Viajar De Moto: Dicas De Filmes Para Inspirar E Infrações Para Evitar

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viajar moto

É difícil encontrar alguém que não goste de viajar. Normalmente, a viagem inicia em uma rodoviária ou aeroporto, mas, às vezes, a sensação é de que só começa de verdade após a chegada ao destino final.

Essa, porém, não precisa ser a regra. Algumas maneiras de viajar servem justamente para aproveitar o caminho. É o caso das road trips.

Apesar das viagens em família com carros abarrotados de malas serem mais populares, há outras formas de se deslocar. Uma delas é viajar de moto.

Por ser um veículo menor, mais econômico e com maior mobilidade, é uma boa escolha para quem deseja viajar sozinho ou em dupla.

Mas, antes de pegar a estrada, é importante estar atento às questões que envolvem a viagem de moto, como o tipo de combustível, de vestimenta e, também, ao que as leis de trânsito exigem do motociclista.

Por isso, neste artigo, você entenderá um pouco mais sobre o universo das motos e dos motociclistas.

Ao longo do texto, reúno dicas para quem pretende viajar sobre duas rodas, entre elas, dicas de filmes para inspirar os amantes das motocicletas.

Por fim, para garantir uma viagem tranquila, falarei sobre as infrações específicas de motos previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Quer saber se compensa viajar de moto e como se preparar para isso? Siga a leitura até o final!

Viajar de moto em grupo pode ser mais vantajoso

viajar moto viajar em grupo
Confira as vantagens de viajar de moto

O primeiro grupo é o dos usuários, aqueles que usam a moto no dia a dia como meio de transporte. Eles saem de casa em duas rodas para trabalhar, ir ao cinema, visitar os amigos. Resumindo, utilizam a moto rotineiramente para se locomover.

Os esportistas formam o segundo grupo. Nesse caso, as motos são usadas para a prática de esportes, como o motocross.

Este consiste em corridas que incorporam características naturais do terreno. São realizadas, normalmente, em pistas fechadas e de chão molhado.

Há também a arena cross, uma competição disputada em um ambiente análogo aos estádios, permitindo que o público fique bem próximo dos competidores.

O supercross, bem similar ao arena cross, tem os obstáculos artificiais como um diferencial, o que deixa a competição mais radical.

Outros esportes como trial, hally, cross country e trilha compõem a vasta lista de atividades em que os esportistas podem se engajar.

Por último – e em maior sintonia com o tema deste artigo – estão os estradeiros. Este grupo é formado por pessoas que viajam sozinhas, praticando o mototurismo.

Se gostarem de companhia, podem formar ou entrar em grupos que viajam juntos, conhecidos como motoclubes ou motogrupos.

Esses grupos costumam agrupar pessoas com as mesmas preferências nas características de seus veículos.

As preferências podem ser por motos de até 250 cilindradas, ou por um número intermediário de até 600 cilindradas e, até mesmo, os mais ousados que curtem acelerar com mais de 600 cilindradas.

A Revista Motoclubes disponibiliza, em seu site, uma lista de vários motoclubes registrados em todos os estados brasileiros.

Assim, basta procurar pelo seu estado e verificar se existe um na sua cidade ou em alguma próxima.

Participar de um motoclube é uma boa forma de se familiarizar com o mototurismo, pois a ajuda do grupo pode evitar muitas dores de cabeça que um motociclista inexperiente não consegue prever antes de viajar.

Para os iniciantes, outra questão que pode pairar a mente é o custo de uma viagem de moto. Seria ela mais econômica ou não?

Continue a leitura para saber a resposta.

 

Viajar de Moto é Mais Barato Que de Carro?

O levantamento realizado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) sobre o custo dos veículos vendidos no Brasil apontou que a moto mais econômica é a Honda Pop 110i, que pode fazer até 56 quilômetros por litro de gasolina.

Quem prefere um veículo mais potente, pode adquirir uma Honda CB Twister, que possui 250 cilindradas.

Quanto ao consumo de automóveis, como você já deve saber, ele é bem maior do que o das motos que utilizei para exemplificar.

O site MotorShow divulgou uma lista de carros 1.0 mais econômicos, e os primeiros colocados são o Renault Kwid e o Volkswagen Up!.

O consumo de gasolina dos modelos, na estrada, fica em 15,8 km/l e 16,3 km/l, respectivamente.

Logo, a não ser que você queira levar a família toda na sua viagem, viajar de moto é uma forma de economizar, pelo menos, no combustível.

Entre os carros, é bem difundida a ideia do automóvel total flex, tecnologia que permite o abastecimento com dois tipos de combustível sem danificar o motor, mas entre os motociclistas essa realidade ainda não é comum.

Se você quer saber se é recompensador, saiba que o álcool sairá mais em conta quando o preço dele estiver 30% menor que o da gasolina, uma vez que o rendimento dele é menor.

Para ter certeza sobre o que fazer, você pode utilizar uma ferramenta que preparei para deixar esse cálculo mais prático e preciso, a calculadora Álcool x Gasolina.

Basta acessá-la e inserir os preços de cada combustível e ela lhe dirá se vale mais a pena abastecer com gasolina ou etanol.

Se estiver sem acesso à internet, você pode multiplicar o preço da gasolina por 0,7.

O resultado dessa multiplicação é o valor máximo que deve custar o litro de álcool para que você economize.

Por outro lado, o tanque com etanol seca mais, ou seja, você anda menos quilômetros do que andaria se tivesse abastecido com gasolina.

Então, para uma viagem, é necessário pensar, ao planejar as rotas e destinos, quantas paradas para abastecer você pretende fazer.

É uma questão de economizar dinheiro ou tempo. Com a gasolina, você vai mais longe, mas deixa seu dinheiro para trás.

O etanol tira menos dinheiro da sua carteira. No entanto, você levará mais tempo para chegar aos destinos, porque precisará parar para abastecer com mais frequência.

No mundo contemporâneo, as motos representam agilidade, economia e praticidade.

Com pouco consumo de combustível e baixo custo de manutenção – quando comparadas aos automóveis –, viajar de moto parece ser uma solução para quem quer rodar muito e gastar pouco.

Segundo pesquisa realizada pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos (Sindipeças), em comparação ao ano de 2016, o Brasil teve um aumento de 1,2% na frota de veículos circulando pelo país em 2017.

As motocicletas, por sua vez, após passar por um período intenso de crescimento durante dez anos – houve um aumento de 170% de sua frota entre 2004 e 2014, contadas separadamente neste novo estudo – tiveram uma queda de 2% em sua frota.

De acordo com o estudo, há praticamente quatro habitantes por veículo.

Ainda, segundo notícia do Diário do Transporte, em 45% das cidades brasileiras, o número de motocicletas era superior ao número de carros em 2018.

Isso demonstra, em certo aspecto, a preferência dos brasileiros quanto ao seu meio de locomoção.

As motocicletas possuem, ainda, uma série de categorias e há algumas mais propícias para serem usadas em viagens. Veja, a seguir, algumas delas.

Categorias de motos ideais para viagens

Caso você queira comprar uma moto para viajar, há algumas opções.

Pode ser, por exemplo, a custom: moto de centro de gravidade mais baixo, com guidom e pneus largos e uma suspensão mais propícia ao asfalto.

Por esses motivos, é ideal para viagens curtas e médias ao longo de estradas com boa manutenção.

Outra opção para os aventureiros é a Big Trail, que suporta uma carga maior e roda uma quilometragem maior por litro, ideal para viagens longas.

O ideal é que você compreenda suas necessidades e planeje sua viagem para saber qual é a sua escolha certa.

Quando o assunto é viajar de moto, o planejamento é a chave para o sucesso – e para evitar problemas.

Quer saber por onde começar? Leia a próxima seção deste artigo.

 

Não se Esqueça: Planejar é Importante

Ainda que viajar de moto tenha a ver com aproveitar as surpresas do caminho, existem certos aspectos que não podem ser ignorados no que se refere ao planejamento.

A parte mecânica, por exemplo, tem de estar em dia com a revisão para que seja seguro rodar distâncias longas. Alguns cuidados a se tomar:

Verifique os pneus e as rodas.

Verifique se não há objetos cravados nos pneus com certo tempo de uso.

Ande pela cidade com a motocicleta se os pneus forem novos. Assim, eles perderão um pouco da camada de proteção que os deixam escorregadios.

Deixe as correntes bem lubrificadas.

Quanto à parte elétrica:

Leve fusíveis e lâmpadas reservas para o freio, pisca e farol.

Confira e lubrifique os cabos também, como o de embreagem e acelerador.

Se você pretende viajar de moto, é importante pesquisar e entender, pelo menos, um pouco sobre o veículo.

Isso porque, caso surja um problema e não haja um resgate imediato, você precisa estar apto a “dar um jeito” na situação.

Por isso, procure um mecânico de confiança, que possa fornecer um diagnóstico da sua moto, e peça dicas sobre produtos e macetes valiosos para enfrentar uma viagem longa.

Além da pesquisa técnica, há também uma forma de estudar e, ainda, se divertir. Que tal assistir a um filme?

A seguir, você verá uma lista de 9 filmes que irão inspirá-lo para a sua próxima viagem de moto.

 

9 Filmes de Estradas Para Inspirar Quem Quer Viajar de Moto

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Você já viu algum dos filmes listados a seguir?

De tão satisfatório e recompensador, esse estilo invadiu as telas de cinema e se transformou, inclusive, em gênero de filme.

São, geralmente, longa-metragens em que os personagens vão se descobrindo, ao mesmo tempo em que avançam na quilometragem rodada, em meio a paisagens e experiências transformadoras.

É como se a viagem por entre os lugares geográficos fosse uma metáfora para as mudanças que acontecem internamente nos personagens.

Se a vida inspirou a arte, é bem possível que a arte devolva essa inspiração para quem sonha viajar de moto e se interessa por filmes de estrada.

  1. Sem Destino (1969): O filme retrata os Estados Unidos nos anos 1960 sob os olhos de dois jovens que viajam em suas motos de Los Angeles a New Orleans. Com um Jack Nicholson novinho.
  2. Diários de Motocicleta (2004): Antes de se tornar o revolucionário que o mundo conhece hoje, enquanto cursava o último ano da faculdade de Medicina, Che Guevara viajou pela América Latina em uma motocicleta com o seu amigo Alberto Granado.

As memórias do argentino foram transformadas no filme que, mais do que um relato histórico, é uma homenagem aos filmes de estrada e às motocicletas.

  1. Motoqueiros Selvagens (2007): Nesta comédia, quatro motoqueiros com mais atitude que experiência, decidem pegar a estrada para além do subúrbio em que vivem, esperando viver uma grande aventura.

A confusão começa quando a gangue cruza com os Del Fuegos, um grupo de motobikers do Novo México.

  1. Somewhere Else Tomorrow: O cineasta Daniel Rintz cansou de apenas sonhar com a viagem de moto, desistiu de juntar dinheiro e decidiu adquiri-lo pelo caminho.

A experiência pode ser conferida no documentário Somewhere Else Tomorrow, que mostra a sua viagem ao lado de Marianne – como ele apelidou sua BMW R80 – pela Austrália e Egito.

O documentário pode ser adquirido em várias plataformas, reunidas no site do cineasta.

  1. A Viagem para Darjeeling (2007): Após um acidente de moto, Francis propõe aos irmãos – cujo convívio não existe há tempos – fazer uma viagem de autodescobrimento pela Índia.

O filme, além de bonito e delicado, fornece cenas inimagináveis (talvez apenas pelo diretor Wes Anderson), como quando os três sobem em uma Honda Hero para atravessar o Deserto do Thar.

  1. Retorno a Paloma (2014): Para os fãs de Game of Thrones, nesse filme, o ator Jason Mamoa encena o nativo americano com sede de vingança.

Após vingar a morte de sua mãe, Wolf (Momoa) foge pelo oeste norte-americano em sua motocicleta, onde ele se dá conta de que a vingança tem um preço.

  1. As Máquinas Quentes (1970): Robert Redford, consagrado ator norte-americano, interpreta no auge de sua juventude o motociclista Halsy Knox.

O jovem desajeitado tenta voltar às corridas de motos depois de ser expulso por beber no expediente. Para conseguir, ele e um amigo passam a trabalhar como mecânicos em uma corrida de motos.

  1. As Motos Diabólicas (1967): Mais um filme com Jack Nicholson no início de carreira, quando o ator ainda fazia filmes “lado b”. Neste, o frentista Poet larga o emprego de segunda a segunda e se junta ao grupo Hell’s Angels. Em meio a benefícios e confusões, o grupo viaja de moto pela Califórnia.
  2. Mondo Enduro (2003): O documentário, filmado entre 1995 e 1996, mostra a trajetória de sete motociclistas experientes que pretendem viajar a maior distância ao redor do mundo no menor tempo possível.

Montados nas suas motos Suzuki DR350 Dual Sport, o grupo viaja por 40 dias. No filme, é possível ver o grupo tendo de lidar com os elementos da natureza, acampando, na luta para atingir seu objetivo.

Sem dúvida, esses filmes o deixarão ainda mais animado para sair logo rodando por aí.

No entanto, todo cuidado é necessário, e conhecer as leis de trânsito é indispensável para tornar a sua viagem ainda mais agradável.

Por isso, reuni partes importantes da legislação brasileira que tratam de trânsito nas estradas e condução de motocicletas.

Para ficar por dentro do assunto e não entrar em ciladas, siga a leitura na próxima seção.

Na estrada de moto: o que as leis de trânsito exigem

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Chegou a hora de falar sobre as leis de trânsito que envolvem a condução de motocicletas

A Lei nº 9.503, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, serve para guiar tanto os condutores quanto os agentes de trânsito no que diz respeito aos seus direitos e deveres.

Dessa forma, ela regula o uso e tráfego de veículos automotores do país. O CTB estabelece, por exemplo, as condições que o veículo precisa ter para que seu tráfego seja autorizado.

O condutor, por sua vez, precisa primeiro obter a Permissão Para Dirigir (PPD) ou a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), documento que dá permissão para dirigir no Brasil.

Em uma tentativa de diminuir as irregularidades e acidentes, foi instituído, na legislação, um sistema de pontos que pune os condutores que cometeram alguma infração.

Além dos pontos que o infrator recebe na sua carteira, ele também precisa pagar uma multa, caso cometa qualquer infração prevista no Capítulo XV do Código.

A multa e os pontos são atribuídos de acordo com as chamadas naturezas das infrações:

  • Infrações leves: 3 pontos na carteira e multa no valor de R$ 88,38.
  • Infrações médias: 4 pontos e multa no valor de R$ 130,16.
  • Infrações graves: 5 pontos e multa no valor de R$ 195,23.
  • Infrações gravíssimas: 7 pontos e multa no valor de R$ 293,47.

Todo condutor que ultrapassar 19 pontos na carteira, no período de 12 meses, terá seu direito de dirigir suspenso, sendo necessário fazer um curso de reciclagem para reavê-lo.

O valor da multa gravíssima pode ser multiplicado, de acordo com o art. 258, § 2º do CTB. Ou seja, o teto para pagar uma infração não é o valor da infração gravíssima.

A Lei Seca, por exemplo, prevista no art. 165 do Código, exige que o condutor que ingeriu bebida alcoólica pague 10 vezes o valor da infração gravíssima – um total de R$ 2.934,70.

Essas são informações gerais, que podem ser aplicadas a qualquer condutor que seja flagrado desrespeitando as leis.

Há, ainda, previsões específicas para os motociclistas, em especial, quanto à segurança ao dirigir.

Veja-as abaixo.

O que diz o Código sobre dirigir motocicleta

No art. 54 do CTB estão estabelecidos os parâmetros de segurança para a condução de motocicletas.

Esse artigo determina que o condutor, enquanto estiver na moto, precisa utilizar sempre o capacete, conduzir com ambas as mãos no guidom e vestir-se de acordo com as determinações do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

O passageiro da moto precisa seguir essas mesmas exigências (menos colocar as mãos no guidom, por motivos óbvios), conforme especifica o art. 55.

Já o art. 244, não apenas especifica o que a legislação exige, como também define as punições para quem descumprir a lei.

O art. 244 define como uma infração gravíssima, com multa, suspensão do direito de dirigir e recolhimento da CNH:

“Art. 244. Conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor:

I – sem usar capacete de segurança com viseira ou óculos de proteção e vestuário de acordo com as normas e especificações aprovadas pelo CONTRAN;

II – transportando passageiro sem o capacete de segurança, na forma estabelecida no inciso anterior, ou fora do assento suplementar colocado atrás do condutor ou em carro lateral;

III – fazendo malabarismo ou equilibrando-se apenas em uma roda;

V – com os faróis apagados;

 V – transportando criança menor de sete anos ou que não tenha, nas circunstâncias, condições de cuidar de sua própria segurança.”

Essas infrações não recebem fator multiplicador, portanto, têm multa de R$ 293,47.

A pior parte, contudo, não é financeira, mas o prejuízo de não poder viajar de moto por algum tempo devido à suspensão da carteira de habilitação.

Essa penalidade pode durar de 2 a 8 meses ou, em caso de reincidência, de 8 a 18 meses, segundo o art. 261, §2º, II do CTB.

Esteja sempre atento. Apesar de algumas dessas infrações tratarem-se de atos voluntários – fazer malabarismos, por exemplo –, você pode acabar com um processo de suspensão por esquecer de acender os faróis.

Lembre-se, ainda, que você tem o direito de recorrer de todas as autuações por infrações de trânsito.

Eu e minha equipe estamos à disposição para ajudá-lo nesse processo por meio do telefone 0800 6021 543 e do e-mail [email protected].

Além de observar a legislação, há outros cuidados que você pode ter ao viajar de moto, sobre os quais falarei a seguir.

Algumas medidas de segurança

Além do planejamento e da revisão mecânica, há maneiras de conduzir a moto que tornam a viagem mais segura.

Ao fazer a curva, por exemplo, não se esqueça: quanto maior a velocidade das rodas, maior o efeito giroscópico que a deixa em pé.

Por isso, não freie bruscamente enquanto estiver realizando uma curva. Primeiro, reduza a velocidade.

E lembre-se: ao fazer uma curva para a direita, jogue o peso do corpo para o mesmo lado, para compensar a lei da inércia.

Viajar de moto significa enfrentar, inevitavelmente, o vento forte. Portanto, o uso de luvas e jaquetas é muito importante.

Em função disso, quando a moto trafega atrás de um veículo grande, como um ônibus ou caminhão, o condutor sente-se muito mais confortável, já que está protegido do vento.

No entanto, a distância entre os veículos deve ser mantida, para evitar um acidente caso o veículo de maior porte freie de repente.

O efeito contrário, quando a moto ultrapassa o veículo e entra em contato novamente com o ar, também deve ser realizado com cautela.

Para garantir maior segurança, mantenha os faróis sempre acesos e evite ficar nos pontos cegos dos outros veículos.

 

Conclusão

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E aí, pronto para pegar a estrada em sua moto?

Neste artigo, você aprendeu que existe diferença entre os que usam a moto para se locomover no dia a dia e os que a utilizam como um estilo de vida, praticando o mototurismo.

Também coletou dicas sobre modelos de veículos e como realizar manutenções básicas.

Além disso, garantiu a indicação de nove filmes para preparar-se para a sua próxima – ou primeira – road trip.

Ainda, viu que existem leis que tratam da condução das motocicletas, infrações para quem desrespeitá-las e penalidades que podem ser aplicadas nesses casos.

Por fim, mostrei a você algumas dicas extras para fazer de sua viagem de moto um momento de lazer com segurança.

Agora, o que você está esperando para pegar a estrada?

Deixe nos comentários quais são os seus planos e não se esqueça de compartilhar sua experiência em um diário de bordo.

Recebeu uma multa? Eu e minha equipe podemos ajudá-lo a recorrer.

Gostou do artigo? Deixe sua avaliação abaixo e compartilhe com seus amigos! Sua opinião é importante para mim.

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