Seguro para Moto: Quanto Custa? Qual é o Melhor? Como Escolher?

seguro para moto

Será que vale a pena fazer o seguro para moto?

Não se preocupe, você não é o único que tem uma motocicleta que não sabe se deve ou não proteger o veículo dessa forma.

Na verdade, muitas pessoas optam em não incluir suas motos em um seguro por questões financeiras.

Elas acreditam que, dependendo do valor do veículo, não compensa a despesa com a seguradora.

Pode parecer estranho à primeira vista, mas isso se explica pelo valor mais alto para fazer o seguro para moto.

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Em caso de perda total em um acidente ou até de roubo, por vezes, vale mais a pena investir em outra moto ao invés de gastar todos os anos contratando uma proteção que não deseja usar.

Mas será que esse pensamento é o ideal?

E se você comprar a sua moto, decidir não fazer o seguro e for roubado no dia seguinte?

E se pagar cinco anos de seguro e nunca sofrer uma colisão ou um furto?

Será que você jogou esse dinheiro fora?

Este artigo foi construído para esclarecer todas essas dúvidas e mais algumas que com certeza você deve ter com relação ao seguro para moto.

Com o que vai ler a partir de agora, você terá informações para decidir sobre o melhor para o seu caso.

Então, se quer saber tudo sobre seguro de moto, aproveite a leitura!

 

Como Funciona o Seguro de Moto?

seguro para moto como funciona
Confira abaixo as seguradoras mais conhecidas

O seguro para moto é exatamente igual ao de carro.

Você também pode fazer a contratação de coberturas contra furto, roubo, colisão, incêndio, danos a terceiros, entre outras.

Nem todas as seguradoras, porém, fazem o seguro total, que é justamente o que tem a cobertura completa.

Isso acontece justamente porque pode custar mais caro do que vale o veículo.

As mais conhecidas e que fazem essa modalidade são a Porto Seguro, a Bradesco, a Sul América e a Mapfre.

Mas é possível optar apenas pelo seguro contra roubo e furto, por exemplo.

É uma opção caso você esteja com o orçamento mais apertado ou entenda que não vale a pena fazer o seguro total.

Também como o seguro de carro, o de moto vai ter a sua variação de valores de acordo com os riscos.

Mas a regra é sempre a mesma: quanto maiores os riscos, mais caro o seguro para moto fica.

E como esses riscos são mensurados?

A avaliação que a seguradora faz é com base em informações estatísticas.

Ou seja, leva em conta aspectos como os modelos de motos mais caros para reparos, as regiões em que mais ocorrem furtos, a faixa etária das pessoas que mais se envolvem em acidentes, entre outros.

Os dados pessoais do principal condutor também são solicitados pelas seguradoras.

Entre eles, estão o local em que reside, roubos e acidentes de veículos anteriores, histórico de sinistros e de crédito, idade do condutor e local em que a moto passa a noite.

Veja que há muitos fatores que podem alterar para cima ou para baixo o valor do seguro para moto.

E se você quer ter uma ideia de valores, o próximo tópico será revelador.

Quanto custa um seguro para moto?

O site Bidu fez duas simulações que vamos reproduzir para que você possa calcular o seguro para moto.

Uma delas envolveu a Yamaha XTZ 150 ED CROSSER e a outra a Harley Davidson XL 883n Iron.

Não são motos baratas, até porque, como falamos, pode não compensar contratar o serviço se o seu custo se aproximar do valor do veículo.

Na simulação, o perfil utilizado foi de um homem de 45 anos, casado, sem filhos, que mora na zona norte da cidade de São Paulo e que usa a moto para o seu deslocamento ao trabalho.

Veja os resultados das cotações:

  1. Yamaha:
  • Valor médio da moto: R$ 9.350,00;

  • Seguradora: Suhai;

  • Coberturas: roubo e furto;

  • Valor do seguro: R$ 1.088,57.

  1. Harley Davidson:
  • Valor médio da moto: R$ 43.000,00;

  • Seguradora: Bradesco;

  • Cobertura: compreensiva, a mais completa;

  • Valor do seguro: R$ 1.643,82.

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Tipos de Seguros Para Motos

Como mencionamos no tópico anterior, existem diversas coberturas para os seguros de moto.

No entanto, eles podem ser divididos em dois tipos: o compreensivo e o não-compreensivo.

Conheça mais sobre cada um.

1. Seguro para moto compreensivo

Essa é a alternativa mais completa e com mais coberturas.

Em uma única apólice, é possível contratar a proteção em casos de colisão, roubo e furto, incêndio, entre outras.

A proteção de perda geralmente é parcial.

Mas o que isso significa?

Se você bater a moto e os danos forem menores do que 75% do total, a seguradora arca com uma parte dos reparos e você com a outra..

2. Seguro para moto não-compreensivo

As coberturas nesse caso são específicas, ou seja, você pode contratar apenas roubo e furto, ou só perda total, por exemplo.

O preço acaba sendo mais acessível por conta da abrangência de cobertura, que é menor.

Como não existe para este seguro a cobertura para danos parciais, geralmente ele não tem franquia.

A cobertura é para danos totais, que serve para os casos em que a moto não é encontrada ou quando os danos são maiores que 75%.

A indenização, nessa situação, é paga de acordo com o percentual contratado da tabela FIPE.

Quando for fazer a cotação, vai perceber que existem seguradoras que fazem apenas um tipo de seguro ou o outro.

Por isso, é importante você entender todos os detalhes com relação às opções de coberturas antes de decidir.

Se está na dúvida sobre qual tipo de seguro contratar, saiba que não existe um melhor do que o outro.

A decisão deve se dar de acordo com a sua necessidade.

 

Você Realmente Precisa de Seguro Para Motocicletas?

O seguro para moto nada mais é que uma proteção para o seu patrimônio.

Como todo produto financeiro do tipo, não existe uma resposta única quanto à necessidade ou não de contratação.

É preciso avaliar prós e contras, assim como identificar se ele atende ao que precisa.

Para facilitar, separamos algumas situações em que o seguro pode ou não ser necessário.

Confira!

Quando é recomendado fazer o seguro para moto

  1. Se você usa a moto com grande periodicidade, como para trabalho ou para deslocamentos diários.

Quanto mais você a usa, maiores as chances de roubos, furtos, colisões e danos na pintura.

  1. Se você mora em uma cidade em que as ocorrências de furtos e roubos são maiores, em especial se o modelo de moto que escolheu é mais visado por ladrões.
  2. Se você mora em uma cidade muito grande e, por isso, leva mais tempo para chegar no seu destino ou utiliza muito os chamados “corredores para motos”.

Nesses casos, as chances de colisões são maiores.

  1. Se você usa pouco a motocicleta, mas costuma fazer com ela muitas viagens.

Nesse caso, pode ser interessante contratar a cobertura de extensão de reboque.

Quando o seguro para moto pode não valer a pena

  1. Se você mora em uma cidade pequena, faz um deslocamento mais rápido e conta com ruas menos movimentadas de veículos, correndo poucos riscos de colisões e de danos à moto.
  2. Se você usa a motocicleta para passeios mais rápidos dentro da própria cidade, que inclusive tem poucas ocorrências de roubo e furto.

Veja que são muitas as variáveis a considerar.

Avalie a sua situação, se existem riscos ou não e quais são os valores dos seguros para fazer a escolha de forma mais assertiva.

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Seguro para moto vale o preço que custa?

Além dos riscos, outro ponto importante é avaliar se vale a pena arcar com o seguro para moto.

A orientação dos especialistas é que você considere o seguro a partir do valor do veículo.

Para facilitar, confira dois exemplos do blog da Muquirana Seguros:

Exemplo 1:

Se a sua moto custa R$ 30.000,00 e o seguro ficará em torno de R$ 3.000,00, basta dividir o valor do seguro pelo da moto.

Ou seja, divida 3.000 por 30.000.

O preço do seguro nesse caso vai equivaler a 10% do valor da moto.

Exemplo 2:

Se a moto custa R$ 4.000,00 e o seguro custa R$ 2.000,00, faça a mesma conta: divida 2.000 por 4.000.

O resultado vai te mostrar que o seguro equivale a 50% do valor da moto.

Talvez valha a pena o seguro para o exemplo 1, mas não para o 2.

Afinal, quanto mais barata a moto, mais fácil fica para o condutor adquirir um modelo similar caso passe por um imprevisto.

Faz sentido para você?

 

Vantagens e Desvantagens do Seguro Para Motos

seguro para moto vantagens desvantagens
O valor do seguro é um dos pontos negativos

Separamos neste tópico algumas vantagens e também desvantagens em fazer um seguro para moto.

Fique ligado!

Vantagens

Uma das principais é recuperar o dinheiro que investiu na moto.

Também se proteger de imprevistos como roubos, furtos, colisões, incêndio, entre outros.

Vale citar ainda os benefícios das seguradoras, como o guincho 24 horas sem limite de quilometragem e a cobertura adicional para acessórios da Porto Seguro.

Também o desconto progressivo na franquia e a assistência 24 horas da Mapfre.

Ainda os preços diferenciados da Suhai e o serviço de táxi da Allianz.

Desvantagens

Contratar um seguro para moto é como fazer um investimento e torcer para que não dê retorno algum.

Afinal, se tudo der certo e a moto não sofrer danos e nunca ser roubada, você gastou dinheiro “à toa”.

Como desvantagem, também pode contratar uma cobertura e ter um imprevisto que somente se enquadraria em outra.

É o que acontece com quem precisa da modalidade completa, mas contratou a não-compreensiva.

 

Cotação de Seguro de Moto

Para fazer a cotação de seguro para moto, você precisa primeiro escolher uma boa corretora e solicitar os valores, coberturas e benefícios das melhores seguradoras.

Para a sua pesquisa, vale observar opções na internet.

Ainda que não contrate online, é útil para conhecer valores, modalidades e pontos de atenção.

Na Bidu, por exemplo, você consegue solicitar a cotação de seguro para moto online.

Basta inserir dados como marca, ano e modelo do veículo.

Após o envio dos dados, o corretor vai entrar em contato com você com todas as informações das seguradoras.

Já no site Segurar.com, você faz a cotação totalmente online.

É só inserir os dados para que ele mostre as opções de seguradoras.

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O Cotandoseguro.com é outra alternativa que funciona dessa mesma forma.

O que você precisa é avaliar o custo-benefício.

Não adianta a seguradora oferecer uma cobertura total por um preço absurdo.

Por outro lado, também não será conveniente um preço muito baixo com uma cobertura que não vai ajudar se precisar.

Considere todas as vantagens, os benefícios que cada seguradora oferece e os melhores preços antes de contratar.

 

Como Escolher o Melhor Seguro Para a sua Moto?

seguro para moto como escolher
Chegou a hora de tentar solucionar suas dúvidas

Para escolher o melhor seguro para moto, é importante se atentar a alguns pontos.

Vamos destacar os principais.

1. Defina a cobertura

Agora que você já sabe quais são os dois tipos de seguros, o compreensivo e o não-compreensivo, você precisa escolher qual deles é o melhor para a sua necessidade.

Caso queira apenas uma proteção contra roubos e furtos e não se interessa em ter as demais, opte pelo não-compreensivo.

Mas se quiser incluir proteção para terceiros, contra acidentes, colisões e incêndio, o ideal para você é o compreensivo.

Saiba exatamente quais são os seus riscos antes de escolher a cobertura, afinal, de nada adianta ter um seguro se ele não vai cobrir o seu imprevisto.

Antes de contratar, esclareça com a corretora todas as suas dúvidas e certifique-se de que está fazendo a melhor opção.

2. Preste atenção nos benefícios

Cada seguradora possui benefícios diferenciados para os seus clientes e eles podem ser bastante úteis para você.

A assistência 24 horas, por exemplo, que é oferecida pela maioria delas, inclui geralmente guincho em caso de pane elétrica, pane seca e em necessidade de chaveiro.

Algumas ainda oferecem serviços residenciais, como elétricos e hidráulicos.

3. Observe o valor da franquia

São vários os tipos de franquias, como a reduzida, a ampliada, a básica e a isenta.

Quanto maior a franquia em caso de sinistro, menor é o valor do seguro.

Caso você opte pelo seguro compreensivo, por exemplo, que cobre perda parcial, se o veículo tiver perdas menores que 75% do seu valor, então você deverá pagar a franquia, que é parte do conserto.

Portanto, entenda bem os tipos de franquias que cada seguradora oferece e qual vale a pena para você.

4. Escolha uma empresa correta

Certifique-se de que a empresa que escolheu é fiscalizada pela Susep, a Superintendência de Seguros Privados.

Caso contrário, você corre o risco de não ser ressarcido dos valores contratados em situações de roubos, furtos e outros danos ao veículo.

5. Veja se todas as condições do contrato estão de acordo com a sua necessidade

Por mais cansativo que seja, é essencial ler o contrato por completo e se atentar a todos os pontos.

Só assim é possível ter certeza de que está contratando um seguro de acordo com aquilo que espera.

 

Dicas Para Economizar

seguro para moto dicas economizar
Você pode economizar na hora de contratar um seguro para moto; saiba como

Com algumas dicas, fica mais fácil de não desembolsar tanto dinheiro.

Para começar, nunca coloque informações no formulário de cotação que não sejam verdadeiras.

Isso é um risco para você caso a seguradora descubra essas inconsistências.

Uma das alternativas para economizar é, ao invés de estacionar a sua moto na rua, procure um estacionamento que tenha um valor razoável e coloque essa informação no formulário.

Outra opção é escolher um seguro que não faça a análise de perfil, pois eles costumam ser mais baratos, como o da Suhai, por exemplo.

A cobertura, porém, é apenas contra furto e roubo.

Uma outra forma de economizar é na franquia.

Avalie se realmente precisa da ampliada ou apenas de uma mais básica.

Além disso, talvez seja mais vantajoso para você, dependendo do contexto em que dirige a moto, fazer apenas o seguro não-compreensivo.

Você pode também optar por um rastreador ao invés de fazer um seguro para moto.

Ele é instalado na motocicleta e faz a função de monitorá-la, o que ajuda em casos de roubos.

Essa opção não precisa de análise de perfil, mas não contempla os acidentes.

Portanto, avalie se ela é a ideal para você.

 

Cuidados

Nem precisamos mencionar que qualquer pessoa fica muito mais vulnerável em uma moto do que em um automóvel.

Uma batida de carro pode fazer com que o condutor tenha poucos ferimentos, enquanto uma leve colisão em uma moto pode ser fatal.

Esse ponto por si só já é um dado para que os motociclistas tenham muito mais cuidado quando estão pilotando as suas motos.

Portanto, antes de pensar em ter um seguro, saiba que você deve estar sempre atento, inclusive nos veículos que estão ao seu redor.

A postura do motociclista deve ser de antecipação, pois nem sempre ele é visto pelos carros.

Você deve se antecipar caso perceba que a manobra ou a ultrapassagem que quer fazer podem ser muito arriscadas.

Em 2015, por exemplo, foram 12.126 vítimas fatais no país, com 33 registros por hora, segundo o Ministério da Saúde.

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Ainda de acordo com a fonte, 4 em cada 10 mortos naquele ano estavam pilotando motos.

É claro que o acidente pode não ser fatal, mas de qualquer forma, as dores de cabeça são sempre inevitáveis.

Os gastos com peças e funilaria para arrumar uma moto não são nada baixos e o transtorno de passar alguns dias sem o veículo também é grande.

Além dos acidentes, precisamos também considerar os roubos e os furtos, muito comuns principalmente nas cidades maiores.

De acordo com uma reportagem feita pelo G1, em 2017, ocorreram em média 35 roubos de motos por dia só na cidade de São Paulo.

No estado, foram 105.

Esse é um transtorno que realmente ninguém quer passar, principalmente nos casos de assaltos à mão armada, em que a vítima passa por uma situação muito forte de estresse.

Além, é claro, de perder o veículo e o valor investido nele.

Procure guardar a moto em um estacionamento, colocar um rastreador ou até mesmo optar pelo seguro para evitar esses problemas.

 

Conclusão

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Preze pela sua segurança e proteja a sua moto!

Neste artigo, tratamos sobre tudo que contempla o tema seguro para moto.

O intuito foi ajudar os leitores a entenderem se de fato compensa ou não colocar as suas motocicletas em um seguro.

Basicamente, o seguro para moto é como o de carro e os valores também vão depender dos riscos de acidentes, de roubos, de furtos, entre outros.

Os tipos de seguros de moto são chamados de compreensivo e de não-compreensivo.

O que muda entre eles é a cobertura, que pode ser completa ou não.

Fazer ou não fazer o seguro vai depender da sua necessidade.

Se você usa muito a moto, mora em uma cidade com mais ocorrências de roubos, demora para chegar no seu destino ou faz diversas viagens, pode valer a pena.

Outro ponto importante para a sua decisão é com relação ao valor da moto.

Facilmente, o custo pode se aproximar do preço do próprio veículo.

É claro que você não precisa prejudicar o orçamento ao contratar um seguro para moto.

É possível economizar com ações simples, como colocar o veículo em um estacionamento para baratear o seguro.

Também vale optar por uma modalidade que não faça a análise de perfil.

Isso sem falar em escolher uma franquia mais básica e fazer o seguro com uma cobertura menor.

De qualquer forma, é essencial que você seja cuidadoso com a sua moto.

Procure ficar sempre atento e adote práticas de direção defensiva.

Considere que nem sempre os condutores dos veículos ao seu redor vão enxergar você e sua moto na hora de uma ultrapassagem.

São atitudes como essas que ajudam a preservar a sua segurança e a proteger o seu patrimônio.

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