Pintura Automotiva: Como Fazer Pintura de Veículo Dentro da Lei?

Mudar a aparência do veículo é uma ideia que já passou pela cabeça da maioria dos proprietários de carros, motocicletas e até mesmo de veículos de carga.

Leia mais

No entanto, a alteração na aparência nem sempre é pensada por meio da mudança da cor do carro, que é uma das possibilidades de personalização.

Leia mais

Para utilizar os recursos de personalização da pintura automotiva, é necessário apenas seguir algumas regras, impostas pelo Código de Trânsito Brasileiro.

Leia mais

Essas regras referem-se às características com as quais o veículo foi registrado, como você poderá ver a seguir.

Leia mais

Além disso, se você estiver preocupado com os custos de transformar o seu carro por meio da pintura, saiba que existem várias formas de usar esse recurso como forma de personalização.

Leia mais

Você pode escolher, na realização da pintura, o quanto deseja cobrir do veículo, respeitando os limites impostos pelas leis, e o tipo de tinta a ser utilizado, por exemplo.

Leia mais

Assim, você poderá deixar seu veículo com uma aparência diferenciada e sem ter de arcar com custos maiores do que os que você estava esperando.

Leia mais

Neste artigo, apresentarei a você os tipos de pintura que podem ser aplicados a veículos e suas especificidades, as técnicas para realizar a pintura do seu carro, caso deseje fazer o serviço você mesmo, e também algumas dicas para conservar por mais tempo a pintura do veículo com uma boa aparência.

Leia mais

Você também ficará sabendo o que tem a ver a legislação de trânsito com a pintura do automóvel e quando a modificação da pintura pode constituir uma transgressão ao Código de Trânsito Brasileiro.

Leia mais

Tipos de Pintura Automotiva

Leia mais

Pintar o veículo não pede apenas a escolha da cor da tinta, mas o tipo de tinta a ser utilizado, o qual é distinguido a partir do efeito que gera.

Leia mais

O primeiro tipo de pintura que lhe apresentarei é a pintura sólida. O nome sólida não se refere a algo ligado à consistência da tinta aplicada, mas ao efeito que a pintura gera visualmente na lataria.

Leia mais

A pintura sólida é o tipo de pintura mais comum que se pode ver nos veículos e consiste nas cores que vemos nos carros, que podem ser, por exemplo, branca, preta, vermelha e até mesmo prata e dourada.

Leia mais

Você deve ter pensado que cores que lembram o metalizado não se encaixam na categoria de cores sólidas.

Leia mais

Contudo, o efeito metalizado não aparece apenas nas cores prata e dourada ou semelhantes, mas em todas as cores.

Leia mais

Para que o carro assuma a aparência metalizada, basta que seja utilizada a tinta para este fim.

Leia mais

As tintas que geram o efeito metalizado são elaboradas à base de alumínio. Por esse motivo, proporcionam maior efeito de brilho no veículo, já que há melhor reflexão da luz na lataria.

Leia mais

Por esse efeito diferenciado que a pintura metalizada causa no veículo, o carro pode ter um preço diferenciado no momento da compra em relação a um carro do mesmo modelo, mas com pintura sólida, como você poderá ver nos próximos tópicos.

Leia mais

Consequentemente, esse valor também é maior ao selecionar um serviço de pintura automotiva que seja realizado com tintas metalizadas.

Leia mais

O terceiro tipo de pintura é a perolizada. Pelo nome, você já deve imaginar que o efeito da tinta é o efeito perolado.

Leia mais

Porém, tintas que dão à lataria do veículo esse tipo de efeito são, de fato, compostas por uma pequena quantidade de pérola. A pérola é adicionada na tinta como mica, que é composta por pérola tratada e traz, ao pigmento, o efeito.

Leia mais

O diferencial da pintura perolizada em relação à metalizada ainda está no brilho, que é muito maior para um veículo pintado com tinta à base de pérola. Além do brilho, ainda é preciso falar do efeito multicor que a pintura perolizada traz ao veículo.

Leia mais

Um carro pintado com tinta perolizada, ao receber o efeito da luz, gera a impressão de ter sido pintado com mais de uma cor de tinta.

Leia mais

Certamente, a pintura perolizada é a de maior custo dos três tipos de pintura citados. Contudo, se você deseja dar um aspecto diferenciado em seu veículo, gerado pela cor que ele apresenta, vale a pena investir nesse tipo de pintura.

Leia mais

Como Fazer a Pintura Automotiva

Leia mais

Arriscar-se a fazer a pintura do veículo por conta própria, sem experiência alguma e sem saber o que é possível e o que não é possível pintar no seu carro, pode lhe trazer alguns prejuízos.

Leia mais

Assim, é essencial que alguns cuidados básicos sejam tomados e, se você não se sentir seguro para fazer a pintura sozinho, o indicado é que procure oficinas especializadas, principalmente se a pintura for em uma parte grande da lataria.

Leia mais

A pintura automotiva exige não somente cuidado com a cor escolhida, mas também com o ambiente onde a pintura será realizada e com a forma de aplicação da tinta.

Leia mais

Não é recomendado que se faça a pintura do veículo em ambientes abertos, por exemplo, pelo risco de partículas que circulam no ar entrarem em contato com a superfície da lataria, gerando irregularidades na superfície recém pintada.

Leia mais

Um ambiente fechado também não atende ao quesito local ideal para realização da pintura do carro. O ambiente, além de isolado, deve estar livre de entradas de ar com partículas de sujeira.

Leia mais

O ambiente de pintura, no entanto, deve receber ventilação, mas essa ventilação deve ser controlada para que, por ela, não entrem materiais que possam comprometer a pintura.

Leia mais

A preparação da lataria do veículo também exige cuidados, pois, entre uma pintura sobre tinta antiga e uma pintura nova, a preparação é diferente.

Leia mais

Se a pintura antiga estiver em más condições, o lixamento da lataria deve ser realizado. Nesse caso, não haverá pintura sobre a tinta antiga.

Leia mais

Quando for realizar o serviço de pintura do seu automóvel, você deve estar constantemente atento às irregularidades da lataria.

Leia mais

No momento da pintura, essas irregularidades devem estar reparadas para que não haja marcas de que a pintura foi refeita.

Leia mais

Assim, a tinta antiga deve ser retirada por completo para que a superfície possa estar regular e sem nenhuma marca.

Leia mais

Caso seja feita alguma reparação na lataria, também deve haver o cuidado para que a parte reconstruída não se destaque, pois a tinta não será capaz de esconder imperfeições desse tipo.

Leia mais

Após o lixamento e antes da aplicação da tinta, você deverá aplicar o primer para veículos, que prepara a lataria para receber a tinta.

Leia mais

Quando o primer já estiver seco, para tornar a superfície ainda mais lisa, recomenda-se que a lataria seja lixada novamente, tendo o cuidado para que o primer não seja retirado na hora do lixamento.

Leia mais

Nos casos em que a tinta nova for aplicada em cima da tinta antiga, é importante prestar bastante atenção à cor do veículo.

Leia mais

O ideal é que você procure o catálogo de cores do modelo do automóvel e veja a fórmula correta de diluição da tinta. Para que a tinta nova fique exatamente da mesma cor da antiga, a fórmula de diluição deve ser seguida exatamente conforme a indicação.

Leia mais

Para a aplicação, a superfície com a tinta antiga deve estar limpa, sem resíduos de óleos ou poeiras. A primeira camada de tinta a ser aplicada sobre a tinta antiga deve ser apenas úmida e, à medida que a tinta for secando e forem sendo observadas manchas, devem ser aplicadas outras mãos semiúmidas.

Leia mais

A distância a que a aplicação será feita, assim como a pressão do jato de tinta, também faz a diferença na qualidade da pintura.

Leia mais

Por isso, calcule a distância que você tomará do carro para fazer a aplicação para que a tinta não se perca no ar e também não fique mal espalhada.

Leia mais

E, além de todos os cuidados com a lataria do veículo, se você for pintar o seu carro, deverá também estar atento à sua proteção.

Leia mais

Para fazer a pintura, é necessário o uso de equipamentos que impeçam a aspiração da tinta e que protejam sua pele. Use, portanto, máscaras apropriadas para quem trabalha com esse tipo de produto, bem como vestimentas que impeçam o contato da tinta com a sua pele.

Leia mais

Como Conservar a Pintura do Automóvel?

Leia mais

Para que a durabilidade da pintura do veículo seja maior, é preciso que haja alguns cuidados com a lataria.

Leia mais

Além de evitar o contato com substâncias que podem provocar a descamação da tinta, tendo também o cuidado para não provocar arranhões em paredes ou outros obstáculos, é necessário realizar a manutenção da lataria.

Leia mais

Uma das formas de proteger a tinta do veículo é encerando a lataria. Se forem utilizadas ceras comerciais, será necessário repetir o processo dentro de um tempo mais curto.

Leia mais

Contudo, produtos profissionais podem garantir que o veículo não precise ser encerado dentro de seis meses, por exemplo, podendo ficar até um ano sem ter de passar por um novo enceramento.

Leia mais

Outra forma de conservar a pintura do automóvel é fazendo o polimento da lataria. Esse processo exige a contratação de profissionais, já que é feito com produtos específicos, que removem parte do verniz para aprimoramento do brilho da tinta.

Leia mais

Dessa forma, um profissional será capaz de identificar se é possível realizar o polimento do veículo sem retirar todo o verniz da pintura.

Leia mais

Uma terceira forma de manutenção da lataria é a vitrificação. A vitrificação é um processo de cobertura da tinta do automóvel com uma fina camada de partículas de vidro, visando à proteção.

Leia mais

Esse tipo de cuidado com a lataria é, dentre os três citados, o de maior custo, justamente pela eficácia com que é capaz de proteger a tinta, pela durabilidade e pelo efeito de embelezamento que adiciona à pintura do automóvel.

Leia mais

Além dos serviços de proteção à pintura do automóvel, evitar o uso de alguns produtos pode manter a tinta intacta por mais tempo.

Leia mais

Durante a lavagem, deve haver o cuidado para que não sejam aplicados produtos que removem o brilho ou até a própria tinta. Ao enviar seu veículo para lavagem, certifique-se de que são utilizados apenas produtos próprios para limpeza automotiva.

Leia mais

Se for fazer você mesmo a limpeza do carro, busque por produtos indicados para limpar e, ao mesmo tempo, não prejudicar nenhuma das partes do veículo.

Leia mais

A forma como a limpeza será feita também pode interferir na conservação da pintura do veículo. O uso de escovas, por exemplo, pode ser agressivo de modo a retirar o brilho da tinta e, se for feita continuamente, acabar retirando aos poucos a cor do carro.

Leia mais

Produtos que podem, ocasionalmente, cair sobre a lataria também podem prejudicar a pintura, como combustível, por exemplo. Perto da abertura do tanque do carro, há grandes chances de a tinta ser prejudicada se houver derramamento frequente ao abastecer o veículo.

Leia mais

Por fim, efeitos da luz do sol, de seivas de plantas, que podem entrar em contato com a lataria, e fezes de pássaros podem prejudicar a tinta. Não utilize produtos de limpeza agressivos nestes casos. Para retirar os dejetos, uma lavagem bem feita com produtos apropriados é capaz de resolver.

Leia mais

Quanto aos prejuízos causados pelos raios solares, estes podem ser evitados se o veículo não for lavado sob a luz do sol, estando com a lataria aquecida. Tal atitude pode contribuir para a redução do brilho do automóvel.

Leia mais

De modo geral, para que a durabilidade da tinta do seu automóvel seja maior, tanto em casos de pintura original como de repintura, deve haver o cuidado na frequência com que são feitos procedimentos de aprimoramento de brilho, como polimentos, e também a atenção a que tipos de produtos serão aplicados sobre a lataria.

Leia mais

Em casos de remoção de manchas, o ideal é que você não utilize produtos que não sejam específicos para limpeza veicular e evite atitudes como deixar o carro em lugares nos quais corra risco de ser atingido por dejetos que risquem a pintura ou por ações climáticas, como granizo, chuvas agressivas, sol forte ou neve.

Leia mais

O que Aponta a Lei sobre Pintura Veicular?

Como você já deve saber, ao adquirir um veículo e realizar seu registro junto aos órgãos de trânsito, as características visuais do carro também são inclusas no documento.

Leia mais

Dessa forma, realizar a pintura do seu carro em uma cor diferente da original ou da cor com a qual ele foi registrado não é uma tarefa muito simples.

Leia mais

Para que seja possível pintar o seu veículo com uma cor diferente da que há no registro, você terá de fazer um novo documento para o veículo, o que envolverá todos os custos e trabalhos necessários para a realização desse registro.

Leia mais

O Artigo 98 do Código de Trânsito Brasileiro indica que nenhum proprietário de veículo possui autorização para modificar qualquer característica de fábrica de um veículo sem que haja, antes, autorização de autoridades responsáveis.

Leia mais

Por isso, lembre-se que, ao mudar a cor, terá de incluir, no orçamento dedicado à pintura do carro, também os custos para renovar sua documentação.

Leia mais

A Resolução 292 do CONTRAN indica que será considerada alteração da cor do veículo a pintura ou o adesivamento de uma área superior a 50% da superfície do carro.

Leia mais

Conforme Artigo 230 do CTB, inciso VII, é considerado infração circular com cor ou característica do veículo alterada em relação ao registro.

Leia mais

Caso haja o flagrante de um veículo em circulação com a cor diferente do que consta na documentação, o motorista responsável pelo carro será penalizado com uma infração de classificação grave, recebendo uma multa no valor de R$195,23 e tendo 5 pontos adicionados à carteira de habilitação.

Leia mais

É Possível Reverter Multa por Pintura Veicular Indevida?

Leia mais

Como informei anteriormente, qualquer veículo flagrado pela fiscalização circulando com cor predominante em mais de 50% da lataria diferente do que está em registro descumpre normas impostas pelo CTB.

Leia mais

Andar com cor diferente do registro constitui infração grave, levando o motorista a ter de arcar com o valor da multa e com os pontos na carteira de habilitação.

Leia mais

Apesar da classificação grave para esse tipo de infração, é possível reverter a autuação e não ter de arcar com o valor da multa.

Leia mais

Quando você receber a notificação de autuação, ou quando ela for aplicada por flagrante em abordagem, caso você seja o proprietário do veículo e assine a notificação, poderá entrar com um recurso, contestando a infração registrada em seu nome.

Leia mais

A partir da data da autuação, ou do recebimento da notificação no endereço registrado no DETRAN, você terá entre 15 ou 30 dias para recorrer em defesa prévia, dependendo do estado em que a infração foi cometida. O prazo, contudo, estará especificado na notificação.

Leia mais

Na defesa prévia, você deverá enviar para o órgão responsável pelo registro da sua infração, também indicado na notificação, uma cópia do seu documento de habilitação, uma cópia do CRLV (licenciamento do veículo) e uma cópia da notificação de autuação.

Leia mais

Junto às cópias dos documentos, deverá enviar uma ficha com todos os seus dados e com os dados do veículo.  Além disso, deverá encaminhar o recurso, com argumentos fundamentados no que aponta a legislação de trânsito brasileira, indicando a sua infração como sendo passível de cancelamento.

Leia mais

O recurso em primeira instância é sempre enviado à JARI, que é a Junta Administrativa de Recurso de Infração, vinculada ao órgão administrativo de trânsito que autuou você.

Leia mais

Para recorrer em primeira instância, a documentação a ser enviada é exatamente a mesma, com exceção da cópia da notificação de autuação. Nessa etapa, deve ser enviada a cópia da notificação de penalidade, que você receberá após o indeferimento da defesa prévia.

Leia mais

Se você acabar perdendo o prazo para entrar com recurso em defesa prévia, você pode, mesmo assim, recorrer em primeira instância.

Leia mais

Em caso de haver um indeferimento no recurso enviado em primeira instância para a JARI, você poderá entrar com novo recurso em segunda instância, enviando-o, agora, para o CETRAN (Conselho Estadual de Trânsito).

Leia mais

Como você viu, embora não tenha entrado com a defesa prévia, você pode recorrer em primeira instância na JARI. Contudo, para recorrer em segunda instância, é preciso, antes, ter entrado com recurso em primeira instância e ter recebido um indeferimento.

Leia mais

Para recorrer em segunda instância, a mesma documentação enviada à JARI deve ser encaminhada ao CETRAN.

Leia mais

Tanto em primeira como em segunda instância, você terá um prazo de 30 dias para enviar o recurso. Em primeira instância, esse prazo começa a contar a partir da data da notificação de imposição de penalidade. Já na segunda etapa, o prazo corre a partir da data do indeferimento do recurso em primeira instância.

Leia mais

Se você receber um indeferimento em segunda instância, não haverá mais nenhuma etapa na qual possa recorrer administrativamente. Se desejar continuar contestando a infração registrada e a função da alteração da cor do seu veículo, terá de abrir uma ação judicial.

Leia mais

Mas se houver, em qualquer uma das etapas de recurso que citei para você, um deferimento, sua infração será cancelada, e você não terá mais de arcar com o valor da multa nem terá os pontos adicionados em sua CNH.

Leia mais

Conclusão

Leia mais

Neste artigo, você pôde conhecer um pouco mais sobre pintura automotiva, como fazer a pintura no seu carro, quais os tipos e como conservá-la.

Leia mais

Como você pode ver, existem diferentes tipos de tintas que podem ser utilizados na pintura do seu veículo para gerar diferentes efeitos na exposição à luz.

Leia mais

Cada tipo de tinta, no entanto, possui um custo e, na hora de pintar o seu carro, você poderá escolher qual deles atende melhor ao orçamento planejado para a pintura.

Leia mais

Você viu também algumas dicas sobre como realizar a pintura do seu carro, já que renovar a tinta do veículo não é um processo assim tão simples e pode causar danos na aparência se não for feito com o devido cuidado.

Leia mais

Apresentei a você também o que aponta a legislação sobre a cor do seu carro e quando modificar a tinta pode ser uma infração de trânsito. Como você pôde ver, pode modificar à vontade a cor do seu veículo, desde que, se for cobrir em mais da metade as características originais que constam no registro, deverá fazer um novo documento apontando a nova cor do carro.

Leia mais

Se desejar pintar apenas algumas partes, como forma de personalização, e não deseja fazer um novo registro do seu carro com uma cor nova, fique atento para que os detalhes a serem pintados não representem mais de 50% da cor predominante no automóvel.

Leia mais

Por meio das dicas que lhe apresentei, você pode decidir mais facilmente se deve ou não refazer a pintura do seu carro, sabendo como fazê-la para que o veículo esteja em acordo com o que aponta a legislação de trânsito. Além disso, agora, você está atualizado sobre as formas de manutenção da pintura, seja ela original ou repintada, para conservar, por mais tempo, a boa aparência do seu veículo.

Leia mais

Caso tenha alguma outra dúvida ou relato de experiência de pintura do seu veículo, deixe seu comentário.

Leia mais

Quer saber mais sobre modificações no veículo e tunning? Comente abaixo.

Leia mais

Se você gostou do conteúdo, compartilhe com seus amigos.

Leia mais

Referências:

Leia mais
  1. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503.htm
  2. https://infraestrutura.gov.br/images/Resolucoes/RESOLUCAO_CONTRAN_292.pdf
  3. https://quatrorodas.abril.com.br/auto-servico/pintura-solida-metalica-e-perolizada-qual-dura-mais/
  4. http://clubedasoficinas.com.br/2013/04/passo-a-passo-preparacao-para-repintura/
  5. https://quatrorodas.abril.com.br/auto-servico/polindo-a-verdade/
Leia mais

Gostou deste story?

Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!

Esta página foi gerada pelo plugin

Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!

Doutor Multas