30 Dicas de Direção Defensiva Para Aumentar Sua Segurança no Trânsito

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30 dicas de direção defensiva para aumentar sua segurança no trânsito

Para prevenir multas e evitar acidentes de trânsito, não há nada mais eficaz do que a direção defensiva.

Boas práticas ao guiar um veículo são fundamentais para garantir um trânsito mais seguro para condutores, passageiros, pedestres e demais pessoas em deslocamento.

Mas, afinal, o que é direção defensiva? O que configura um comportamento de segurança defensiva por parte do condutor?

Se é tudo sobre direção defensiva que você deseja saber, este artigo será um verdadeiro guia para ampliar seus conhecimentos.

Há elementos da direção defensiva que podem ser aplicados no dia a dia, mesmo se você transita apenas em área urbana e em vias de pouco fluxo.

Aliás, a direção defensiva consiste em um monitoramento constante por parte do condutor.

Não basta conhecer noções de direção defensiva em condições adversas, tampouco só se preocupar com o assunto quando está tirando a primeira habilitação, preocupado com a prova de direção defensiva.

A importância da direção defensiva vai além, muito além. E é sobre isso que iremos falar a partir de agora, a começar pelo conceito de direção defensiva.

Se você deseja ser um motorista consciente, siga a leitura e confira 30 dicas de direção defensiva valiosas.

 

O Que é Direção Defensiva?

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Alguma vez você já evitou um acidente se prevenindo?

A melhor forma de definir o conceito é recorrer ao Manual de Direção Defensiva do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

Segundo ele, direção defensiva “é a forma de dirigir, que permite a você reconhecer antecipadamente as situações de perigo e prever o que pode acontecer com você, com seus acompanhantes, com o seu veículo e com os outros usuários da via”.

É desse modo que você evita acidentes e mortes no trânsito.

Grande parte dos desastres nas estradas são causados por falha humana.

Segundo o Observatório Nacional de Segurança Viária, essa é a causa de 90% dos acidentes de trânsito no Brasil.

Por exemplo: um motorista viu o sinal amarelo e, ao invés de reduzir a velocidade e parar, ele acelerou para “aproveitar a oportunidade” e não perder míseros segundos.

Só que, quando ele passou o cruzamento, o sinal já estava vermelho.

Outro condutor, que aguardou o sinal verde, adentrou o cruzamento.

O veículo que “furou” o sinal bateu na lateral do que havia esperado o seu momento.

E, assim, mais uma família foi vítima de imprudência no trânsito, o que jamais aconteceria se houvesse uso da direção defensiva.

 

Por que Praticar Direção Defensiva é Importante Para Segurança no Trânsito

Talvez essa seja a resposta mais fácil que podemos dar.

A direção defensiva é importante para a segurança no trânsito porque salva vidas, pois os riscos a que estamos sujeitos no trânsito estão relacionados com:

  • Os veículos;
  • Os condutores;
  • As vias de trânsito;
  • O ambiente;
  • O comportamento das pessoas.

Não vale a pena correr riscos desnecessários e trocar a vida por minutos (ou segundos) de pressa.

Se você souber aguardar um pouco mais, poderá realizar uma ultrapassagem em melhores condições, evitar uma manobra perigosa e, de quebra, não ser multado.

É claro que o valor de uma vida não se compara com o de uma infração de trânsito, mas aí está mais um argumento para reforçar a importância da direção defensiva.

Objetivos da Direção Defensiva

A direção defensiva tem como objetivo que as pessoas dirijam com maior atenção para poder prever o que fazer antecedência e tomar as decisões certas para evitar acidentes.

Ou seja, ela tem como intenção preparar melhor os condutores, a fim de que esses possam ser mais conscientes e tornem o trânsito mais seguro.

 

30 Dicas de Direção Defensiva

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Pronto para saber tudo sobre Direção Defensiva?

Com base em tudo o que vimos até agora sobre direção defensiva, preparamos 30 dicas valiosas para você, condutor.

Elas têm como base o Manual de Direção Defensiva do Denatran.

Preste atenção em cada uma delas, reflita e avalie como pode dirigir com mais segurança.

1. Faça manutenção periódica no seu veículo

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Quando foi a última vez que você passou no mecânico?

Ao fazer isso, você diminui o risco de acidentes.

Evita, por exemplo, fundir o motor por esquecer de trocar o óleo – e tantos outros problemas que parecem simples, mas que dão uma tremenda dor de cabeça.

Para saber quando fazer a manutenção preventiva, você pode ver no manual do seu veículo o que é solicitado para cada item.

Se preferir, leve seu carro ou moto regularmente ao mecânico.

E veja só o que cabe a você no que diz respeito à manutenção:

  • Verificar o nível do óleo, tanto do freio, quanto do motor, quanto da direção hidráulica;
  • Verificar se o veículo tem combustível para chegar até onde você deseja;
  • Verificar a água nos veículos refrigerados a água;
  • Trocar palhetas dos limpadores sempre que estiverem ressecadas;
  • Verificar se todos os faróis estão acendendo corretamente, assim como as lanternas dianteiras e traseiras.

2. Verifique o estado dos pneus

direcao defensiva pneus
Até pequenos desgastes podem ser muito prejudiciais no longo prazo!

Pneus bem calibrados e em bom estado evitam acidentes. Nada de pneu careca!

Lembre sempre que os sulcos do pneu são para escoamento da água. Ou seja, quanto mais sulcos tiverem, menor será o risco de aquaplanar.

Ou seja:

  • Não ande com pneus demasiadamente desgastados – eles devem ter sulcos de, no mínimo, 1,6 milímetros de profundidade;
  • Observe se existem deformações na carcaça, como bolhas ou cortes;
  • Não use pneus fora das recomendações estipuladas pelo fabricantes, pois podem estragar outras peças do veículo.

Além disso, lembre sempre de verificar o estepe.

Nada adianta ter ótimos quatro pneus e um estepe em péssimo estado. Se um pneu furar, quem terá que assumir o seu lugar é o estepe.

3. Verifique as condições do cinto de segurança

Todo mundo sabe da importância de usar o cinto, mas poucos lembram que ele precisa estar em condições de uso.

Então, veja o que fazer:

  • Verifique se o cinto de segurança não tem cortes, o que pode fazer com que se rompa em caso de acidente;
  • Confira também se não existem dobras que impeçam a elasticidade dele;
  • Teste o travamento para ver se ele está funcionando corretamente;
  • Sempre deixe os cintos dos bancos traseiros disponíveis para uso. Não adianta o carro vir equipado com o cinto de segurança se você deixar ele escondido embaixo do banco.

    4. Use o cinto de segurança de forma correta

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    Verifique bem se o cinto não está torcido

    O uso do cinto de segurança previne acidentes e é uma forma de direção defensiva muito útil e eficaz.

    No Brasil, ele é obrigatório desde 1989 nas rodovias nacionais e, desde 1997, em todas as vias.

    Veja o que diz o artigo 65 do Código de Trânsito Brasileiro – CTB:

    “Art. 65. É obrigatório o uso do cinto de segurança para condutor e passageiros em todas as vias do território nacional, salvo em situações regulamentadas pelo Contran.”

    Lembrando que essa obrigatoriedade se dá tanto nos bancos dianteiros quanto traseiros.

    Para o cinto ter sua maior eficácia, é importante que você se sente bem para trás no banco e passe o cinto uma parte por cima do ombro e a outra pela cintura, abaixo do abdômen.

    Ele só estará realmente fechado quando fizer o clique na fivela.

    O cinto não pode estar torcido, pois em caso de acidente isso pode gerar um traumatismo.

    Também a inclinação do banco deve ser adequada, evitando que a pessoa escorregue por baixo do cinto em caso de acidente.

    5. Tenha cuidados extras com as crianças

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    O tipo de assento recomendado varia de acordo com a idade

    Crianças são mais frágeis e, por isso, requerem cuidados maiores.

    Até os dez anos de idade, elas devem ser transportadas nos bancos de trás com as devidas adequações previstas no CTB:

    • Bebês de até um ano devem ser transportados no bebê conforto, de costas;

    • De um ano a quatro anos, elas devem ficar na cadeirinha, presas com o cinto;

    • De quatro a sete anos e meio, deve ser usado o assento de elevação;

    • E de sete anos e meio a dez anos, apenas o cinto de segurança.

    Lembrando que, em todos esses casos, o transporte das crianças se dá no banco traseiro.

    Em caso de veículos que não possuem o banco traseiro, é possível transportar as crianças menores de dez anos no banco dianteiro.

    Outra exceção é no caso de carros muito antigos que só possuem cinto três pontas na frente.

    Nesse caso, é permitido o transporte na frente também, pois tanto o bebê conforto quanto a cadeirinha são projetados apenas para cintos de três pontos.

    É recomendado que seja desativado o air-bag caso seja transportada criança na frente em uma dessas exceções.

    Não transporte crianças no seu colo usando o mesmo cinto. Em caso de acidente, isso pode causar lesões graves na criança e até a sua morte.

    6. Verifique a suspensão do veículo

    Verifique sempre a suspensão e os amortecedores do carro.

    A função deles é manter a estabilidade do veículo.

    Quando gastos, os itens podem gerar acidentes e até levar a um capotamento.

    Isso ocorre especialmente em casos nos quais você precisa frear rapidamente ou em curvas acentuadas.

    7. Examine a direção

    Folgas na direção fazem o veículo “puxar” para um lado ou para outro, fazendo muitas vezes que o condutor perca o controle sobre o automóvel.

    Por isso, é sempre importante verificar a direção e não deixar ela com nenhuma folga.

    Em caso de frenagem, esse tipo de problema se torna ainda mais grave.

     

    8. Cheque sempre os freios

    Freios gastam com o tempo e, quanto mais gastos eles ficam, mais demoram para parar o veículo.

    Não custa lembrar que isso gera risco de acidentes, principalmente em casos de pista molhada.

    Dependendo do tipo de freio, você terá que fazer uma manutenção específica.

    Por exemplo, muitas vezes, a lona do freio de mão é gasta e é necessário ajustá-la ou trocar o tambor.

     

    Evite também freadas bruscas, pois elas diminuem a vida útil dos freios.

    9. Ache uma posição confortável para dirigir

    A posição que você fica no banco também ajuda na segurança.

    Além de alterar a eficácia do cinto de segurança, é importante observar a visibilidade que você tem dos espelhos.

    Falando do condutor, o ideal é que fique com seus braços e pernas ligeiramente dobrados e com as costas no encosto do banco dianteiro, em um ângulo próximo de noventa graus.

    Ou seja, nada de andar deitado ou colado no volante.

    Quando você esticar os braços seu pulso deve tocar o alto do volante sem dificuldade. Se isso não ocorrer, aproxime o banco.

    Isso evita que a sua coluna seja sobrecarregada e lhe dá mais agilidade se precisar fazer alguma manobra.

    10. Não coloque objetos obstruindo a visão dos retrovisores

    É muito comum as pessoas colocarem malas obstruindo a visão do retrovisor interno.

    Isso é perigoso, pois elimina uma das hipóteses de visão do motorista.

    Quanto aos retrovisores externos, é importante que o motorista conheça os pontos cegos deles.

    E, em caso de manobra na qual não há certeza se tem algum veículo ou pessoa no ponto cego, é indicado aguardar ou movimentar a cabeça ou o corpo para ver além e garantir a segurança de todos.

    11. Previna imprevistos

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    Na dúvida, reduza a velocidade sempre!

    Nunca se sabe quando surgirá à frente do veículo uma criança correndo atrás de uma bola, mas podemos prevenir acidentes ao reduzir a velocidade.

    Pense que não custa nada redobrar a atenção, em especial perto de escolas.

    12. Mantenha o foco e a concentração

    Muitos acidentes ocorrem porque os motoristas estão falando ou mexendo no celular, ou até mesmo porque estão trocando de estação de rádio ou abrindo uma garrafa de água.

    Vale lembrar que falar ou mexer no celular é multa gravíssima, conforme o artigo 252 do Código de Trânsito Brasileiro.

    “Art. 252. Dirigir o veículo:

    V – com apenas uma das mãos, exceto quando deva fazer sinais regulamentares de braço, mudar a marcha do veículo, ou acionar equipamentos e acessórios do veículo;

    Parágrafo único. A hipótese prevista no inciso V caracterizar-se-á como infração gravíssima no caso de o condutor estar segurando ou manuseando telefone celular.”

    Ou seja, não tem porque o condutor correr esse risco e ainda colocar outras pessoas na mesma situação.

    13. Não dirija sob uso de álcool ou outras substâncias psicoativas

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    Não aumente as chances de acidentes no trânsito

    O uso de bebidas alcóolicas e de outras drogas diminui os reflexos do motorista. Isso sem falar em substâncias que provocam alucinações.

    É muito importante não dirigir sob a influência de entorpecentes.

    Lembrando que esse tipo de ato é crime conforme o artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), passível inclusive de prisão:

    “Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência:

    Penas – detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.”

    14. Evite dirigir após discussões fortes ou perdas

    Muitas vezes, não percebemos o quanto algumas situações nos afetam.

    Discussões são um desses casos. Ficamos emotivos e desconcentrados, o que faz com que não cuidemos do trânsito com a devida cautela.

    Caso você tenha passado por uma discussão forte, ou a perda de um amigo ou familiar, qualquer coisa que possa abalar a sua estrutura, não dirija.

    Guarde um tempo para si e peça para outra pessoa conduzir o veículo para você.

    15. NUNCA dirija com sono

    Quando estamos com sono, nossos reflexos ficam mais lentos.

    Se não tiver como outra pessoa dirigir para você, deixe o carro em um estacionamento e utilize outro meio de transporte.

    Se preferir, procure um quarto de hotel e durma um pouco antes de continuar a viagem.

    Isso irá ajudar a recuperar as suas energias.

    16. Tenha um bom comportamento no trânsito

    É sempre importante ser educado ao volante, evitando discussões desnecessárias e ajudando os motoristas ao seu redor.

    Quando lhe pedirem o lado para uma ultrapassagem, tente ceder. Não faça do trânsito uma pista de corrida.

    Não xingue outro motorista porque ele fez algo que você julgou incorreto.

     

    Muitas vezes, isso ocorre por falta de experiência e não por má fé.

    E não custa lembrar que muita gente fica ainda mais nervosa quando é xingada. Algo pequeno pode se transformar em uma briga de consequências imprevisíveis, como este caso registrado em Uberlândia, no início do ano.

    17. Não transporte animais e objetos soltos no interior do veículo

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    Os animais devem ficar seguros dentro do carro

    Muitas vezes, ao levarmos nosso “melhor amigo” no veículo, ele acaba causando um acidente.

    Afinal, não temos controle sobre as reações dele.

    Há risco também em caso de frenagem, quando o animal ou outro objeto (como uma garrafa de água) pode ser lançado com toda a força contra o vidro e contra os passageiros.

    18. Use sempre os equipamentos de proteção em motos e mantenha os faróis acessos

    Quando você for andar de moto, use sempre o capacete com viseira ou óculos de proteção.

    Isso impede que, em caso de queda, você machuque a cabeça, assim como a proteção para os olhos impede que você perca a visão enquanto está conduzindo sua moto.

    Conforme o inciso I e IV do artigo 244 do CTB:

    “Art. 244. Conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor:

    I – sem usar capacete de segurança com viseira ou óculos de proteção e vestuário de acordo com as normas e especificações aprovadas pelo CONTRAN;

    (…)

    IV – com os faróis apagados;

    Infração – gravíssima;

    Penalidade – multa e suspensão do direito de dirigir.”

    Vale lembrar que os faróis acessos tornam a moto mais visível para os outros condutores, o que também evita acidentes.

    19. Transporte apenas crianças com mais de sete anos em motos

    O artigo 244, em seu inciso V prevê que é infração gravíssima:

    “(…)

    V – transportando criança menor de sete anos ou que não tenha, nas circunstâncias, condições de cuidar de sua própria segurança”

    Isso ocorre porque crianças com menos de sete anos ainda não conseguem alcançar o pedal do caroneiro e, muitas vezes, não possuem força para se segurarem.

    Ninguém quer colocar um filho em risco, então, não carregue crianças tão pequenas na sua moto.

    20. Dirija em velocidade compatível com a da via

    A pressa, muitas vezes, cobra uma conta alta demais.

    Lembre também que é proibido pelo CTB apostar corridas não legalizadas em vias públicas.

    É importante destacar ainda que, por mais que a velocidade esteja estipulada nas placas de sinalização, ainda assim é preciso observar o trânsito e se adequar ao que ele oferece de riscos naquele instante.

    Um exemplo: a via limita a velocidade a 80km/h, mas há vacas na pista.

    21. Diminua a velocidade em curvas

    Muitas vezes, é recomendado até mesmo reduzir a marcha antes de entrar em uma curva.

    Quanto mais acentuada ela for, mais atenção exige do motorista.

    E se for em um aclive (subida) ou declive (descida), então, vá com bastante calma.

    22. Não ande em ponto morto em declives nem desligue o motor

    Quando você perceber a aproximação de um declive, teste bem seus freios e mantenha o câmbio engatado numa marcha reduzida.

    Isso fará com que você possa usar o chamado freio motor.

    Se você deixar o veículo em ponto morto, ele irá ganhar velocidade ao longo da descida e não terá tanta estabilidade, dependendo exclusivamente do sistema de freios.

    Também não desligue o motor, porque os freios não respondem bem com ele desligado e a direção pode travar.

    23. Não ultrapasse em locais proibidos

    Se existe faixas demarcando essa proibição, não ultrapasse.

    Entenda que há razões para a faixa contínua estar ali. E a principal delas é para dizer ao motorista que se trata de um ponto inseguro para ultrapassagem.

    24. Pense muito antes de fazer a ultrapassagem

    Mesmo em locais nos quais a ultrapassagem é permitida, você deve observar se a outra pista está livre.

    Caso não esteja, evite a manobra.

    E se um veículo se aproxima à distância, é preciso calcular se o seu tem potência para ultrapassar e se aquele que vem em sentido contrário não se aproxima muito rapidamente.

    Na dúvida, não ultrapasse – indicam as placas à beira de estradas.

    25. Tenha cuidado para não exceder a velocidade máxima ao ultrapassar em declives

    É muito comum motoristas realizarem a ultrapassagem em descidas, entretanto, todos os carros aumentam um pouco a velocidade nesses trechos.

    Se for um caminhão, devido ao seu peso, a manobra se torna ainda mais arriscada.

    É importante cuidar para não ultrapassar a máxima permitida e não ir a uma velocidade que você não consiga reduzir posteriormente.

    26. Reduza a velocidade quando houver obstáculos

    Em casos de obstáculos que causem um estreitamento da pista, reduza a velocidade.

    Se necessário, em caso de bloqueio parcial, pare e espere oportunidade para seguir adiante.

    27. Não freie quando passar por buracos

    Se você visualizar buracos antes de se aproximar, reduza a velocidade com antecedência, mas evite frear sobre eles, pois isso aumenta o desequilíbrio do automóvel.

    Isso sem falar no risco de colisão traseira, se outro veículo estiver próximo.

    28. Não estacione na calçada

    Os passeios públicos são feitos para os pedestres, e os veículos só devem utilizá-los para acessar garagens, e não para pararem sobre eles.

    Se agir assim, fará com que os pedestres tenham que circular na via e corram risco de atropelamento.

    29. Reduza a velocidade em caso de chuva

    Em caso de pista molhada, a aderência dos pneus é muito menor. Nessas situações, é importante reduzir a velocidade.

    Além disso, a chuva diminui a visibilidade de todos e aumenta o risco de acidentes.

    Mantenha uma distância maior para o veículo à frente, pois em caso de frenagem, levará mais tempo em pista molhada até parar completamente.

    30. Em caso de neblina, use farol baixo

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    A dica é velha, mas sempre vale reforçar!

    Caso haja neblina, use o farol baixo e também o farol de neblina – caso seu veículo tenha.

    O farol alto reflete nas gotículas de água da neblina e forma uma parede branca.

    Assim como em caso de chuva, aumente a distância com o carro à sua frente.

     

    Como Aprender Mais Sobre Direção Defensiva

    Para você aprender mais sobre direção defensiva, fique de olho nos artigos do Doutor Multas, que sempre trazem dicas importantes para os condutores.

    Além disso, você pode realizar cursos disponíveis em todo território nacional.

    Procure também por cursos online grátis sobre direção defensiva, como este da Unieducar.

    Você também pode buscar mais conhecimento sobre leis de trânsito para entender cada situação e saber o que fazer para sua maior segurança.

     

    Conclusão

    direcao defensiva faca sua parte
    A direção defensiva torna o trânsito um lugar melhor!

    Nesse artigo, você aprendeu a importância da direção defensiva e como ela pode ajudar a evitar acidentes.

    Também teve acesso a 30 dicas sobre como manter a sua segurança e a de outras pessoas no trânsito, sendo um motorista mais consciente e mais atento.

    Vale lembrar que os principais fatores que geram acidentes estão relacionados com os veículos, condutores, as vias de trânsito, o ambiente e o comportamento das pessoas.

    Por isso, é sempre importante fazermos a nossa parte.

    Não custa dar uma conferida no óleo e na água antes de sair de casa e fazer sempre as manutenções de rotina no veículo.

    E nunca deixe de usar o cinto, é claro.

    Agora, você já está pronto para ser um motorista cada dia melhor e ajudar a manter a segurança no trânsito.

    Se tiver alguma dúvida, entre em contato conosco, pois teremos prazer em atendê-lo e ajudá-lo com uma análise preliminar gratuita em casos de multas.

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30 Dicas de Direção Defensiva Para Aumentar Sua Segurança no Trânsito
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