Fatos Importantes Sobre o Mercado de Motos no Brasil e no Mundo

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Quem enfrenta o trânsito todos os dias tem a nítida impressão que o mercado de motos está aquecido.

E não é para menos.

Afinal, é visível que cada vez mais brasileiros têm aderido ao veículo de duas rodas para se locomover no dia a dia.

Se considerarmos os frequentes aumentos nos combustíveis, temos aí mais uma razão para a expansão na venda de motocicletas no país.

Como você deve saber, as motos são mais econômicas do que os automóveis, o que provoca certo alívio no bolso.

Mas não deixe se enganar pelo momento aparente.

O mercado de motos no Brasil não vive os seus melhores dias.

E essa fase ruim se arrasta desde 2011, como veremos neste artigo.

Por outro lado, 2018 é aguardado como o ano da redenção para que o mercado de motos volte a apresentar números positivos.

Então, quem sabe não é este o momento perfeito para aproveitar e comprar uma das motos à venda no Brasil?

Aliás, será que as melhores motos do Brasil estão ao alcance do seu poder financeiro?

Ou os preços de motos se mantêm mais altos do que pode pagar?

Todas as suas dúvidas serão solucionada a partir de agora.

Além dessas questões que já adiantamos, você verá ao longo do texto como funciona o mercado de motos usadas e novas no Brasil e no mundo.

Também vai acompanhar curiosidades sobre todo tipo de moto, sejam motos do ano, motos populares e mesmo modelos de luxo.

Ficou curioso?

Então, tenha uma ótima leitura!

 

O Mercado de Motos no Brasil em 2018

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A expectativa é de 2018 seja um ano positivo para este segmento

Depois de anos de números ruins, o mercado de motos volta a respirar no Brasil.

E 2017 deu uma amostra de que dias melhores virão, o que eleva a expectativa para 2018.

De acordo com o presidente da Abraciclo, Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Marcos Fermanian, a previsão é que este ano tenha melhores vendas.

“Desde 2011, estamos experimentando queda em cima de queda, então, de fato que esse pequeno sinal, ainda que seja simbólico, já dá um alento bastante grande para todos nós”, afirmou ele.

O executivo se refere aos poucos sinais de que a estabilidade no mercado de motos está chegando, ainda que devagar.

Quer um exemplo?

Os estoques das concessionárias no segundo semestre de 2017 estavam bem menores do que em 2016.

Pode ser algo pequeno, mas que somado a outras conquistas de igual tamanho renova a confiança.

Até mesmo modelos de baixa cilindrada tiveram um leve aumento nas vendas.

Ainda assim, não há ainda razões para comemorar, só esperança.

O Polo de Duas Rodas da Zona Franca de Manaus registrou queda na produção em 2017.

Por outro lado, estima-se crescimento de 5% em 2018.

De acordo com o diretor executivo da Abraciclo, José Eduardo Gonçalves, a produção de 2017 ficou muito próxima da de 2016, o que já é “motivo de celebração para o nosso segmento, que vinha registrando quedas sistematicamente”.

Para você ter ideia da importância do polo manauara, 98% das motocicletas brasileiras são fabricadas na capital do Amazonas.

Marcas confiam na recuperação do mercado

A Harley Davidson acredita na recuperação do mercado de motos brasileiro e lançou nada menos do que 11 modelos em 2018.

Os preços variam entre R$ 55 mil e 170 mil.

A moto mais barata é a Street Bob, que custa R$ 54.900.

Já o lançamento mais caro da Harley Davidson é a CVO 115th Anniversary, ao preço de R$ 169 mil.

Embora seja a marca mais famosa, o mercado de motos brasileiro ainda é dominado pela Honda.

Em 2017, ela respondeu por 80% da participação nas vendas.

De acordo com esta reportagem do site G1, uma das maiores apostas da Honda para 2018 é a renovação na Biz.

Todos os modelos contaram com o sistema de frenagem CBS.

Essa sigla significa “Combined Braking System” (sistema de freios combinados) e não funciona de forma igual ao ABS.

O sistema de frenagem CBS corrige um velho hábito de muito motociclistas no trânsito brasileiro, que utilizam apenas o freio traseiro.

Nesse novo sistema, o freio é acionado de forma progressiva.

Ao pressionar o pedal com força, será acionado o freio na roda dianteira.

E quando tocar de leve o pedal, a força ficará restrita na roda traseira.

Interessante, não é mesmo?

Mas vamos seguir falando das expectativas das principais marcas.

As expectativas para 2018 no mercado de motos

Os principais fabricantes de motos estão esperando novidades para 2018.

A Kawasaki, por exemplo, está receosa em fazer previsões para 2018 porque é um ano de eleições presidenciais.

Já a Honda tenta uma nova abordagem no mercado de motos, na qual o cenário político de Brasília está sendo analisado de forma separada do plano econômico.

Quem está muito confiante com o mercado de motos neste ano é a fabricante britânica Triumph.

Na mesma reportagem citada, Waldyr Ferreira, gerente geral da Triumph, diz esperar que a expectativa de crescimento do PIB se reflita no segmento de motos premium.

“Se o PIB crescer 3%, esperamos crescer no mínimo 3% também”, afirma ele.

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Lançamentos previstos para este ano

O mercado de motos em 2018 receberá pelo menos 10 grandes lançamentos.

Dê só uma olhada no que vem por aí:

  1. A Yamaha XTZ 150 Crosser Z possui grafismos e vêm especificamente na cor marrom, além de um paralama mais alto;

  2. A BMW G 310 GS tem roda aro 14, no tanque cabe 11 litros e o bagageiro é de série;

  3. A KTM Duke 390 possui faróis de LED que funcionam horizontalmente e freios ABS de dois canais;

  4. A Kawasaki Ninja 400 é equipada com painel totalmente digital, freios ABS e um motor de 45 cv;

  5. A Royal Enfield Himalayan tem motor de 410 CC, peso de 191 kg e tanque de 15 litros;

  6. A Triumph Tiger 800 possui iluminação LED e 6 modos de pilotagem;

  7. A Kawasaki Z 900RS foi lançada no Japão em 2016 e tem um visual retrô da década de 1970;

  8. A Ducati SuperSport S tem estilo esportivo, freios ABS e controle de tração;

  9. A Harley-Davidson Fat Boy recebeu rodas aro 18, pneus mais largos e farol LED;

  10. Por fim, a Honda Gold Wing Tour possui linhas futuristas, motor de 1.800 cc, controle de tração e faróis de LED. Trata-se de uma moto luxuosa.

 

Movimentos de Mercado

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Como já vimos, o mercado de motos renova em 2018 a esperança de recuperação nas vendas

O fato é que até chegar a 2018, muita coisa aconteceu nos últimos 25 anos.

Na época em que foi lançado o Plano Real (1994), as motos eram o símbolo do renascimento da economia brasileira após um longo período.

Para você ter uma ideia, o mercado de motos crescia entre 1994 e 2007 no mínimo dois dígitos.

Para ser mais exato, o crescimento ficou entre 20% e 25% nesse período.

São números muitos representativos da prosperidade.

Mas qual seria a explicação para a queda nas vendas nos últimos anos?

A crise econômica que se agravou desde 2011 e que chegou ao auge em 2016.

As pessoas estão com pouco dinheiro para investir na aquisição de veículos e isso afetou bastante o mercado.

Quando a economia estava equilibrada, a renda e o crédito eram abundantes.

Veja a questão do crédito no mercado de motos.

Entre 2007 e 2017, o crédito representava 82% das vendas de motos.

Já em 2016, o número baixou para 62%.

Mesmo que no geral a economia brasileira comece a dar sinais de recuperação, o mercado de motos está sofrendo para voltar ao bons tempos.

Enquanto isso, sobrevive de lampejos de boas notícias.

No ano passado, uma das principais foi a chegada ao país de uma nova fabricante de motos.

Mesmo com a turbulência na economia, o Brasil recebeu a empresa anglo-indiana Royal Enfield.

O foco dela são motocicletas com um visual retrô.

Seus modelos estão disponíveis para venda em concessionárias em São Paulo.

E por falar em motos de sucesso e desejadas, no próximo tópico, vamos falar daquelas que são consideradas como as melhores atualmente.

 

As Melhores Motos do Brasil Hoje

Quando falamos nas melhores motos do Brasil hoje, não estamos nos referindo especificamente às mais caras.

Por exemplo, um dos maiores sucessos da Honda, que também se destaca entre as melhores, custa a partir de R$ 10.190.

É a Honda CG 160.

De acordo com o site da fabricante, essa moto possui o painel totalmente digital e freios CBS (Combined Break System).

Além disso, o motor de 162 CC permite aumentar o desempenho e a performance.

Quer conhecer outra moto de sucesso?

Então, temos que lembrar que é cada vez maior o número de mulheres pilotando motos no Brasil.

E elas também merecem o melhor.

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De acordo com este site, uma das motos que mais fazem sucesso com o público feminino é a Suzuki Intruder 125 ED.

Além do banco grande e muito confortável, o guidão dessa moto é largo, o que facilita a pilotagem.

Além disso, a Suzuki Intruder 125 ED não é muito pesada e tem um bagageiro com um bom tamanho.

Outras motos recomendadas para o público feminino são a Yamaha Factor 125 e a Fazer 150.

Quer mais?

Podemos citar como as melhores motos do Brasil (para todos os públicos):

  • Honda CG 125;

  • Yamaha MT-03;

  • Yamaha XJ6;

  • Honda Bros 160;

  • BMW G 310 R;

  • Kawasaki Z300;

  • KTM 200 Duke;

  • BMW G 310.

 

O Mercado de Motos Usadas

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O mercado de motos usadas segue aquecido

Como já afirmamos, a crise econômica impacta a venda de motos zero quilômetro no Brasil desde 2011.

Mas quem não sentiu tanto o impacto econômico foi o mercado de motos usadas.

Afinal, o preço de uma moto usada é mais baixo do que uma nova.

Além de comprar, o consumidor pode negociar sua moto antiga e usá-la para dar entrada.

Se a moto usada está em boas condições de uso, com a papelada em dia e com um preço convidativo, por que não fazer a compra, não é mesmo?

Nessas horas, um aliado do consumidor é a internet.

O ano de 2017 foi positivo para as compras de motos usadas pela internet.

O site OLX registrou aumento de 12,3% nas negociações somente no primeiro semestre do ano passado.

Traduzindo isso em números, foram 528.425 motos vendidas, sendo que a campeã de vendas foi a Honda.

Mas atenção!

Não se deixe enganar por uma aparente oferta espetacular.

Pesquise sobre a moto e o modelo que você tanto deseja e não realize a compra por impulso.

Se você tiver dúvidas se a moto está realmente em bom estado, contrate um mecânico para fazer uma revisão e avaliar se a compra vale a pena.

 

Motos Mais Vendidas

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A conceitual Harley Davidson ocupa a sétima posição no ranking de marcas mais vendidas em unidades

Ruim para uns, bom para outros.

De acordo com esta reportagem do site G1, 2017 foi o 6º ano de quedas consecutivas do mercado de motos.

Dessa vez, a queda foi de 14,71%.

Mesmo assim, o segmento de scooters registrou um recorde de vendas.

Como você pode ver, nem todo mundo tem motivos para chorar.

Quer ver quem está rindo à toa?

Apontaremos as motos mais vendidas em 2017 e o número de emplacamentos divulgado pela Associação das Concessionárias (Fenabrave).

As motos City (urbanas) mais vendidas

  1. Honda CG 160: 229.347;

  2. Honda CG 125: 30.237;

  3. Yamaha YBR 150: 23.890;

  4. Honda CB Twister 250: 22.665;

  5. Yamaha Fazer 250: 10.840.

As motos Trail de baixa cilindrada mais vendidas

  1. Honda Bros 160: 31.912;

  2. Honda XRE 300: 22.764;

  3. Yamaha Crosser 150: 15.694;

  4. Honda XRE 190: 14.295;

  5. 5. Yamaha XTZ 250: 11.531.

As motos Maxtrail mais vendidas

  1. BMW R 1200 GS: 2.737;

  2.  Triumph Tiger 800: 1.851;

  3. BMW F 800 GS: 1.530;

  4. Yamaha XT 660: 1.373;

  5. Suzuki V-Strom 650: 914.

As motos Naked de baixa cilindrada mais vendidas

  1. Yamaha MT-03: 6.672;

  2. Kawasaki Z300: 1.032;

  3. KTM 200 Duke: 431;

  4. BMW G 310 R: 388.

As motos Naked de alta cilindrada mais vendidas

  1. Honda CB 500F: 2.149;

  2. Yamaha MT-07: 1.406;

  3. Yamaha XJ6: 868;

  4. Honda CB 650F: 758;

  5. Suzuki GSX S1000A: 754.

As Cinquentinhas mais vendidas

  1. Shineray XY 50: 12.084;

  2. Traxx JL50: 4.259;

  3. Dafra Zig 50: 1.699.

As Scooter mais vendidas

  1. Honda PCX 150: 28.049;

  2. Yamaha Neo 125: 9.692;

  3. Yamaha NMax: 9.515;

  4. Honda SH 150: 2.458.

As CUB mais vendidas

  1. Honda Biz: 109.830;

  2. Honda Pop 110i: 77.027;

  3. Honda Pop 100: 2.458.

As motos esportivas de baixa cilindrada mais vendidas

  1. Yamaha YZF-R3: 1.255;

  2. Kawasaki Ninja 300: 933.

As motos esportivas de alta cilindrada mais vendidas

  1. Honda CBR 650F: 693;

  2. BMW S 1000 RR: 645;

  3. Honda CBR 500R: 630;

  4. Kawasaki Ninja ZX-10: 245.

As motos Custom mais vendidas

  1. Harley-Davidson 1200: 890;

  2. Harley-Davidson Sportster 883: 772;

  3. Harley-Davidson Fat Boy: 487;

  4. Kawasaki Vulcan S: 461;

  5. Harley-Davidson Softail Breakout: 424.

As motos Touring mais vendidas

  1. Harley-Davidson Ultra Limited: 661;

  2. Harley-Davidson Street Glide: 318;

  3. Harley-Davidson Heritage: 276;

  4. Harley-Davidson Road King: 194;

  5. Harley-Davidson FLT: 103.

Ranking de marcas em unidades

  1. Honda: 666.146;

  2. Yamaha: 115.225;

  3. Shineray: 14.676;

  4. Suzuki: 6.963;

  5. BMW: 6.626;

  6. Dafra: 6.305;

  7. Harley-Davidson: 5.294;

  8. Traxx: 5.021;

  9. Kawasaki: 4.459;

  10. Triumph: 3.919;

  11. Wuyang: 2.893;

  12. Haojue: 2.374;

  13. Ducati: 1.184;

  14. Bull: 1.113;

  15. KTM: 774;

  16. Bravax: 683;

  17. Kasinski: 629;

  18. Kymco: 593;

  19. Sousa: 435;

  20. Jonny: 429;

  21. Dajiang: 359.

Perceba que a montadora Honda possui uma enorme vantagem com relação ao segundo lugar (Yamaha).

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O Mercado de Motos no Mundo

A Índia é o maior mercado de motos do mundo.

Para você ter uma ideia, em 2016, foram vendidas mais de 17 milhões de motos na Índia.

Por dia, são negociadas no país quase 50 mil motocicletas.

É um número incrível!

Com esse excelente desempenho de vendas, a China perdeu o primeiro lugar para a Índia.

O sucesso se explica pelo aumento da renda média dos indianos e pela melhora da infraestrutura nas áreas rurais.

Além disso, as mulheres estão comprando mais motonetas, porque é um meio de locomoção muito prático.

Por outro lado, uma das explicações para a diminuição da venda de motos na China é o aumento da venda de carros.

Movimentos do mercado europeu

Você saberia dizer quais foram as motos mais vendidas no mercado europeu em 2017?

De acordo com este site, este é o ranking:

  1. BMW R1200 GS: 18.013;

  2. Yamaha MT-07: 13.125;

  3. Peugeot Kisbee 50: 12.561;

  4. Honda SH 150: 8.754;

  5. Yamaha T-Max: 7.846;

  6. Yamaha MT-09: 7.562;

  7. Piaggio Zip 50 2T: 7.161;

  8. BMW R1200RT: 6.625;

  9. Honda SH300: 6.281;

  10. Kawasaki Z800: 6.235.

Perceba que, diferentemente do Brasil, a Honda não possui o primeiro lugar no ranking de vendas.

E nos Estados Unidos?

Os Estados Unidos são um excelente mercado de motos.

Uma das fabricantes mais conceituadas é certamente a Harley Davidson.

Mas ela já esteve em melhores condições.

Em 2017, a Harley Davidson enfrentou uma concorrência que não se via há muito tempo.

A grife Indian aumentou mais de 17% suas vendas, enquanto a Harley Davidson diminui 7% no mesmo período.

Mesmo assim, ainda está muito longe de perder o primeiro lugar de vendas de motos de grande porte: ela representa 50% do mercado.

 

5 Curiosidades Sobre Motos

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Confira abaixo novidades que você provavelmente ainda não sabia!

Quer aumentar seus conhecimentos sobre os apaixonantes veículos em duas rodas?

Separamos cinco curiosidades incríveis sobre motos para você.

1. Scooter não é moto

Você sabia que é errado afirmar que Scooter é moto?

São muitas as diferenças entre motos e scooters.

As motos possuem um quadro tubular e pedais, enquanto a scooter possui chassi monocoque estrutural e assoalho.

O tanque de gasolina da scooter está localizado debaixo do assoalho ou banco.

Já na moto, o tanque fica à frente do piloto.

As motos possuem manete de embreagem, rodas de grande diâmetro e se pilota montado.

Já as scooters não possuem embreagem, as rodas são menores e se pilota sentado.

2. EUA não é só Harley

De acordo com este site, a Honda é uma marca muito reconhecida nos Estados Unidos porque comercializa produtos de boa qualidade e preços acessíveis.

Até aí, tudo certo.

Mas a fama da marca não se dá apenas pelas motos e carros que fabrica.

A Honda também faz geradores e até cortadores de grama.

3. As motos mais rápidas

As motos mais rápidas são as seguintes:

  • 1olugar: MTT Turbine Superbike Y2K;

  • 2olugar: Suzuki Hayabusa GSX1300RA;

  • 3olugar: MV Agusta F4 R312;

  • 4olugar: MV Agusta F4 Tamburini;

  • 5lugar: BMW S1000RR;

  • 6olugar: MV Agusta F4 1000S;

  • 7olugar: Kawasaki ZZR 1400 Ninja;

  • 8olugar: Yamaha YZF-R1;

  • 9olugar: Honda CBR1000 RR – Fireblade;

  • 10olugar: Suzuki GSX-R1000.

Para você ter ideia, a moto que ficou em primeiro lugar usa um motor de turbina para conseguir dar impulso e chegar até 370 km/h.

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4. Harley Davidson tem sete modelos de Touring no Brasil

Uma das empresas mais famosas do mercado de motos mundial é a Harley Davidson.

Disso, você já sabia, é claro.

No site da Harley Davidson, é possível encontrar as motos disponíveis para venda no mercado brasileiro.

Por exemplo, a Harley Davidson no Brasil disponibiliza para venda 7 modelos da linha Touring, com os seguintes preços:

  • Road King Classic: R$ 78.480,00;

  • Road King Special: R$ 80.980,00;

  • Street Glide: R$ 89.480,00;

  • Road Glide Special: R$ 92.980,00;

  • Street Glide Special: R$ 94.500,00;

  • Road Glide Ultra: R$ 97.480,00;

  • Ultra Limited: R$ 98.480,00.

Também é possível comprar uma Harley Davidson por um preço mais em conta.

Por exemplo, veja os modelos Sportster disponíveis para venda:

  • Iron 883: R$ 42.440,00;

  • 1200 Custom: R$ 47,980,00;

  • Forty-eight: R$ 48,680,00;

  • Roadster: R$ 49,680,00.

5. Uma moto exclusiva para o Brasil

De acordo com este site, a Fazer 250 é produzida apenas na fábrica localizada em Manaus.

Ela é indicada para viagens curtas e para o uso nas grandes cidades brasileiras.

 

Conclusão

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Lembre-se sempre de respeitar as leis de trânsito e preservar sua segurança na moto!

Este artigo mostrou como o mercado de motos está sofrendo com a crise econômica pela qual o Brasil está passando.

Apesar dos números negativos que se arrastam desde 2011, a esperança de dias melhores se renovam para 2018.

Agora, é esperar para ver.

Você também conferiu na leitura quais são as motos mais vendidas, dicas para comprar sua próxima moto e muitas curiosidades interessantes.

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