivos para isso ter acontecido com a vela de ignição?

Possivelmente, o excesso de resíduos de ferro ocorreu em vista da qualidade do combustível utilizado e pela corrosão de peças que fazem parte do motor.

Resíduos de ferro:

Se os eletrodos e a vela de ignição estiverem com uma cor vermelho-alaranjada, se trata de resíduos de ferro.

Eletrodo central fundido:

Outro problema é o eletrodo central fundido.

O que pode ter causado isso?

São inúmeras possibilidades: defeitos nas válvulas e no distribuidor, gasolina de péssima qualidade, etc.

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E quais são os efeitos?

O motor da moto fica cada vez com menor potência e a ignição falha.

E como resolver o problema? Leve sua moto numa mecânica especializada para a verificação do motor, assim como do ponto de ignição.

Provavelmente será indicada a troca da vela de ignição.

Você já ouviu falar do eletrodo central e massa em estado fundido?

É muito fácil identificar esse problema específico. Olhe para os eletrodos. Se eles parecerem uma couve-flor, você descobriu qual é o problema.

O aspecto dos eletrodos foi alterado por substâncias que não são de fábrica.

Possivelmente, isso foi causado pelo combustível de péssima qualidade (uma causa recorrente em vários problemas com vela de ignição).

 

Onde Trocar a Vela de Ignição

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Antes de falarmos onde trocar, vamos explicar por que trocar

Você pode trocar a vela de ignição por defeito e também para melhor desempenho.

Afinal, com vimos antes, há benefícios em usar velas de ignição melhores.

Se as velas do seu carro estiverem muito desgastadas, a vela de ignição de irídio melhorará a partida do veículo, por exemplo, de forma imediata.

Mas muita atenção para não comprometer o funcionamento de seu veículo.

Nunca compre uma vela somente porque o preço é baixo.

Lembre que, às vezes, o barato sai caro.

Como o proprietário vai saber qual o tipo específico de vela de ignição indicado para o seu veículo?

É simples: basta olhar o que diz o manual do proprietário.

Qualquer dúvida, sempre consulte a “Bíblia” do carro e siga todas as recomendações para manter o bom funcionamento.

Além disso, se você substituí-la, não se esqueça de trocar também os cabos de vela.

O motivo é muito simples: com o uso constante, os cabos de vela podem se desgastar antes da vela de ignição.

A consequência é que tanto os cabos quanto a vela acabam contribuindo para o desgaste do sistema de ignição.

Busque Uma Mecânica Especializada

Para ter um diagnóstico correto do problema na vela de ignição, recomendamos que consulte mecânico especializado.

Se for necessário trocar a vela de ignição, o mecânico realizará o serviço de forma segura e eficiente.

Mas a mão de obra especializada tem o seu preço.

E sabemos que vivemos numa época de crise econômica que nos obriga a cada vez mais pensar duas vezes antes de gastar.

A substituição da vela de ignição não é uma tarefa complicada, ou seja, é possível o motorista fazer o serviço em casa.

Mas são necessários cuidados para não sofrer acidentes ou causar danos ao veículo.

Nunca troque a vela com o motor do veículo ligado, por exemplo.

Você poderá se machucar bastante.

Aliás, espere o motor esfriar para fazer a substituição da vela de ignição.

Também tome todo o cuidado possível para não estragar as roscas que fazem parte do bloco do motor.

Aqui vale a regra: o barato pode sair muito caro.

Então, tome cuidado e reflita bem antes de fazer uma substituição você mesmo.

 

Conclusão

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Avalie a qualidade e durabilidade de marcas ao trocar a vela de ignição do seu veículo

Vimos que o bom funcionamento do motor do carro e da moto depende da qualidade da vela de ignição.

Assim como todas as outras peças do veículo, a vela de ignição possui uma validade que deve ser respeitada. Portanto, não hesite em fazer a substituição quando for necessário.

Reiteramos que você leia com atenção o manual do proprietário para saber qual é o tempo de vida útil em média da vela de ignição de seu veículo.

Dessa forma, você poderá trocar a vela de ignição antes que ela comece a apresentar problemas que possam danificar o motor.

Analisamos também os vários defeitos que podem ocorrer na vela de ignição dos veículos, como carbonização oleosa e seca e o flash over.

É necessário ficar sempre atento aos sinais que o veículo dá sobre possíveis falhas. Por exemplo, quando ocorre excesso de consumo de combustível, o problema pode ser a vela de ignição.

Mas antes de ler este artigo você jamais ia imaginar, não é mesmo?

Por isso, recomendamos que você procure um mecânico de confiança se desconfiar de mau funcionamento da vela de ignição.

Ficou com alguma dúvida sobre este artigo? Entre em contato conosco!

Nós do Doutor Multas estamos sempre à disposição para ajudá-lo e sanar suas dúvidas.

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