Descubra Tudo Sobre Depreciação e Tempo de Vida Útil de Um Carro

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Você já deve saber que qualquer produto comprado perde valor comercial com o passar do tempo.

Com isso, não é novidade dizer que dificilmente conseguimos recuperar o valor exato que investimos no momento da compra de um produto quando decidimos revendê-lo.

Quando o assunto é compra e venda de veículos, a questão da depreciação é notável.

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É natural que, em algum momento, você queira ou precise trocar seu carro, e, normalmente, vender o veículo atual é o primeiro passo para a realização da troca de automóvel.

Por isso, prestar atenção a detalhes, como depreciação e vida útil do veículo, é primordial para que você não acabe perdendo dinheiro.

Pensando nisso, resolvi abordar esse tema na publicação de hoje.

Se você se interessou pelo assunto, não deixe de fazer a leitura deste artigo até o final.

 

O Que é a Depreciação de Um Veículo

Um veículo, assim como vários outros produtos que você compra, é um bem patrimonial.

Dessa forma, existem fatores determinantes para considerar o tempo em que ele irá funcionar corretamente.

A isso, damos o nome de vida útil.

No que se refere aos carros, esses fatores consistem em desgastes naturais ocasionados pelo uso.

Por conta disso, o carro acaba perdendo valor anualmente. No entanto, não é apenas isso que colabora para a depreciação do carro.

Outro fator que contribui para a perda de valor do automóvel é a concorrência.

Veículos concorrentes mais modernos são, obviamente, mais caros.

E a valorização desses carros é mais um dos fatores que faz com que o veículo perca valor comercial.

O que muitas vezes não nos damos conta é que, quando saímos com o carro da concessionária, ele já perde valor de venda.

Desse modo, mesmo que você queira revendê-lo em pouquíssimo tempo, ele já terá sofrido depreciação por não ser mais considerado zero quilômetro.

Quilometragem e ano de fabricação do carro também auxiliam na diminuição do valor do automóvel.

E isso até parece ser óbvio, visto que, quanto maior o tempo de uso do veículo, maior seu desgaste e, consequentemente, menor o seu valor.

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Mas você pode contribuir para uma menor desvalorização do seu carro.

Como?

Cuidando da conservação do seu automóvel.

Um veículo bem cuidado, sem arranhões ou amassados na lataria perderá menos valor do que veículos que apresentem estado de conservação inferior.

Outra atitude que você pode tomar para que seu carro sofra menos depreciação é pensar antes de realizar qualquer modificação nele.

Carros que sofreram modificações e, por isso, já não estão em sua forma original, tendem a perder mais valor no mercado.

Mas você sabe como é feito o cálculo de depreciação de um veículo?

Na próxima seção deste artigo, comentarei mais a respeito disso com você.

 

Como Calcular a Depreciação de Um Carro?

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Entenda como funciona o cálculo de depreciação de veículos

Você pode estar se perguntando como fazer para saber quanto seu veículo irá desvalorizar após alguns anos de uso.

Para que você consiga ter uma ideia disso, acho interessante pegar, como exemplo, o cálculo disponibilizado pelo site da Localiza Seminovos.

Para nossa simulação, vamos imaginar que você comprou um Fiat Mobi, atualmente, um dos carros 1.0 mais baratos do Brasil, e quer saber qual será a sua depreciação em 3 anos.

O valor aproximado desse automóvel é R$ 36.990,00.

Agora, vamos ao passo a passo para calcular a depreciação do veículo.

  1. Divida por 3 o valor do veículo: 36.990/3 = 12.330. Com isso, descobrimos o valor anual da depreciação.

  2. Agora, podemos dividir o valor do cálculo anterior por 12, para saber quanto o veículo desvalorizará a cada mês: 12.330/12 = 1.027,50.

Com isso, você pode ver que, aproximadamente, seu Fiat Mobi 2018 irá perder R$ 1.027,50 por mês.

O cálculo é bem simples, mas vale lembrar que você não deve levá-lo ao pé da letra, pois essa conta não determina a regra para a depreciação do veículo.

Isso porque não se deve desconsiderar todos os fatores já mencionados que influenciam na diminuição do valor do seu carro.

Além disso, o cálculo da depreciação é feito de algumas formas diferentes, pois existe o cálculo feito pela Receita Federal, pela Tabela Fipe e pela Avaliação do Veículo.

Sobre esses 3 tipos de cálculo de depreciação de um carro, comento na continuação deste artigo.

Cálculo pela Receita Federal

Ao contrário do que se pode pensar, não existe um único índice que indique a taxa de depreciação de um carro.

Um dos cálculos realizados para esse fim é estabelecido pela Receita Federal.

De acordo com tabela disponibilizada pelo site oficial da Receita, a porcentagem referente à taxa de depreciação anual do veículo varia conforme o tipo de veículo.

Para você ter uma ideia, as informações referentes à depreciação de veículos estão no capítulo 87 da tabela, o qual trata sobre “veículos automóveis, tratores, ciclos e outros veículos terrestres”.

Sobre a depreciação de carros, especificamente, é interessante destacar o que está escrito na tabela em questão:

“AUTOMÓVEIS DE PASSAGEIROS E OUTROS VEÍCULOS AUTOMÓVEIS PRINCIPALMENTE CONCEBIDOS PARA TRANSPORTE DE PESSOAS (EXCETO OS DA POSIÇÃO 8702), INCLUÍDOS OS VEÍCULOS DE USO MISTO (“STATION WAGONS”) E OS AUTOMÓVEIS DE CORRIDA”

A Receita Federal prevê prazo de vida útil de 5 anos para esses veículos e taxa de depreciação de 20% ao ano.

Cálculo pela Tabela Fipe

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Certamente, você já ouviu falar sobre a Tabela Fipe

A Tabela Fipe é a principal referência para a consulta de preços de veículos à venda no Brasil, sejam eles novos, seminovos ou usados.

Para isso, uma equipe de pesquisadores analisa o preço dos veículos em todo o território brasileiro para, dessa forma, determinar seu preço médio.

No cálculo, costuma-se desconsiderar os valores excessivamente altos e baixos, pois destoam do valor médio cobrado pela maior parte das concessionárias e revendas no Brasil.

Feito isso, os valores são disponibilizados no site da Fipe, para que qualquer pessoa possa consultar.

Para exemplificar como funciona a consulta, decidi pesquisar o valor de um Ford Fiesta Sedan 1.0 do ano de 2007.

Para isso, indiquei a marca do veículo no primeiro campo de pesquisa, o modelo no segundo campo e o ano no terceiro campo.

Clicando em “pesquisar”, obtive a resposta que, no mês de abril de 2018, o Ford Fiesta Sedan 1.0 2007 está avaliado em R$ 16. 804,00.

Como você pode ver, a consulta à Tabela Fipe é extremamente simples.

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Cálculo pela avaliação do veículo

O cálculo de depreciação pela avaliação do veículo, como o próprio nome já diz, ocorre a partir da avaliação feita do seu carro.

Além dos fatores já comentados neste artigo, tais como estado de conservação e ano de fabricação, outros critérios são utilizados na hora de avaliar o carro.

E dois deles são a marca e o modelo do automóvel.

Existem carros que sofrem menor desvalorização devido ao seu modelo.

Para dar um pequeno exemplo a você, cito o Chevrolet Onix e o Hyundai HB20, os quais, atualmente, são uns dos carros que sofrem menor depreciação no mercado nacional.

Dizer que o veículo sofre menor depreciação significa dizer, também, que será, provavelmente, mais fácil de vender no momento em que você quiser trocar seu automóvel.

 

Como Aumentar a Vida Útil do Carro?

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O veículo precisa passar pelas revisões e manutenções necessárias

Até agora, você viu que a vida útil do carro exerce grande influência no cálculo da depreciação sofrida pelo veículo.

Com isso, parece interessante pensar em como aumentar a vida útil do carro, de modo a evitar uma desvalorização excessiva e, também, o desgaste do veículo, fazendo com que você tenha que trocar seu automóvel com pouco tempo de uso.

Existem meios de prolongar a vida útil do veículo com algumas atitudes referentes à manutenção do carro e à condução do seu automóvel.

Por isso, fique atento a algumas dicas que separei para você e preserve a conservação do seu carro por mais tempo.

Quando compramos um carro 0 km, recebemos, com ele, um manual do proprietário, no qual estão várias indicações de uso do automóvel.

Dentre essas indicações, está o plano de manutenção preventiva. Esse plano é feito pela montadora e apresenta orientações, como periodicidade das revisões e troca de peças do carro.

Uma dica importante é, portanto, seguir as orientações do plano de manutenção preventiva, pois, como o próprio nome sugere, essas manutenções previnem que o veículo sofra danos maiores e, dessa forma, que você tenha de gastar além de o necessário com consertos.

Cuidar do motor do carro é essencial para seu bom funcionamento. Por isso, as dicas a seguir são muito importantes.

A primeira é trocar o óleo.

O óleo do motor lubrifica as peças, evitando atritos entre elas e, assim, seu desgaste.

Além disso, o óleo ajuda a resfriar o propulsor e a remover partículas microscópicas surgidas em função do desgaste das peças.

A segunda dica referente aos cuidados com o motor do carro é verificar com frequência o nível de água do radiador.

Isso é importante porque o radiador é responsável pelo sistema de arrefecimento do motor, ajudando, assim, a estabelecer a temperatura adequada no uso do propulsor.

Outra dica útil e fácil de seguir é calibrar frequentemente os pneus do automóvel.

Além de contribuir para a conservação dos pneus, um carro com a calibragem em dia gasta menos combustível.

Uma última dica que eu gostaria de deixar para você é, até mesmo, curiosa.

Talvez você não tenha parado para pensar nisso ainda, mas um veículo cuja limpeza esteja sempre em dia tem seu tempo de vida útil prolongado.

Você sabe por quê?

Porque a lavagem do carro elimina partículas que podem arranhar a lataria e, ainda, se houver uma boa higienização interna, as condições do interior do carro serão melhores.

Mas ainda que você tome todas as precauções e realize as revisões do carro sempre em dia, não significa que você irá permanecer com o mesmo veículo para sempre.

Em algum momento, poderá ser necessário trocar de carro, seja porque ele já não atende às suas necessidades ou porque sua vida útil chegou ao fim.

Mas você sabe qual é a hora certa para trocar de carro?

Sobre isso, leia no tópico a seguir.

Quando trocar de carro

Essa é uma dúvida frequente entre os proprietários de veículos.

Comprar um carro novo não é uma tarefa simples, pois envolve muitos fatores, e o que mais pesa na hora de tomar essa decisão é o financeiro.

Mas algo a ser considerado é até que ponto vale a pena seguir com um veículo antigo que já esteja apresentando necessidade de manutenção com maior frequência.

Nesse momento, você precisa analisar quanto está gastando para manter o veículo funcionando.

Se os gastos com manutenção do seu veículo estiverem na casa de 80% do valor de um carro novo ou seminovo, significa que sua vida útil já se esgotou e que vale mais a pena investir dinheiro na troca do automóvel.

Assim, pode ser que valha mais a pena vender o carro que você já possui, antes que seja tarde e você não consiga vendê-lo e, consequentemente, não consiga recuperar 1 centavo do valor investido quando ele foi comprado.

Leve em consideração trocar de carro, também, se o veículo sofrer algum dano.

Caso você sofra qualquer tipo de acidente com ele, tenha em mente a ideia de que sua vida útil será reduzida e, portanto, é interessante começar a pensar em trocá-lo.

Mas caso sua intenção não seja trocar de carro tão cedo, saiba que as manutenções são muito importantes não somente para que ele siga funcionando.

Um veículo que apresente problemas por falta de manutenção pode gerar multas para o condutor.

Por isso, leia com atenção o tópico a seguir para não se envolver em problemas de trânsito.

Multa por não submeter o veículo à manutenção

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O CTB prevê multas a quem conduzir veículos que apresentem defeitos

Agora, você já sabe algumas maneiras para aumentar a vida útil do seu automóvel.

Sabendo que, para isso, é necessário realizar frequentemente as devidas manutenções necessárias ao bom funcionamento do carro, estou seguro de que você não deixará de prestar atenção a esse ponto importante.

No entanto, é importante ressaltar que é preciso se preocupar com a manutenção do veículo não apenas para poder ficar mais tempo com o mesmo carro.

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) faz diversas previsões a respeito das normas para a condução de veículos e algumas delas se referem diretamente à conservação do automóvel.

Sabendo disso, e querendo alertá-lo sobre esse aspecto importante, resolvi comentar 3 pontos importantes da lei que rege o trânsito do país para você evitar receber uma multa por falta de manutenção.

Então, vamos a eles.

Falta de combustível:

Já aconteceu com você de estar no trânsito, indo rumo ao seu destino em seu carro e, de repente, ele para porque acabou o combustível?

Certamente, se você já passou por isso, não achou nem um pouco agradável a experiência.

Nesses casos, a única solução é procurar o posto de gasolina mais próximo para reabastecer o carro e “seguir viagem”.

Porém, pode acontecer de você ser flagrado, por algum agente fiscalizador, com o veículo parado na via por falta de combustível.

Nesse caso, você corre grande perigo de ser autuado.

Se isso acontecer com você, é possível que o agente embase a autuação de acordo com o artigo 180 do CTB.

Para entender o porquê disso, veja o que diz a lei.

“Art. 180. Ter seu veículo imobilizado na via por falta de combustível:

Infração – média;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo.”

O Código é claro quando estabelece multa e remoção do veículo em casos como esse.

Por ser considerada infração média, o valor da multa é R$ 130,16 e o condutor recebe 3 pontos em sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Seguindo com o exemplo apresentado acima, imagine que faltou combustível, mas você não entende como isso pode ter acontecido, já que o carro foi abastecido há pouco tempo.

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Aqui, entra a questão da importância da manutenção do veículo, pois vários problemas podem causar o vazamento de combustível.

Porém, é preciso saber que essa situação também pode fazer com que você seja multado.

Sobre isso, é interessante dar uma olhada no artigo 231 do CTB.

“Art. 231. Transitar com o veículo:

(…)

II – derramando, lançando ou arrastando sobre a via:

  1. a) carga que esteja transportando;
  2. b) combustível ou lubrificante que esteja utilizando;
  3. c) qualquer objeto que possa acarretar risco de acidente:

Infração – gravíssima;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – retenção do veículo para regularização;

(…)”

Observe o que diz na alínea b do inciso mencionado.

Fica claro que circular com veículo que esteja vazando combustível é infração de trânsito e gera, ao condutor, multa por infração gravíssima no valor de R$ 293,47.

Essa situação gera, ainda, 7 pontos na CNH do condutor e retenção do automóvel.

Luzes desreguladas:

O sistema de luzes do carro é um importante componente do veículo.

Isso porque as luzes contribuem de forma significativa para a manutenção da segurança, principalmente quando dirigimos à noite.

Assim, é importante que todo o sistema de iluminação do veículo esteja funcionando em perfeitas condições e, por esse motivo, o CTB prevê penalidade para quem conduzir veículo com luzes danificadas.

Portanto, destaco, abaixo, o artigo 223 do Código, para que você entenda com mais clareza o que estou falando.

“Art. 223. Transitar com o farol desregulado ou com o facho de luz alta de forma a perturbar a visão de outro condutor:

Infração – grave;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – retenção do veículo para regularização.”

Perceba que a infração, neste caso, é considerada grave.

Assim, a multa recebida renderá, ao condutor autuado, a dívida de R$ 195,23 e 5 pontos no documento de habilitação.

Buzina em desacordo com as normas:

Muitas vezes, o trânsito se torna estressante para muitos condutores por causa do intenso barulho nas vias.

Alguns motoristas contribuem para a produção da poluição sonora, ultrapassando os limites da utilização de determinados itens do veículo.

Um desses itens é a buzina.

Esse elemento tem a função de ajudar a alertar os demais usuários da via sobre alguma situação, mas não pode ser utilizado para atrapalhar o sossego ou a concentração de quem estiver por perto.

Pode ser que a buzina de seu veículo sofra algum dano e acabe saindo dos padrões determinados pela Resolução Nº 35 do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito).

Mais uma vez, a manutenção do veículo é muito importante, pois esse é mais um caso de infração previsto pelo CTB.

O artigo 227 do Código diz o seguinte:

“Art. 227. Usar buzina:

I – em situação que não a de simples toque breve como advertência ao pedestre ou a condutores de outros veículos;

II – prolongada e sucessivamente a qualquer pretexto;

III – entre as vinte e duas e as seis horas;

IV – em locais e horários proibidos pela sinalização;

V – em desacordo com os padrões e freqüências estabelecidas pelo CONTRAN:

Infração – leve;

Penalidade – multa.”

Repare no inciso V do referido artigo.

Veja que, nele, é possível visualizar o que afirmei anteriormente.

Assim, se você for flagrado utilizando buzina fora dos padrões do CONTRAN, receberá multa por infração leve, no valor de R$ 88,38.

Além disso, serão somados 3 pontos em sua CNH.

 

Como Recorrer de Multa por Falta de Manutenção?

Você acabou de ver alguns casos em que deixar de submeter o veículo às manutenções necessárias devido ao tempo de uso pode causar penalizações ao condutor.

No entanto, não esqueça de que é direito de todos os condutores recorrer e buscar a defesa da autuação.

Se você foi multado, existem 3 possibilidades de cancelar a multa e livrar-se das complicações financeiras e dos pontos na CNH.

Veja, abaixo, quais são as etapas recursais.

  • Defesa prévia

  • 1ª Instância: JARI (Junta Administrativa de Recursos de Infração)

  • 2ª Instância: CETRAN (Conselho Estadual de Trânsito)

Você precisa estar atento aos prazos caso queira recorrer, pois, se seu recurso for indeferido em alguma etapa, você terá tempo determinado para enviar seu recurso para o órgão responsável pelo estágio seguinte.

Por isso, é necessário ficar atento à divulgação dos resultados em cada etapa, para não desperdiçar nenhuma chance de se defender.

É possível que você faça todo esse caminho sozinho, mas me sinto na obrigação de alertar que é sempre útil contar com a ajuda de quem possui experiência e já ajudou muitos motoristas no cancelamento de suas multas.

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Nesse ponto, eu e toda a equipe Doutor Multas estamos sempre preparados para ajudar.

Você pode nos enviar um e-mail com a cópia do seu Auto de Infração ou da sua Notificação de Autuação para que possamos analisar seu caso.

Se optar por recorrer conosco, trabalharemos de forma personalizada para potencializar suas chances de vitória.

Nosso e-mail é [email protected].

Se preferir, ligue para 0800 6021 543 e converse com um de nossos especialistas.

 

Conclusão

depreciacao e vida util de carro conclusao
Ficou alguma dúvida sobre depreciação e vida útil de carros? Comente!

Neste artigo, pude falar com você sobre depreciação e tempo de vida útil de um carro.

Mostrei que o cálculo de depreciação de um automóvel é feito pela Receita Federal, pela Tabela Fipe e, ainda, a partir da avaliação do seu veículo.

Além disso, trouxe algumas dicas para que você saiba o momento certo de trocar de carro e, também, falei sobre a importância de manter as revisões do veículo em dia e de submetê-lo às manutenções necessárias.

Não se esqueça de que você pode ser multado por circular com um veículo sem manutenção.

Mas não esqueça, também, que sempre é possível recorrer e que eu e toda a equipe de especialistas que trabalha comigo estamos sempre prontos a ajudar.

Se este artigo foi útil, compartilhe com seus amigos.

Além disso, deixe seu comentário, pois sua opinião é muito importante para mim.

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