Cores de Carros Fazem Diferença no Preço? Veja o Que Elas Podem Dizer Sobre Você

Consulte qualquer veículo pela placa em poucos minutos. Descubra AGORA: Chassi, renavam, proprietário e multas de um veículo:  Clique aqui e consulte agora.

Desde que os primeiros modelos e cores de carros foram criados, ao final do século XIX, são atribuídos aos veículos automotores valores não apenas pragmáticos, mas também emocionais.

Com isso, ao longo dos anos, e a cada novo modelo produzido, os carros mantiveram-se deixaram como um desejo da maioria dos cidadãos, mesmo com o advento da produção em série.

Sendo referência até hoje, quando citamos exemplos de linhas de produção, o empreendedor Henry Ford, sustentando um desejo de produzir automóvel barato e acessível ao cidadão comum, foi o responsável por revolucionar e inserir os carros na lista de desejos do consumidor.

Aplicando conceitos das mais diversas áreas, em 1913, a linha de produção da Ford foi desenvolvida, produzindo o Ford T, que seria, então, o modelo de carro precursor desse novo jeito de produzir.

Inserindo a fabricação em série, a fábrica da Ford possibilitou que a produção de um veículo fosse multiplicada por cinco, com o preço unitário caindo em 30%, já que a fabricação deixou de ser artesanal e acontecia em menos tempo.

A linha de montagem desenvolvida pela Ford é considerada, até hoje, uma inovação para a indústria automobilística, que, ao longo dos anos, foi criando mecanismos para que os veículos automotores não sejam vistos apenas como máquinas, mas também como uma extensão de seu proprietário.

Nesse sentido, as cores dos carros são determinantes.

Com a evolução dos modelos, não apenas marcas de carros tornaram-se parte do imaginário popular, mas também as cores dos veículos.

Quem, ao pensar em um carro sofisticado, não lembra automaticamente de uma Ferrari e sua cor vermelha?

Ou, então, ao pensar em um Jaguar, não vem logo a cor verde?

Neste artigo, apresentarei a você como as cores dos veículos tornaram-se um aspecto importante para a indústria automobilística.

Você também vai saber quais foram as cores que ditaram moda ao longo do século XX, período em que a indústria automobilística foi desenvolvida.

Também informarei o que a cor do seu pode dizer sobre a sua personalidade.

Por fim, você sabe qual a importância da cor do veículo na hora de revendê-lo? E, se você quiser mudar a cor do seu caro, isso é permitido pela legislação de trânsito brasileira?

Siga a leitura deste artigo e descubra como as cores podem ser uma referência visual sobre a sua personalidade como condutor.

 

Cores de Carros Em Diferentes Décadas

 

Com a criação do sistema de produção de Henry Ford, os automóveis fabricados tinham uma funcionalidade muito clara: transportar pessoas.

Com isso, não se pensava, por exemplo, em um sistema de gestão e técnicas de marketing que fosse utilizado para atrair os consumidores.

Estes valores começaram a ser utilizados apenas na década de 70, quando a empresa GM passou a fabricar os veículos ampliando o catálogo de cores, tomando da Ford o título de maior fabricante do mundo.

Mas até essas mudanças acontecerem, a indústria passou por muitas alterações. Veja como aconteceu esta transição ao longo dos anos.

Início do século XX até a década de 40

O modelo vermelho Jaguar SS 100 surgiu na década de 40 em meio aos carros pretos produzidos em série

Desde os primeiros carros produzidos até os fabricados na década de 40, a padronização era um elemento bastante importante nos meios de produção automotiva.

A cor preta predominava, principalmente nos modelos feitos para serem mais acessíveis aos condutores.

Isto porque, como informei anteriormente, a produção era em série, e a indústria tinha prazos para que a entrega fosse feita, e este deveria ser o mais breve possível. Sem perder a qualidade.

Na época, em decorrência dos pigmentos disponíveis, as outras cores não eram utilizadas, pois a secagem demorava mais tempo, o que atrasaria as outras fases da produção.

Além disso, a qualidade destes pigmentos não era boa, o que fazia, após um tempo de uso, com que houvesse o desbotamento da pintura do veículo.

Entretanto, o branco e o vermelho eram cores também utilizadas, mas o primeiro, apesar de ser popular desde aquela época, apresentava um ponto negativo: deixava o carro com aparência amarelada com facilidade.

Ao final da década de 40, no entanto, já era possível perceber que as tonalidades surgiam com força, principalmente nos veículos considerados de luxo.

É o caso do modelo de carro Jaguar, que, entre o final da década de 30 e início de 40, quando ainda não era uma marca, apenas um modelo de carro, lançou o Jaguar SS 100, na cor vermelha, como apresento na imagem acima.

 

 

Década de 50 e 60

Este período é marcado pelo final da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), que gerou à sociedade uma vontade de buscar, após os anos de conflito, mudanças, não apenas no campo político, mas também comportamentais.

Foi nesse período que surgiu a ideia do sonho americano, alimentando o desejo de uma vida melhor e, com isso, incentivando o crescimento do consumo, da classe média e do entretenimento.

Nesse período, os carros passaram a ser também não apenas um objeto de desejo, mas a representação da expansão financeira do individuo.

A década de 50 também foi marcada pela conquista do poder aquisitivo, já que muitas pessoas conquistaram suas casas próprias em regiões suburbanas das cidades.

Como esses lugares eram longe dos grandes centros, muitos se viram obrigados a adquirir um carro.

Nesse período, para o consumidor, o automóvel deveria ser grande e bonito, assim como chamativo. Portanto, os mais variados tons ganharam o mercado, até em decorrência do avanço da tecnologia e dos pigmentos.

Designers passaram a usar toda a sua criatividade, tornando o design dos veículos mais sofisticado e flexível.

Nessa época, as montadoras americanas utilizavam como atrativo para os consumidores justamente as novas cores de carros disponíveis no mercado.

Acabamentos em madeira eram muito comuns nestes veículos, tanto na parte interna quanto na externa, como é o caso do modelo Woody Wagons, da Ford.

Já nos anos 60, dois modelos bastante populares para o grande público foram popularizados: a Kombi e o Fusca.

A Kombi, inclusive, foi símbolo da contracultura, defendida pelos jovens da época, que customizavam seus veículos justamente com variadas cores para defender suas ideias revolucionárias.

A popularização destes dois modelos caracteriza bem a época e mostra como a sociedade estava dividida, pois, enquanto a Kombi que, para época, era um modelo bastante ostensivo, era adquirida pelos jovens, o Fusca, modelo mais simples e reduzido, era a preferência das famílias.

 

Anos 70 e 80

Na década de 70 os veículos remetiam ao futurismo e à tecnologia

Estas duas décadas, assim com os anos 50 e 60, também apresentam suas singularidades em relação aos modelos de carros e cores utilizadas nos veículos.

Os anos 70 foram marcados pelas cores psicodélicas, que remetiam ao futurismo e ao desejo de desenvolvimento tecnológico.

Modelos de carros em tons fortes e chamativos eram bastante buscados pelos compradores de veículos automotores.

Cores de carros metálicas também surgiram na época. Entretanto, por apresentarem problemas no momento de reparação, eram impopulares.

Nessa década, as fábricas de veículos construíam carros com bancos de veludo e acabamento acarpetado, para que os modelos chegassem a um nível de alto luxo.

A década de 70 também foi marcada pelo avanço do plástico e, com isso, a madeira foi perdendo o seu espaço, já que era um material mais caro.

Contudo, veículos exclusivos e direcionados ao luxo ainda mantiveram a madeira como elemento, mas agora de forma mais exclusiva.

Nesse período, com o aprimoramento da gestão e técnicas de marketing, empresas lançaram novos carros, ampliando o catálogo de cores, tornando-se a empresa GM um dos destaques nesse processo, ocupando o lugar da Ford, que, até então, era a maior fabricante de veículos automotores no mundo.

Essa troca representou também o declínio da produção em série, já que as empresas passaram a perceber que o consumidor almejava produtos de qualidade e diversos.

Com a chegada dos anos 80, modelos de carros simétricos, que apresentavam linhas retas e cores escuras, surgiram, juntamente com um novo conceito de produção, o toyotismo.

Esse método foi desenvolvido no Japão, e conquistou espaço no mercado automobilístico, principalmente porque os Estados Unidos da América, país sede da empresa Ford, passava por uma instabilidade econômica, causada pelo surgimento de novos concorrentes no mercado internacional.

A partir de então, a produção dos carros passou a ser enxuta, apresentando diversificações, que aconteciam por motivos de os fabricantes deixarem de concentrar as fases do processo de produção dos veículos nas fábricas, repassando a empresas especializadas.

Nessa década, as cores de veículos escuros ganharam destaque, como o caso do marrom e bege. Tons de vinho, azul e verde escuro também foram buscados pelos consumidores, que consideravam os consideravam tons de sofisticação.

O acabamento dos veículos, nos anos 80, também sofreu modificações, passando a ser feito de material polimérico e fazendo o vinil, utilizado até então, cair em desudo.

Anos 90 e 2000

 

Você que está lendo este artigo provavelmente conseguiria citar para mim ao menos um modelo em alta nesse período.

Isso porque, mesmo que você seja recém-habilitado, os veículos do final do século XX e início do século XXI estão em nosso imaginário, seja por lembranças de infância ou filmes que assistimos. E também porque alguns desses modelos ainda circulam pelas cidades, principalmente nos pequenos centros.

Os anos 90 foram marcados pela volta das cores alegres, oferecendo aos consumidores de veículos diferentes cores, que passaram a ser um diferencial competitivo.

Cores como o verde musgo, o azul marinho e tons de cinza eram bastante valorizados, até mesmo pelo fato de que tais cores que já pertenciam ao imaginário automobilístico, por representarem  marcas de veículos importantes, como falarei mais adiante.

Mas se você está pensando que os tons se resumiam às cores mais clássicas, saiba que não. Veículos na cor roxa, laranja, amarelo e verde limão também passaram a circular nos anos 90, apesar de não terem muitos adeptos, principalmente por dificultarem, posteriormente, a revenda do veículo.

As cores diferenciadas de veículos eram utilizadas, principalmente, em modelos esportivos, responsáveis por popularizarem cores chamativas em automóveis.

Com a consolidação do Japão como exponente industrial e a busca pela redução do desperdício, tão característico do toyotismo, o controle sobre os fluxos de componente e matéria-prima aumentou, enquanto os custos da produção foram reduzidos.

Entretanto, apenas 10 anos depois, com a chegada dos anos 2000, empresas passaram a enfrentar elevados custos de produção, já que a forte concorrência e a chegada da eletrônica se tornaram fatores interferentes no mercado de veículos automotores.

Com isso, as marcas não poderiam errar ao produzir um veículo, pois o retorno esperado deveria ser sempre positivo.

Dessa maneira, os anos 90, mesmo com as dificuldades de revenda, representaram a década dos carros coloridos, e, em contraposição, o ano 2000 foi a década monocromática.

Pela dificuldade de revender os veículos, os consumidores passaram a preferir cores neutras como os tons de cinza, dourado, preto e, principalmente, o prata.

Mas isso não significa que algumas cores deixaram de ser utilizadas pelas marcas de veículos, como é o caso do vermelho e o vinho, cores bastante utilizadas em modelos de carros esportivos até hoje.

Os anos 2000 também foram marcados pelo aumento da qualidade da produção de veículos, já que a indústria passou a fabricar carros utilizando plásticos mais agradáveis ao toque, por serem emborrachados.

Começava, então, o período de flexibilidade para o desenvolvimento de modelos de carros, o que permitiu aos designers maior liberdade de criação.

Dias atuais

É inegável que vivemos atualmente em tempos onde a tecnologia esta presente em todos os estágios da produção de um veículo, e com a pintura não é diferente.

Com uma sociedade que prima, cada vez mais, pela sustentabilidade, os meios de produção tiveram que se adequar a este novo consumidor que, ao mesmo tempo em que deseja adquirir um bem que é sonho de consumo de uma sociedade, também está preocupado em como irá mantê-lo sem prejudicar a sociedade e o meio ambiente.

É por isso que a cor branca, juntamente com a prata, são as cores mais vendidas atualmente.

Além de a sua manutenção ser mais prática e barata, já que a poeira não fica evidente no branco, essas cores representam a sofisticação e o luxo, valores atribuídos aos automóveis desde meados do século XX, como apresentei para você anteriormente.

Os modelos de carros atuais também remetem bastante aos modelos almejados na década de 70, quando a ideia de futurismo estava bastante latente no design dos veículos.

Lanternas e faróis de LED, iluminação interna e externa são alguns dos principais avanços atualmente, assim como a utilização de todas as cores e formatos quando o assunto são as luzes.

Mas claro, ainda são utilizadas as mais diferentes cores de carros, mesmo com as tonalidades mais discretas estando entre as preferidas.

A cor vermelha e azul, por exemplo, ainda fazem parte dos novos modelos da temporada, principalmente em carros esportivos e aventureiros.

Com certeza, alcançamos o visual futurista sonhado nas décadas passadas!

História e Tradição em Torno das Cores de Carros

 

Como informei para você, as cores de carros foram mudando a cada década, principalmente pela estrutura social de cada período histórico, assim como pela transformação do veículo automotor em objeto de consumo.

No início, quando a Ford criou o modelo de produção base, os carros todos tinham a cor preta, já que esta tinta possuía a vantagem de secar mais rápido que as outras cores.

Entretanto, a partir da década de 30, como informei acima, novas cores de carros começaram a surgir, e elas não foram escolhidas sem um propósito.

Acontece que, neste período, o automobilismo, ou seja, corridas de automóveis, começaram a ser praticadas, e, por isso, foram atribuídas regulamentações à prática.

Com isso, o Código Desportivo Internacional, responsável por ditar as regras destas corridas, determinou que as cores dos carros deveriam ser baseadas no país de origem do piloto, da equipe e do fabricante.

Por isso que, por exemplo, a Ferrari, empresa italiana, e, dentre as fábricas, precursora do automobilismo, utiliza a cor vermelha, que está presente na bandeira da Itália.

Outros clássicos também foram consolidados a partir dessa determinação, como o verde da marca Jaguar – British Racing Green, que significa verde britânico de corrida, utilizado apenas pelos pilotos e empresas inglesas.

Quanto à cor prata, passou a ser a cor que identifica a marca Mercedes quando, ao ser pesado para uma corrida, o modelo W25 da empresa excedia 1Kg do limite estabelecido para a marca.

Como solução, foi removida a tinta da carroceria, deixando à mostra o tom natural do alumínio.

Ainda, entre as cores de carros que foram consolidadas em detrimento do surgimento do automobilismo, está a cor azul, utilizado pela França, o amarelo, pela Bélgica e o branco, utilizado pela empresa alemã Porche.

Quais São as Cores de Carros Mais Valorizadas no Mercado?

 

Agora que você sabe como aconteceu o surgimento das cores de carros, assim como, quais tons ficaram popularmente conhecidos em decorrência do mercado automobilístico, talvez você tenha decido adquirir um novo veículo levando em conta a sua cor.

Entretanto, antes que você tome esta decisão, saiba que, para fazer esta escolha, sua decisão deverá levar em conta não apenas o seu gosto pessoal, mas também seu plano futuro em relação ao carro.

Isso porque, um dos critérios que se deve levar em conta ao adquirir um veículo automotor é a sua valorização no mercado, em caso de revenda.

Saiba que, mesmo modelos iguais, fabricados no mesmo ano, são valorizados pelo mercado de forma diferente por causa de sua cor.

Veja este infográfico que montei para que você entenda de maneira mais clara.

 

A influência das cores de carros em sua valorização no mercado acontece em decorrência da lei de demanda e oferta, assim como acontece com os demais bens de consumo.

Portanto, quanto maior a demanda, maior será a diferença entre o valor do carro zero-quilômetro e o do usado. Quanto menor a procura, maior a diferença de preço entre o mesmo modelo, sendo ele novo ou usado.

Esta dinâmica também é capaz de explicar o que acontece na valorização do modelo dependendo da cor do veículo, pois cores mais procuradas por compradores perdem menos valor do que os carros que são de cores mais rejeitadas.

No Brasil, assim como acontece no resto do mundo, as cores monocromáticas também fazem bastante sucesso.

O branco e o prata, conforme aponta o infográfico, são as cores de carros mais vendidas no Brasil, principalmente por não chamarem muita atenção enquanto o condutor está ao volante.

O preto, cor responsável por ter popularizado os veículos automotores no mercado, está em terceiro lugar, justamente pelo seu valor histórico e, porque não dizer, de encantamento.

Carros pretos são bastante procurados no mercado de vendas de veículos, o que os torna constantemente valorizados no mercado, fator determinante para a sua colocação no ranking.

Com isso, ao adquirir seu veículo, leve em consideração não apenas as funcionalidades que ele apresenta, assim como suas características físicas, mas também sua cor, pois ela poderá determinar se você conseguirá ou não vendê-lo quando desejar.

A Cor do Seu Carro Diz Muito Sobre Você

 

A relação entre o motorista e seu veículo automotor se transformou ao longo do tempo, mas nunca deixou de existir e, hoje em dia, não é diferente.

Quando as empresas, na metade do século XX, decidiram ousar e oferecer aos motoristas novas cores de veículos não era apenas porque houve uma evolução na tecnologia e o surgimento de novos pigmentos.

Elas tomaram esta decisão porque era preciso estreitar ainda mais os lanços entre o consumidor e o produto que estava sendo adquirido, já que o mercado passava a ser mais competitivo.

Dessa maneira, atribui-se bastante importância às cores dos veículos no que se refere ao reflexo de seus utilitários. Nesse período, a sociedade passava por mudanças históricas profundas, que afetavam diretamente a vida das pessoas.

O período pós-Segunda Guerra, por exemplo, foi marcado pela euforia e liberdade de ideias, tanto que movimentos artísticos foram plurais no século XX e com a chegada do mundo contemporâneo.

As cores, portanto, passaram a ser bastante utilizadas na produção de estímulos e mensagens visuais.

Você já deve ter percebido, por exemplo, que autoridades, normalmente, utilizam veículos na cor preta, não é verdade?

Isto acontece porque a cor remete à elegância e poder, valores esperados quando estamos falando sobre alguém que ocupa posição importante.

Já o branco é normalmente escolhido por condutores mais cuidadosos e perfeccionistas, que estão sempre atentos aos detalhes. Até porque, para manter um carro branco em perfeitas condições, é preciso muito cuidado, não é verdade.

Mas entre o preto e o branco, há uma infinidade de cores. Qual a cor do seu carro? Veja abaixo o que ela diz sobre você.

 

A empresa britânica Flexed realizou um estudo no qual constatou que as características apresentadas no infográfico acima podem ser comparadas, por exemplo, com a sua preferência de cor ao se vestir ou sua cor favorita.

A pesquisa também aponta que a cor, além de ditar a personalidade do motorista também reflete a sua conduta ao dirigir o veículo.

Além disso, de acordo com os britânicos, ainda que estas determinações em relação à personalidade dos motoristas não signifiquem algo exato, há muitas evidências de que o comportamento do condutor pode mudar de acordo com a cor do seu carro.

Conforme a Flexed, motoristas que conduzem carros brancos, por exemplo, por serem pessoas que gostam de uma vida simples, também são aquelas que são cautelosas ao volante, pois gostam de ostentar suas novas aquisições e mantê-las em bom estado.

Já os motoristas que escolhem carros vermelhos são mais propensos a dirigir mais rápido, pois acreditam que a cor os torna mais visíveis aos olhos dos outros motoristas, conferindo-lhes até uma falsa sensação de segurança.

A pesquisa também aponta que os carros pratas são menos propensos a se envolver em acidentes de trânsito e aqueles que escolhem a cor verde, por serem pessoas equilibradas, provavelmente, farão de tudo para fugir de um entroncamento rodoviário.

 

A Legislação Brasileira Permite a Troca da Cor do Veículo?

 

Agora que você já sabe como aconteceu a inserção das cores de veículos no mercado e o que cada cor diz sobre o seu proprietário, talvez você esteja pensando em trocar de veículo ou modificar o seu carro.

Pois saiba que, se você optar por modificar o seu veículo, não é possível fazer a modificação antes de avisar os órgãos responsáveis.

Isso porque, de acordo com a os órgãos de trânsito brasileiro, para que a mudança seja realizada, algumas regras precisam ser seguidas.

Conforme está determinado pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), são consideradas alterações de cor aquelas realizadas por meio de pinturas ou adesivamente, em área superior a 50% do automóvel.

Está também determinado pelo CTB que nenhum proprietário poderá realizar este tipo de alteração sem avisar os órgãos responsáveis, já que a mudança da cor do carro sem registro oficial constitui infração de trânsito, pois você estará modificando uma característica registrada de fábrica.

Para que possa realizar a mudança sem medo de ser autuado pela legislação, você deverá ir até o Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN) do município ou região que o seu veículo está registrado e informar as modificações.

Ao informar a mudança que deseja realizar, será preciso que você apresente, além de seus documentos de identificação, os de seu veículo, como o Certificado de Registro do Veículo e o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). Além disso, você também deverá solicitar o formulário de autorização prévia, para que modificação do automóvel aconteça.

Caso alguns desses documentos não estejam regulamentados, o órgão irá negar o seu pedido, pois é preciso que o veículo esteja em dia com suas tributações.

Após realizar as modificações, você deverá voltar ao DETRAN em posse dos documentos e da nota fiscal do serviço realizado, para que seja preenchido um novo Certificado de Registro do Veículo.

Outro fato muito importante é que você deve fazer a solicitação antes de realizar a troca de cor.

Muitos motoristas acabam se antecipando, o que poderá causar algumas dores de cabeça mais tarde, pois, se você for parado em uma blitz sem a autorização do DETRAN, será penalizado conforme estabelece a legislação.

Com segurança, é possível que você, assim como os jovens dos anos 70, possa customizar o seu veículo, para que ele represente não apenas as ideias que você defende, mas também seja responsável por apresentar você à sociedade.

 

Conclusão

Você acredita que a cor do seu carro é capaz de representar a sua personalidade?

Desde o início do século XX, quando a indústria de automóvel solidificou-se no mercado de consumo, o carro é um dos produtos mais almejados.

Neste artigo, apresentei para você como o mercado de automóveis sofreu modificações ao longo dos anos, sem deixar de manter uma relação próxima com os condutores.

Você também ficou sabendo que, ao escolher a cor do seu veículo, você está automaticamente comunicando ao mundo qual a sua personalidade e como os demais condutores irão enxergar você.

Também informei que, em caso de revenda, a cor do carro é determinante, pois o mercado estabelece que as tonalidades mais procuradas também são as mais valorizadas.

Por fim, você ficou sabendo que, caso queira realizar algum tipo de modificação no seu veículo em relação à cor, deverá informar ao DETRAN do seu estado, para poder continuar circulando de forma tranquila com o seu carro.

O que você achou deste artigo?

Deixe o seu comentário abaixo!

Consulte qualquer veículo pela placa em poucos segundos: Clique aqui e consulte agora.