Acelerador Eletrônico Vale a Pena? Veja as Vantagens e Desvantagens

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Acelerador eletrônico vale a pena? Veja as vantagens e desvantagens

Você já ouviu falar em acelerador eletrônico?

Está em busca de um carro que tenha essa tecnologia?

Acredite, é mais fácil do que você imagina dirigir um automóvel que controla a aceleração de forma automática.

Essa não é uma tecnologia distante dos carros brasileiros, embora não seja conhecida pelos motoristas em geral.

Por outro lado, quem conhece, aprova.

E isso acontece porque o acelerador eletrônico tem vantagens sobre o acessório tradicional, que funciona via cabos.

Mas, afinal, quais carros têm acelerador eletrônico?

Essa é uma questão que iremos abordar a partir de agora neste artigo.

Você vai conhecer o que é e como funciona o sensor de aceleração.

Também vai ver o que é verdade e o que é mito a respeito do delay (atraso) no acelerador eletrônico.

Será que o tempo de resposta após pisar no pedal é tão lento que isso afeta o desempenho?

É hora de tirar essa e outras dúvidas.

Esclarecerei, ainda, como funciona o potenciômetro e por que ele é tão importante para a tecnologia de aceleração eletrônica.

E, quando falarmos em desvantagens do sistema, confira em que momentos elas podem afetar o seu financeiro.

Acompanhe nosso artigo e mantenha-se bem informado e atualizado sobre as novidades no mercado automobilístico.

Boa leitura!

 

O Que é Acelerador Eletrônico (Drive by Wire)

Por incrível que pareça, muitos motoristas brasileiros buscam saber o que é o acelerador eletrônico.

No entanto, conhecer melhor o funcionamento do carro é muito importante para não ser pego desprevenido na estrada.

Na verdade, a caracterização do acelerador eletrônico é bastante simples.

Neste sistema, o chamado cabo convencional do acelerador é eliminado.

Assim, conforme você pisa no acelerador, a resposta se dá de forma eletrônica e não mais física, por cabos.

Conforme a montadora Volkswagen explica, esse é um sistema proativo, o qual “garante conforto ao dirigir, sem solavancos, com economia de combustível e menor emissão de poluentes.”

Dessa forma, estamos falando de uma evolução do acelerador.

E como tantas outras novidades automotivas, o acelerador eletrônico surgiu como uma tecnologia que não foi pensada para veículos de passeio, mas, sim, para carros de Fórmula 1.

Isso não é incomum.

Basta lembrar que os motores turbo também surgiram na Fórmula 1 e, hoje, são comuns nas estradas do Brasil, inclusive em carros que custam abaixo de R$ 50 mil.

O acelerador eletrônico recebe diferentes nomes, variando conforme o fabricante do automóvel.

A BMW denomina o acelerador eletrônico Throttle-by-wire. Já em carros Fiat, o acelerador eletrônico é indicado como Drive-by-wire. Nos veículos Volkswagen, o acelerador eletrônico é chamado EGÁS.

As nomenclaturas mudam, mas a função do acelerador eletrônico, em cada um, é a mesma.

Agora que você sabe do que se trata, explicarei como ele funciona.

 

Como Funciona o Acelerador Eletrônico

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Você sabe como funcionam os aceleradores eletrônicos?

É claro que um acelerador eletrônico tem diferenças em relação ao convencional, que se vale de cabos para responder à força empregada pelo motorista no pedal.

Mas, no que eles se diferem, exatamente?

A versão eletrônica conta com um componente fundamental, chamado potenciômetro.

O que ele faz é reconhecer a posição do acelerador para, em seguida, enviar um sinal a uma central eletrônica.

É ali, nesse centro de inteligência do carro, que o sinal é cruzado com outras informações, incluindo a rotação do motor em movimento.

A partir do movimento, retorna um comando para o atuador eletrônico, que, por sua vez, abre o chamado corpo de borboletas, para que seja direcionada uma determinada quantidade de ar ao motor.

Por fim, temos a aceleração propriamente dita, e a transmissão da informação para as rodas.

Contudo, isso parece complicado demais. Será que não afeta o tempo de resposta?

De fato, o sistema de aceleração eletrônica é levemente mais lento, mas nada que seja perceptível pelo motorista.

O que pesa contra a tecnologia, na verdade, é o seu custo, especialmente no que se refere à manutenção.

O grande “problema” do acelerador eletrônico está no alto preço das peças para reposição e na exigência de mão de obra qualificada.

Se precisar de um reparo, talvez você tenha bastante trabalho para encontrar um mecânico que possa auxiliá-lo.

Além disso, quanto mais moderno for o carro, maiores serão os custos de manutenção.

E as manutenções devem ser, de certa forma, frequentes.

Neste artigo, Guilherme Lopes diz que o Drive by Wire necessita de uma revisão periódica para que seja limpo, “pois o acúmulo de sujeira e óleo faz com que gere alguns problemas, principalmente na marcha lenta”.

A revisão periódica é importante para que o motorista fique tranquilo na estrada.

Por isso, faça a revisão conforme a indicação do manual do proprietário.

No próximo tópico, explicarei qual a função do pedal do acelerador eletrônico. Então, siga a leitura.

Qual é a função do pedal do acelerador eletrônico?

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Todos estão acostumados ao uso do pedal do acelerador, mas você sabe a função dele?

Essa é uma curiosidade interessante, embora você já deva imaginar a resposta.

Conforme a pressão aplicada sobre o pedal, o motorista indica se deseja acelerar ou desacelerar e a velocidade com que deseja que isso aconteça.

Ou seja, não há diferenças, nesse item, em relação ao de um acelerador tradicional.

O site Kitest que produziu uma reportagem na qual testou o acelerador eletrônico, explica que o pedal possui duas pistas que informam seu posicionamento e têm como resposta um valor de tensão.

Assim, quanto mais o pedal é pressionado, maior deve ser o valor de tensão nas pistas.

O que muda entre os diferentes modelos são os valores de sincronização dos pedais.

Para entender melhor, vale falar do exemplo do “acelerador eletrônico nervoso”, assim chamado pelo site Dr. Carro para se referir ao SpeedPro, do Peugeot 207.

Sua configuração foi desenvolvida para melhorar o tempo de resposta do veículo ao comando do motorista.

Para explicar, vale lembrar que há um pequeno atraso entre o momento em que o condutor pisa no pedal até a efetiva aceleração ou desaceleração.

É exatamente isso que o SpeedPro evita.

O SpeedPro diminui este retardo e melhora sensivelmente as respostas do acelerador, antecipando o torque do motor e adiantando as retomadas de velocidade e aceleração, informa a publicação.

Dessa forma, o SpeedPro é defendido como uma boa escolha para os motoristas que querem ainda mais conforto na estrada.

Por falar em conforto, esta é uma das vantagens do acelerador eletrônico. Mas ainda há outras, como você verá no próximo tópico.

 

Vantagens do Acelerador Eletrônico

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O acelerador eletrônico é conhecido por oferecer maiores vantagens quando comparado ao tradicional

Se o acelerador eletrônico se tornou tão popular no Brasil e também no mercado de veículos dos Estados Unidos e da Europa, há boas razões para isso.

Várias publicações especializadas têm feito elogios à tecnologia, mesmo havendo o problema do atraso na resposta, como já comentei.

Este artigo da Widmen, por exemplo, elege seis vantagens principais.

Confira:

  • maior suavidade e controle nas acelerações
  • resposta mais ágil do motor
  • fim dos “trancos” ao tirar o pé do pedal
  • fim das vibrações com origem no motor
  • maior controle da chamada marcha lenta
  • economia de combustível(essa é uma ótima notícia)

Em outra reportagem, agora do site da revista Quatro Rodas, o destaque é para o fato de a tecnologia evitar o chamado “lugging”.

Mas o que é isso?

Segundo a publicação define, significa acelerar fundo com o motor em baixa rotação sem redução de marcha.

“Dessa maneira, não adianta pisar, pois a eletrônica modulará o sinal”, informa.

Mas as vantagens não acabam por aí.

Outro ponto muito importante é destacado pela Dinamicar Pneus em seu site.

A empresa relata que, se o motorista precisar retirar o pé do acelerador, o seu funcionamento eletrônico evita uma redução brusca que causa desconforto.

Assim, torna a desaceleração “um processo mais suave.”

Mas e na comparação com o acelerador a cabo, que é o modelo tradicional, há outros aspectos a destacar no eletrônico? Sim, há!

O acelerador a cabo reduz a capacidade de controle durante a aceleração.

Além disso, o desempenho pode acabar comprometido se houver alguma torção no cabo ou pressão excessiva.

E há, ainda, os trancos comuns quando o acelerador é submetido a movimentos rápidos para ganho de velocidade ou retirada do pedal.

Em outras palavras, o acelerador eletrônico é uma tecnologia que dá mais conforto e segurança ao carro.

Mas, infelizmente, nem tudo é perfeito no mundo da mecânica automotiva.

Além de todas as vantagens listada, há algumas desvantagens ao utilizar o acelerador eletrônico.

A seguir, você descobrirá mais sobre elas.

 

Desvantagens do Acelerador Eletrônico

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A maior desvantagem com os aceleradores eletrônicos é o gasto com a manutenção

Como vimos, o acelerador eletrônico possui um grande número de vantagens.

Mas toda a tecnologia tem um preço de compra e também um custo para manter o seu funcionamento.

E o acelerador eletrônico não é exceção.

Provavelmente, a maior desvantagem para o dono do veículo equipado com o acelerador eletrônico é o gasto com manutenção e a exigência de mão de obra especializada.

Por isso, procure sempre uma mecânica especializada e de qualidade para consertar ou revisar o seu carro.

O barato sai ainda mais caro, pode ter certeza.

Afinal, o sistema do acelerador é muito mais complexo do que o acelerador a cabo.

Mas o quão caro ele é?

Vamos utilizar, como exemplo, os valores do corpo de borboletas eletrônico, que é um componente do acelerador eletrônico.

Uma rápida busca pela internet nos retorna valores como R$ 477,00 ou R$ 522,00 pelo acessório.

É um preço que se paga também pela maior segurança, concorda?

Não dá para deixar seu carro na mão de qualquer profissional, tampouco se sujeitar a peças usadas, recauchutadas ou de origem duvidosa.

Procure o preço mais baixo, mas fique atento para a indicação de garantia para o produto.

No próximo tópico, darei um exemplo de como funciona o conserto de problemas no acelerador eletrônico, para você entender como esse procedimento acontece, na prática.

 

Como o Acelerador Eletrônico é Consertado?

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Saiba como o acelerador eletrônico deve ser arrumado

Vamos dar, agora, um exemplo real de como funciona o conserto de problemas no acelerador eletrônico.

No site Dicas de Mecânica, foi analisado um caso de defeito no sistema em um automóvel Fiat Uno.

O funcionamento do carro era normal, mas o motor perdeu a aceleração e, no painel, constatou-se o acendimento da luz da injeção eletrônica.

Nessas situações, um equipamento bastante utilizado pelas oficinas mecânicas especializadas é o scanner automotivo.

Nesse caso específico, o scanner automotivo mostrou os defeitos na memória de unidade.

O mecânico descobriu o defeito ao analisar o cabo conector, que estava com mal contato.

Ao ser realizada a troca, o problema já não mais existia.

“Este defeito pode parecer simples de se resolver, mas na maioria dos casos não damos a menor atenção para conectores e viramos todos os nossos esforços para peças mais complexas”, relata a publicação.

Fica a dica: procure uma oficina mecânica especializada e de confiança para não ser enganado na hora do conserto.

Um profissional que age com má fé poderia afirmar que é preciso comprar determinada peça, enquanto apenas a substituição do conector já resolveria o problema.

Porém, alguns problemas apresentados nos aceleradores podem vir direto de fábrica.

Nesse caso, é importante que você saiba como distingui-los. Por isso, leia a próxima seção.

Existem casos de defeito de fábrica de aceleradores?

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Confira abaixo as falhas de fábrica

É importante que você esteja ciente quanto ao fato de alguns problemas no acelerador virem direto de fábrica.

Para você ter uma ideia, houve um caso muito famoso envolvendo a Toyota, que registrou o maior número de vendas de carros em 2013.

Você conhece o caso?

Nesta reportagem do portal G1, de março de 2014, a notícia indica que a Toyota teria que pagar US$ 1,2 bilhão por problemas de acelerador nos EUA.

Observe que não estamos falando de uma multa qualquer.

No entanto, a Toyota admitiu que iludiu consumidores norte-americanos, omitindo e fazendo declarações enganosas sobre dois problemas de segurança, sendo que cada um deles causava um tipo de aceleração involuntária.

Como manda a lei, a montadora japonesa realizou o recall dos carros com defeito.

O recall também foi realizado no Brasil.

Com relação a defeitos de fábrica envolvendo o acelerador tradicional ou o elétrico, fique atento aos comunicados de recall nos meios de comunicação.

O recall envolve diretamente a segurança de todos os membros de sua família e é uma forma de proteger os consumidores de defeitos que são responsabilidade das montadoras.

Agora que você está munido de todas as informações técnicas necessárias sobre carros com acelerador eletrônico, acompanhe o próximo tópico para saber quais são os modelos disponíveis que apresentam esse mecanismo.

 

Quais Carros Têm Acelerador Eletrônico

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O carro Fiat Strada é um dos veículos com acelerador eletrônico no mercado

Você talvez tenha ouvido falar pouco sobre o acelerador eletrônico e, por isso, acredita que essa é uma tecnologia restrita a veículos vendidos fora do Brasil.

O mais surpreendente não é saber que o mercado nacional está recheado de opções e que esse acessório tem se tornado, cada vez mais, um item de série em carros fabricados por aqui.

O interessante é que talvez você já venha usufruindo dessa tecnologia sem saber.

Quer um exemplo?

Se você optar por comprar um carro da montadora Fiat, encontrará o acelerador eletrônico em modelos como Palio, Uno, Strada e Grand Siena.

Caso queira adquirir um automóvel com acelerador eletrônico, não será difícil encontrar opções.

Mas ao optar por comprar um carro usado ou mesmo seminovo, verifique se não existem problemas no acelerador eletrônico.

E sabemos que quanto maior for a quilometragem do veículo, maiores são as chances de desgaste de peças.

Como já avisamos, o sistema do acelerador eletrônico dos veículos necessita de mão de obra especializada em caso de problemas.

Imagine comprar um carro com defeitos no sistema de aceleração eletrônica?

Para evitar problemas, peça uma revisão geral antes de efetuar a aquisição.

No próximo tópico, abordarei um item de enorme importância para os motoristas que utilizam o sistema de aceleração elétrica: os cuidados de manutenção.

 

Cuidados com o Acelerador Eletrônico

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Existem cuidados imprescindíveis com os veículos com acelerador eletrônico

Assim como outros equipamentos do carro, o motorista precisa ter uma série de cuidados para não comprometer a eficiência e a durabilidade do acelerador eletrônico.

É uma regra de “ouro” dos proprietários de veículos: cuide da manutenção do carro para não gastar mais dinheiro no futuro.

Como vimos, o preço da mecânica especializada e o preço da substituição das peças são bem mais caros do que quando se trata do sistema de aceleração tradicional.

Todos os cuidados são bem-vindos para economizar, seja pouco ou muito.

Então, preste bastante atenção nas dicas a seguir.

Elas podem ser decisivas para evitar dores de cabeça desnecessárias e aproveitar da melhor forma possível a tecnologia do carro que você comprou.

Dessa forma, quais são os cuidados que todos os motoristas devem ter com relação ao acelerador eletrônico?

Antes de mais nada, fique atento aos sinais que o carro dá.

O acelerador eletrônico necessita de informações oriundas de sensores para perceber defeitos.

Mas quais são os sensores?

São inúmeros.

Veja a lista do site Dr. Carros:

  • Interruptores localizados nos pedais de embreagem e do freio
  • Sensor localizado no pedal do acelerador
  • Interruptor que fica na alavanca de marchas
  • Interruptor de marcha a ré
  • Sensor de velocidade
  • Sensor de posição da borboleta

Mas o que acontece quando ocorre uma falha no sensor?

A primeira reação é acender uma luz no painel, indicando que há problemas em algum item.

Segundo indica a publicação do Dr. Carros, também o corpo motorizado pode estar com alguma falha elétrica ou mecânica.

Se for o caso, somente a troca poderá resolver o problema.

Veja que não é indicada a realização de nenhum reparo no corpo, apenas a sua substituição.

Mas por que não deve ser feito nenhum reparo?

O motivo é simples.

Ao tentar consertar o problema, você pode causar outro ainda maior no sistema de aceleração eletrônica do carro.

Se você perceber qualquer indício de problemas no acelerador eletrônico, procure rapidamente uma mecânica especializada.

E vale repetir: especializada.

Não arrisque gastar em um serviço que pode colocar a sua segurança em risco e que não resolva o problema.

 

Conclusão

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Conforme o número de veículos com acelerador eletrônico aumenta, os preços tendem a baixar

Neste texto, falei sobre um acessório simples de entender, mas de um funcionamento não tão simplificado.

acelerador eletrônico supera com vantagens o equipamento tradicional, que funciona por meio de cabos.

Em razão disso, ele está presente em cada vez mais modelos de veículos. Talvez já esteja até mesmo no seu carro, sem que você tenha se dado conta disso.

Contar com essa tecnologia aumenta o conforto ao dirigir e ainda oferece maior segurança.

Quanto aos custos de manutenção, que hoje são altos, eles tendem a se tornar menos agressivos conforme o acelerador eletrônico se populariza.

Afinal, não custa lembrar que esse é um movimento natural do mercado.

À medida que mais automóveis fizerem uso dessa novidade e, dessa forma, aumente o número de peças, os preços tendem a cair.

Assim como ocorreu com o airbag e, principalmente, com os freios ABS, a indústria automobilística amplia a qualidade de seus modelos e o público logo cobra que ela seja estendida a mais carros.

A palavra de ordem é proporcionar aos proprietários de automóveis cada vez mais proteção e praticidade.

E o acelerador eletrônico se enquadra bem em ambas as categorias.

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