Multas de Trânsito Recurso

Dirigir com o braço para fora é infração?

Dirigir com o braço para fora é infração?

Sim. Dirigir com o braço do lado de fora do veículo é infração de trânsito no Brasil. O Código de Trânsito Brasileiro trata essa conduta como infração de natureza média, punida com multa, e o enquadramento aparece no art. 252, inciso I. Na prática, isso significa que o condutor pode ser autuado mesmo que considere o gesto “comum”, “rápido” ou “sem risco”, porque a lei parte da ideia de que a condução exige posição adequada, domínio do veículo e redução de exposições desnecessárias ao perigo. Continue lendo

Depois que chega a notificação de multa

Depois que chega a notificação de multa

Depois que chega a notificação de multa, o condutor ou o proprietário do veículo não deve agir por impulso nem pagar imediatamente sem antes analisar o caso. O recebimento da notificação inaugura uma etapa formal do processo administrativo de trânsito em que ainda podem existir defesa prévia, indicação de real condutor, pedido de advertência por escrito em algumas hipóteses e recursos administrativos, a depender do tipo de notificação recebida e do prazo informado no documento. A legislação de trânsito exige, por exemplo, que a notificação Continue lendo

Como recorrer multa de acostamento PRF

Como recorrer multa de acostamento PRF

Recorrer de multa de acostamento da PRF é possível, mas o recurso precisa ser técnico, objetivo e centrado em vícios do auto de infração, falhas de notificação, erro de enquadramento, ausência de elementos suficientes para comprovar a conduta ou situações excepcionais devidamente demonstradas. No caso do acostamento, a infração costuma ser enquadrada no art. 193 do Código de Trânsito Brasileiro, que trata de transitar com o veículo no acostamento e prevê infração gravíssima com multa multiplicada por três. Além disso, a própria PRF prevê a Continue lendo

Paguei a multa, posso recorrer?

Paguei a multa, posso recorrer?

Sim, em regra, pagar a multa não impede o recurso administrativo. O Código de Trânsito Brasileiro prevê expressamente que o recolhimento do valor da multa não implica renúncia ao questionamento administrativo, o que significa que o condutor ou proprietário pode quitar o débito e, ainda assim, discutir a autuação, a penalidade e seus efeitos, desde que observe os prazos e o procedimento aplicável. A principal exceção está na hipótese em que o infrator opta, pelo sistema de notificação eletrônica, por não apresentar defesa prévia nem Continue lendo

Pagando a multa os pontos saem da carteira

Pagando a multa os pontos saem da carteira

Pagar a multa não faz os pontos saírem da CNH. No sistema brasileiro de trânsito, o pagamento quita o débito financeiro da infração, mas não apaga automaticamente a pontuação lançada no prontuário do condutor. Os pontos decorrem da infração cometida, enquanto a multa é a penalidade pecuniária correspondente. São efeitos diferentes do mesmo fato administrativo. Em regra, a pontuação permanece ativa por 12 meses contados da data do cometimento da infração, e não da data do pagamento. Essa dúvida é extremamente comum porque muitas pessoas Continue lendo

Multa automática por exame toxicológico vencido

Multa automática por exame toxicológico vencido

A multa automática por exame toxicológico vencido decorre do descumprimento de uma obrigação legal imposta a determinados motoristas, especialmente os das categorias C, D e E, que precisam manter o exame toxicológico periódico em dia mesmo quando não estão exercendo atividade profissional no transporte. Na prática, isso significa que o condutor pode ser autuado ainda que não tenha sido parado em abordagem presencial, porque a irregularidade pode ser identificada pelos sistemas de fiscalização e pelos registros vinculados à sua habilitação. Trata-se de uma infração que Continue lendo

Dirigir sem portar CNH

Dirigir sem portar CNH

Dirigir sem portar a CNH não é a mesma coisa que dirigir sem ser habilitado, e essa diferença muda completamente a gravidade do caso. Quando a pessoa é habilitada, mas não está com o documento no momento da fiscalização, a situação, em regra, se enquadra como infração do art. 232 do Código de Trânsito Brasileiro, de natureza média, sujeita a multa. Por outro lado, se o condutor nunca teve habilitação, está com a habilitação cassada, suspensa ou vencida há mais de trinta dias, o enquadramento Continue lendo

Estou recebendo multas que não são minhas

Estou recebendo multas que não são minhas

Se você está recebendo multas que não são suas, a primeira providência é identificar por que isso está acontecendo, porque a solução muda conforme a causa. Em geral, os casos mais comuns são estes: o veículo foi vendido e a transferência não foi concluída, outra pessoa dirigia seu carro no momento da infração, houve erro de cadastro ou notificação, ou existe suspeita de veículo clonado ou dublê. Em qualquer dessas hipóteses, não é recomendável simplesmente ignorar as notificações. O caminho correto costuma envolver a apresentação Continue lendo

Transferir multa CET

Transferir multa CET

Transferir multa da CET, na prática, significa fazer a indicação do condutor responsável pela infração para que a pontuação seja atribuída à pessoa que realmente dirigia o veículo no momento da autuação, e não automaticamente ao proprietário. Esse procedimento não cancela a multa, não apaga a autuação e não serve para qualquer situação. Ele existe para redirecionar os pontos ao verdadeiro infrator quando a infração não teve identificação imediata do motorista no auto. Na cidade de São Paulo, a própria Prefeitura informa que a indicação Continue lendo

Conduzir o veículo com silenciador de motor defeituoso, deficiente ou inoperante

Conduzir o veículo com silenciador de motor defeituoso, deficiente ou inoperante

Conduzir o veículo com silenciador de motor defeituoso, deficiente ou inoperante é infração de trânsito prevista no art. 230, inciso XI, do Código de Trânsito Brasileiro. Trata-se de infração grave, com aplicação de multa, 5 pontos na CNH e medida administrativa de retenção do veículo para regularização. Em termos práticos, essa autuação recai sobre situações em que o sistema de escapamento não cumpre adequadamente sua função de reduzir ruído, seja por dano, falha, desgaste, modificação irregular ou falta de funcionamento eficaz do silenciador. O que Continue lendo