Como viajar em segurança e sem estresse

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Como viajar em segurança e sem estresse

Viajar em segurança é uma experiência pela qual todos vamos passar em algum momento de nossas vidas.

Seja por prazer ou a trabalho, é bastante comum nos depararmos com essa situação.

Existe, ainda, a possibilidade de você ser o motorista em uma viagem e, então, é preciso estar atento a tudo que se passa no trânsito.

Acidentes, por exemplo, são mais comuns em épocas com muitos viajantes na estrada, logo o motorista deve ter a sua atenção redobrada.

Por conta disso, é preciso se preparar. Mais importante ainda, é preciso aprender a se preparar.

Nesse artigo, vou abordar os principais aspectos técnicos e psicológicos do planejamento de uma viagem.

Assim, acredito poder tornar as suas próximas experiências seguras e proveitosas.

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Veículo seguro, viajante seguro

Segurança sobre rodas

Uma das primeiras e maiores preocupações ao preparar-se para uma viagem é a condição do veículo a ser utilizado como meio de transporte.

Independente do modelo, tamanho ou idade do veículo, o condutor deve estar atento às condições mecânicas e funcionais do seu automóvel.

Obviamente, os elementos nos quais se deve prestar atenção são diferentes entre uma moto e um carro, ou entre um esportivo importado e um básico modelo econômico.

De acordo com o Denatran e o IBGE, o carro é o automóvel mais utilizado no Brasil, enquanto a moto está em segundo lugar.

Por esse motivo, nesse post, vou dar preferência ao carro, mas também abordarei questões pertinentes quanto às motocicletas.

Para não ter inconvenientes na estrada, o motorista deve pensar no estado do seu carro com antecedência.

Ao longo desse post, vou esmiuçar algumas das preocupações que devemos ter antes de pegar a estrada. Vamos por partes, começando pelos pneus.

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Os pés do carro

O pneu não pode estar com as ranhuras já gastas (também conhecido como pneu careca). Isso compromete o controle do viajante sobre o veículo, especialmente em situações em que o carro é freado de forma abrupta.

O perigo de um pneu gasto se amplifica em uma situação de chuva ou de pista molhada. A água, portanto, é um fator que prejudica ainda mais a dirigibilidade do veículo.

Para ver se o pneu está careca ou não, basta olhar para o indicador TWI. Esse indicador é uma marca saliente na borracha, localizada no interior do sulco do pneu.

Costuma haver um triângulo, também saliente, que aponta a direção do indicador TWI. No momento em que o desgaste dos seus pneus alcançar esse indicador, é hora de trocá-los.

Você também pode medir o desgaste por outros métodos, como riscar os sulcos com uma caneta esferográfica.

Se a caneta não se encaixar em um dos sulcos, é porque esse pneu já está gasto e não é mais seguro.

Também é importante lembrar que não apenas os quatro pneus nos eixos devem estar em boa condição, mas também o estepe.

Se ainda estiver com dúvida sobre o estado dos seus pneus, visite um especialista. Mais tarde, você pode pagar caro por uma dúvida não respondida.

Caso um ou um par de pneus esteja gasto, e não havendo condições de trocá-lo por um em bom estado, a recomendação é colocar o pneu ou o par gasto no eixo dianteiro do carro.

Embora muitos acreditem que é melhor colocá-los no eixo anterior, ter pneus gastos na parte traseira do carro facilita a derrapagem e a perda de controle do veículo.

Por dentro da borracha

Depois de conferirmos o exterior do pneu, é hora de nos preocuparmos com o seu interior. O assunto, aqui, é a pressão interna, que deve estar bem calibrada antes de uma viagem.

Um pneu bem calibrado aumenta a estabilidade do veículo, ajuda a preservar a borracha de danos externos e contribui para a integridade material da sua parte interna.

Porém, atenção! Uma boa calibração não é sinônimo de muita pressão no pneu!

A grande pressão interna causa um pneu duro demais, que perde aderência e prejudica a dirigibilidade do veículo.

Da mesma forma, um pneu com pouca pressão pode se desprender da roda em uma manobra.

Além disso, deve-se seguir o manual do fabricante e suas recomendações para a calibragem, e considerar que o peso da carga do veículo também deve ser levado em conta na calibragem dos pneus.

Por fim, vou fazer algumas considerações em relação a um processo totalmente condenável, chamado de “ressulcagem”.

Nesse procedimento, se frisa os pneus para tentar recuperar a tração perdida. Ela utiliza lâminas em altas temperaturas para tentar redesenhar a banda de rodagem do pneu.

Os fabricantes fazem advertências quanto a essa técnica, pois retira partes de borracha que compõem a estrutura do pneu, o que torna-o mais frágil.

Um pneu “ressulcado” tem sua aderência prejudicada e pode estourar enquanto o veículo está em movimento.

Estrutura em movimento

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Problemas no alinhamento e no balanceamento do seu veículo geram perigos na estrada

O condutor deve levar em conta o balanceamento e alinhamento do seu automóvel.

Esses dois elementos influenciam diretamente na dirigibilidade, no consumo de combustível e no desgaste da suspensão do veículo.

Além disso, o desalinhamento contribui para um desgaste mais rápido dos pneus.

Por esses motivos, os viajantes devem verificar o alinhamento e o balanceamento do carro especialmente antes de viagens longas, pois a estrada oferece perigos, como buracos e lombadas que acabam prejudicando o alinhamento do carro.

O motor é o coração do carro, por isso é de extrema importância inspecioná-lo antes de viajar. O óleo lubrificante, por exemplo, é essencial para o funcionamento do motor.

Por isso, o viajante deve sempre verificar o nível do óleo , inspecionando, com o uso da vareta,  se está no nível correto, e respeitando a sua validade.

É importante mencionar que o óleo deve ser trocado de acordo com as recomendações do fabricante.

O óleo vencido perde sua viscosidade e, assim, não consegue mais cumprir com o seu papel, que é lubrificar.

Também é importante prestar atenção ao nível de água no radiador.

Esse componente é o responsável pela refrigeração do motor, e se estiver seco pode ser a causa de um grande problema quando o motor superaquecer.

O óleo também ajuda a dissipar o calor produzido no motor, outro motivo para não esquecermos dele.

Mantendo as rodas sob controle

Outro líquido que o motorista não pode ignorar é o fluido do freio. É ele que transmite força para as pastilhas de freio desacelerarem as rodas quando necessário.

Não se deve andar de carro com o fluido vencido e nem com os níveis do fluido abaixo do recomendado pelo fabricante.

No assunto freio, também vale ressaltar as pastilhas. São elas que entram em contato com a roda para freá-la e, consequentemente, com o uso, vão ficando gastas e perdem sua eficácia.

Elas devem ser inspecionadas rotineiramente e trocadas se necessário.

Também de importante menção é o sistema elétrico, que não pode ser esquecido ou visto como algo secundário ao funcionamento do carro.

Ele desempenha papel fundamental, especialmente em carros mais modernos e sofisticados, e tem influência direta sobre a segurança do condutor e dos seus passageiros.

É sempre importante checar a carga da bateria e examinar as luzes do painel.

Após essas verificações, deve-se prestar atenção no funcionamento da sinalização, piscas, setas, faróis e lanternas.

Se algum desses componentes estiver com defeito, é necessário levar o carro ao especialista para a causa do problema ser identificada.

Esse mal funcionamento pode se dar tanto no painel, no componente em si ou no sistema elétrico que conecta o painel ao componente.

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Ferramentas contra o perigo

Caso uma emergência venha a acontecer, o carro deve ter seus recursos emergenciais adequados.

O extintor de incêndio precisa estar dentro da validade e dentro dos conformes exigidos pelas normas legais.

O motorista precisa estar ciente da localização do extintor no carro e de como utilizá-lo corretamente.

É bom lembrar que existem tipos diversos de extintores e que cada um cabe a uma situação diferente, isto é, a um material inflamável diferente.

Na parte mecânica, o carro deve estar equipado com macaco, triângulo, chave de roda e chave de fenda.

É indispensável o conhecimento de uso dessas ferramentas, pois elas podem vir a fazer toda a diferença, tanto para quem está as carregando no veículo, quanto para quem esteja na estrada precisando de ajuda.

O viajante pode levar também pequenas peças de reposição, como lâmpadas, fusíveis e velas.

Existem outros sistemas em um carro que não são exatamente fundamentais, mas também devem ser mantidos em condições adequadas para evitar dor de cabeça.

Estes incluem os lavadores de vidro e palhetas (verificar a presença de água para não arranhar o vidro), o ar-condicionado (deve-se checar a condição do filtro dele) e sistemas de GPS e computador de bordo.

 

A vez da moto

Cuidados específicos

viajar em segurança moto
As motocicletas necessitam de atenção redobrada na estrada

Como foi dito antes, embora esse post tenha maior foco no carro, ele não é nosso único assunto.

Alguns cuidados indicados acima, como verificar o óleo de lubrificação, fluido e pastilhas de freio, alinhamento e pneus, são universais, isto é, podem ser aplicados a todos os automóveis. Porém, alguns conselhos específicos também são necessários.

Andar de moto é uma atividade sem igual. A moto oferece uma liberdade e sensação que nenhum outro automóvel pode oferecer.

Mas, por isso mesmo, ela oferece alguns perigos singulares. Começaremos falando, primeiramente, do sistema de transmissão.

As transmissões com eixo cardã ou correia dentada são sistemas que tem longa vida útil se forem bem mantidos por seus proprietários.

Muitas motos, porém, ainda utilizam o sistema antigo de corrente. A corrente precisa de cuidados especiais e deve ser avaliada antes de uma viagem.

É importante manter a corrente bem lubrificada para o bom funcionamento do sistema de transmissão.

O ideal lubrificá-la a cada 1000 km se o tempo estiver seco e a cada 250 km caso o tempo estiver chuvoso.

O lubrificante também deve ser de boa qualidade. Nessas horas, o barato pode sair muito caro.

A parte elétrica da moto também deve ser foco de atenção do motorista, ainda mais tratando-se de um modelo mais antigo.

É necessário carregar fusíveis novos e, se possível, lâmpadas para diferentes faróis da moto. Os cabos elétricos também devem ser avaliados pelo motoqueiro.

Cabos em más condições, isto é que já não se mostram mais confiáveis ou responsivos, afetam a dirigibilidade e podem causar acidentes.

É bom ser prevenido e pensar na condição dos cabos antes deles se tornarem um problema.

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Cuidados ainda mais específicos

Por último, nessa seção sobre motos, falaremos sobre bagagens e bagageiros.

As malas e mochilas acopladas a uma moto nunca podem estar frouxas, pois comprometem o manejo da motocicleta, a segurança dos passageiros e de outros condutores na estrada.

Existem equipamentos específicos para prender objetos na moto (elásticos, alforjes, cintos) que devem ser utilizados a fim de não permitir que algo se solte ou fique instável durante o trânsito do veículo.

Caso a moto possua um bagageiro, é necessário que ele se mantenha preso à moto firmemente e que não se abra ou se solte durante a viagem.

 

Segurança além da mecânica

Preparação, preparação, preparação

viajar em segurança cinto de segurança
O uso do cinto de segurança é obrigatório até mesmo para distâncias curtas

A primeira preocupação deve ser com o planejamento da viagem.

É ideal que o motorista já esteja consciente de quais rodovias e estradas irá utilizar antes mesmo de subir no carro.

Se ele já trafegou nessas vias e as conhece pessoalmente, ainda melhor.

A estrada pode oferecer muitas surpresas, até mesmo para um condutor experiente, então quanto mais segurança você garantir de antemão, mais tranquilo será o seu trajeto.

Já transitando na estrada, é necessário estar sempre alerta.

Isso envolve estar consciente do que está acontecendo na pista, evitar se distrair com coisas dentro e fora do carro e seguir as normas de trânsito.

Obedeça a sinalização, utilize a sinalização do veículo e não ultrapasse o limite de velocidade.

Além disso, não esqueça: mantenha os faróis acesos sempre que estiver em uma rodovia.

A atenção deve ser redobrada em uma pista de má qualidade (esburacada, asfalto ruim, estrada de terra desniveladas) e quando há a presença veículos de grande porte, como caminhões e ônibus.

Fatores externos

Existem situações climáticas que irão dificultar a tarefa do motorista. Em caso de neblina, utilize o farol e a lanterna, e mantenha-se atencioso.

Se a neblina estiver muito intensa, ande com cuidado e próximo da borda direita da rodovia.

Isso dificulta a ocorrência de colisões e possibilita, ao motorista, manter-se rente à faixa branca da pista.

Caso a neblina esteja intensa a ponto de impossibilitar a dirigibilidade do veículo, as autoridades recomendam parar o automóvel em um posto de gasolina ou de polícia.

Não se deve usar o acostamento nessa situação. Ele existe apenas para situações de emergência, acidente ou caso seja necessário prestar socorro a alguém.

É ilegal andar com o carro no acostamento, configurando uma infração gravíssima que acarreta multa de R$ 880,41 e 7 pontos na carteira.

Essa prática também pode causar um acidente, especialmente em situações de baixa visibilidade.

Como todos sabemos, a chuva é outro fator que traz perigo na hora de dirigir.

O principal transtorno pelo qual ela é responsável é a aquaplanagem.

A aquaplanagem é quando os pneus do carro perdem o contato com o asfalto e começam a deslizar sobre a lâmina d’água que se formou na pista.

Como já discutido antes, esse fenômeno costuma ser causado pelo uso de pneus desgastados (carecas) já sem capacidade de tração.

A aquaplanagem tira o controle do carro do motorista e pode causar acidentes, especialmente em alta velocidade.

Para evitar esse transtorno, o recomendado é trocar os pneus quando necessário e não tentar estender a vida útil de um já gasto.

Caso você se encontre numa situação em que a aquaplanagem ocorre, você só deve usar o freio se o seu carro possui freios ABS.

Caso contrário, você não deve pisar bruscamente no pedal do freio, o que vai apenas piorar a derrapagem e perda de controle do veículo.

Retire o pé do acelerador e segure o volante com firmeza, mantendo as rodas na vertical.

Faça isso até sentir que os pneus voltaram a entrar em contato com o solo e há aderência com a pista.

Outra preocupação comum na estrada e que se torna mais relevante em caso de chuva, é manter-se consciente da distância que há entre seu veículo e os outros na rodovia.

Em um caso de estrada molhada, onde os freios são menos eficientes, a distância mínima deve ser sempre observada mais atenciosamente.

Manobrando na estrada para viajar em segurança

Uma situação que oferece grande risco, em alta velocidade, é a ultrapassagem.

Essas manobras são causas de milhares de acidentes, anualmente, no Brasil.

Infelizmente, não é difícil encontrar notícias que relatam mortes, frequentemente de múltiplos ocupantes, causadas por acidentes decorrentes de ultrapassagens perigosas.

Para realizar essa manobra de forma segura, é importante observar alguns quesitos.

Primeiramente, é preciso manter  distância do veículo em frente ao seu.

Não apenas para caso haja uma freada brusca, mas porque a distância aumenta o horizonte de visão do condutor, permitindo um planejamento melhor da sua ultrapassagem.

Ele também pode trocar de marcha e acelerar por mais tempo na sua faixa, reduzindo o tempo necessário na contramão para ultrapassar.

Ademais, não se deve utilizar o farol alto enquanto se faz a ultrapassagem.

Isso prejudica a visão de quem está se aproximando na contramão e pode provocar um acidente.

Por último, não seja impaciente. Utilize a seta, espere a contramão estar livre, utilize o farol baixo e não fique mais do que o necessário na faixa oposta.

É importante salientar que é proibido ultrapassar pelo acostamento ou em intersecções, assim como impossibilitar a ultrapassagem de outro veículo.

Preocupação física

Como já dito, a outra máquina com que você tem que se preocupar, além do seu carro, é o seu corpo.

Essa preocupação é ainda mais importante em viagens de longa distância.

Nesses casos, já planeje o seu trajeto levando em conta algumas paradas para comer e sair do carro.

Quando se levantar do banco, alongue as costas e os músculos das pernas e das costas.

Se for possível, realize uma caminhada, passe um período de pé em movimento.

Nosso corpo não foi planejado para passar períodos de longas horas sentado.

Aproveite as oportunidades para ser ativo, não apenas o motorista, mas os passageiros também.

Eles podem fazer alongamentos até dentro do carro, estendendo pernas e braços, e fazendo movimentos circulares com pés e pulsos.

Além dos seus músculos e articulações, preocupe-se com a sua condição mental.

Uma viagem deve ser feita, idealmente, com uma cabeça bem descansada, um corpo bem hidratado e um estômago sem comidas pesadas, com gorduras e frituras.

As frituras e gorduras podem causar desconforto e afetar o bem-estar do motorista.

Dirigir por longos períodos já é uma atividade cansativa por si só, então uma cabeça com enxaqueca, irritadiça ou de ressaca apenas amplifica o desgaste mental.

Este, por sua vez, afeta a atenção e capacidade de reagir do motorista.

O motorista deve estar mentalmente confortável e caso não esteja sozinho no carro, os outros ocupantes também têm de estar cientes de que eles influenciam no andamento do veículo.

É importante que todos estejam utilizando cinto de segurança e não estejam distraindo ou prejudicando os sentidos do condutor.

Se houver crianças com menos de sete anos e meio, elas devem estar em uma cadeirinha adequada à sua idade.

O não cumprimento dessa norma causa uma infração gravíssima, com R$ 293,47 de multa, 7 pontos na carteira e retenção do veículo até essa deficiência ser sanada.

A partir dos sete anos e meio de idade, as crianças podem fazer uso apenas do cinto de segurança.

Se houver animais de estimação, eles devem estar dentro de caixas próprias para o seu tamanho, que devem estar fixadas com cintos de segurança.

Isso previne que as caixas sejam jogadas em caso de uma freada brusca.

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Boa viagem (Isso que é conclusão!)

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Viaje sempre em segurança para aproveitar ao máximo o seu passeio

Esse artigo nos possibilitou revisar os principais fatores de risco para uma viagem, tanto no que diz respeito ao veículo, quanto no que diz respeito ao viajante.

Planeje sua viagem, verifique o estado do seu carro e esteja em boas condições físico-mentais para não apenas viajar com segurança, mas aproveitar ao máximo dessa experiência, seja sozinho ou com sua família.

Tome cuidado consigo mesmo e com quem você ama. Caso tenha alguma dúvida sobre como viajar com segurança, não hesite em escrever para nós do Doutor Multas.

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