O que Realmente Importa ao Escolher seu Primeiro Carro

Nos dias de hoje, é bastante comum ficar em dúvida se vale a pena comprar um carro próprio, ou ir para os compromissos de táxi, metrô, uber ou bicicleta. Carona também é uma escolha.

primeiro carro
Um bom e confiável negócio, é isto que importa ao escolher o primeiro carro

Especialistas e mídia em geral falam de fazer a relação custo-benefício. O problema desta equação  é que no mais das vezes ela deixa de fora o valor do sonho de ter um carro para chamar de seu.

Problema é que com os carros, podem vir as multas. De todo modo, para multas há recurso. Baixe Grátis o PDF Exclusivo de Como Recorrer sua Multa de Trânsito!

E os sonhos são quantificáveis?

Este é um texto escrito para quem já tem a resposta para a pergunta acima. Neste post, eu não vou falar dos porquês de ter um carro, mas sim de como escolher o primeiro carro.

Por isso, vamos ler aqui:

  • O passo inicial para adquirir seu carro
  • Modelos
  • E mais modelos!
  • Veículo Usado
  • A questão financeira
  • Cuidados com o primeiro carro

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Ao escolher seu primeiro carro…

O passo inicial na direção de adquirir o seu primeiro carro é saber qual carro você planeja ter. Pode parecer uma resposta simples, afinal qualquer um de nós consegue pensar em um modelo que já sonhamos possuir.

Porém, a realidade é outra. É necessário pensar no automóvel não apenas como uma máquina que nos carrega de um lugar a outro durante o dia, mas como algo que exige cuidados, que tem suas capacidades e limites, que acarreta impostos e que precisa estar dentro do exigido pela lei.

 

A taxonomia dos carros

primeiro carro taxonomia
Tantos carros a escolher, tanto a saber…

Existe uma gama de tipos de carro, cada um com suas particularidades. É necessário encontrar aquele que se encaixa nas necessidades suas e da sua rotina. Também precisamos pensar nos custos e cuidados que cada modelo exige.

Tudo isso pode parecer muita informação, mas estamos aqui para lhe ajudar. Por isso, vamos começar pensando exatamente em qual automóvel melhor atende suas exigências.

Modelo hatch

Muito populares no Brasil, eles são uma boa opção para quem está escolhendo o primeiro carro. Os modelos hatch são os mais compactos, onde o bagageiro não se projeta da parte de trás do carro. Invés disso, ele está embutido no corpo da carroceria.

Estão entre os veículos mais populares no país. De acordo com a Exame, os quatro carros mais vendidos no Brasil em 2016 foram o Onix (Chevrolet), o HB20 (Hyundai), o Ka (Ford) e o Prisma (Chevrolet).

Por serem compactos, são carros muito úteis nas cidades. É mais fácil encontrar um espaço para estacioná-los e manejá-los em vias com muita densidade de veículos. Por causa das suas dimensões, nesses carros um motor 1.0 não é insuficiente, sendo capaz de oferecer a potência necessária e garantido a economia de combustível.

A combinação de tamanho pequeno e baixo peso do chassi, contribuem em geral para a dirigibilidade e economia desses modelos. E apesar de seu tamanho compacto, eles possuem traços esportivos no seu design, o que contribui para a sua aerodinâmica e para o valor estético do carro.

Pequenos, econômicos, manejáveis e de baixo custo de aquisição, não é de se surpreender a popularidade do hatch no Brasil, especialmente entre quem busca o primeiro veículo. O que se sacrifica nesses modelos é o espaço de bagageiro, potência nas rodovias e o conforto, em relação a outros tipos de veículos.

O condutor que estiver planejando comprar um veículo hatch deve pensar se transportar múltiplas pessoas ou muita carga faz parte da sua rotina e pesar esses fatores na sua decisão.

O plural dos hatches

Existe também uma divisão que pode ser feita entre o hatch básico e o hatch médio (ou esportivo). Os médios seriam carros com chassis maiores e com motores mais potentes que os 1.0 comumente encontrados nos modelos hatch básicos.

O médio também pode vir com mais adicionais, como computador ou entretenimento de bordo. Alguns exemplos desses modelos são o Punto (Fiat), o 307 (Peugeot) e o Astra (Chevrolet).

Modelo sedã

Seguindo dos hatch, chegamos em outro de grande popularidade no país, o sedã. Os sedãs são caracterizados por três seções no seu chassi: a do motor, a dos passageiros e a do bagageiro. Ao contrário do hatch, o porta-malas do sedã se projeta do chassi, criando um espaço significante para carregar bagagem.

Costumam ser mais espaçosos na seção para passageiros também, o que, em conjunto com o bagageiro, fazem do sedã recomendado para quem planeja dirigir rotineiramente com a família ou com um grupo de pessoas.

Existe uma gama de modelos sedã, que variam de preços acessíveis até modelos sofisticados luxuosos. De forma geral, eles oferecem mais em termos de conforto, segurança e potência em relação aos modelos hatch. Também costumam ter peças mais baratas. Porém, são menos econômicos que modelos mais compactos.

São carros adequados para a estrada, tipicamente com motores 2.0, oferecendo potência e confiabilidade para o motorista que se encontra em uma rodovia. É uma boa recomendação para quem viaja com bastante frequência.

Apesar do seu custo mais alto, a aceitação dos sedãs no Brasil é grande, estando o Corolla (Toyota) entre os cinco carros mais vendidos em 2016 no país.

O plural dos sedãs

Assim como os modelos hatch, os sedãs também podem ser divididos de acordo com sua construção e dimensões. Nesse caso, a divisão se dá entre sedãs compactos, médios e grandes.

Os compactos são desenhados a partir de hatches, geralmente sendo um típico modelo hatch com porta-malas adicionado, e podendo ter um motor mais potente. Exemplos incluem o Fiesta (Ford), o Prisma (Chevrolet) e o Voyage (Volkswagen).

Depois dos compactos, vem os sedãs médios. Esses carros costumam ser mais espaçosos que os compactos e tipicamente são mais potentes. Também são mais bem-acabados e com mais itens de série que os sedãs compactos. Exemplos incluem o Linea (Fiat), o Civic (Honda) e o famoso Corolla (Toyota).

Como os mais imponentes, temos os sedãs grandes. São carros luxuosos, de dimensões largas e compridas, estando entre os carros mais caros de cada fabricante. São potentes, com itens de série e acabamento de alto nível. Oferecem sistemas sofisticados de ponta de linha tecnológica. Apesar do preço, tem grande aceitação no país.

Não só se preocupam em oferecer o melhor da mecânica do carro, mas também o máximo de conforto para seus ocupantes. Muitos desses modelos são importados. Exemplos incluem o Fusion (Ford), o Camry (Toyota), o Azera (Hyundai) e o Classe E (Mercedes-Benz).

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Modelo perua

Continuando no assunto de carros espaçosos e bons para viajar longa distâncias, chegamos nas peruas, que também podem ser chamadas pelo nome inglês station wagon, ou pelo nome de caminhonetas. Em países como os Estados Unidos, as peruas se tornaram sinônimas com a vida familiar, sendo amplamente utilizadas por famílias com crianças, tanto para viagens quanto para uso cotidiano. No Brasil elas também tem uma história significante.

O seu grande diferencial é o seu grande porta-malas, visivelmente espaçoso. Mas não deixe esse ar de família enganar você, cada vez mais as peruas estão chegando no mercado com motores mais potentes, o que estão tornando-as ameaças para sedãs e SUVs já estabelecidos.

O bom desempenho dos modelos mais novos, aliados ao espaço que seu porta-malas oferece e o preço barato das suas peças, transformam as peruas uma classe de carros muito atraente para quem vive um certo estilo de vida.

De forma geral existem em um espectro, existindo no mercado peruas com preços que oscilam de uma forma gritante. Exemplos incluem a Parati (Volkswagen), a Palio Weekend (Fiat) e o Space Fox (Volkswagen).

Modelo utilitário

Maiores e mais imponentes que as peruas, temos os utilitários esportivos, também conhecidos pela sigla inglês SUV (Sport Utility Vehicle). Seu chassi é como o de uma perua, mas mais alto e largo.

Os utilitários, como o nome indica, foram projetados com versatilidade em mente, podendo transitar em qualquer tipo de terreno ou no asfalto. Por isso, unem segurança e potência, e também costumam ser bastante confortáveis, existindo modelos luxuosos.

São carros caros e sua manutenção também pesa no bolso do proprietário. É importante pensar se essa potência e tamanho estão de acordo com o que você necessita de um automóvel.

Alguns são mais destinados ao uso urbano e outros ao uso rural, porém são todos veículo que se impõe no trânsito e exigem motoristas que saibam manejar um carro de grandes dimensões. Exemplos incluem a Pajero (Nissan), a Tracker (Chevrolet) e a EcoSport (Ford).

Modelo picape

primeiro carro dúvida
“Tantos carros para escolher e tudo o que é quero é um para chamar de meu. Mas qual?”

Outros importantes veículos associados com carga pesada são as picapes (também conhecidas como caminhonetes ou pick-ups). Assim como os utilitários, as picapes foram originalmente projetadas para o trabalho pesado. Nesse caso, o transporte de carga.

Porém, com o passar do tempo elas passaram a se integrar ao dia a dia urbano, e respondendo a isso, as montadoras começaram a investir mais no conforto e luxo desses modelos. Algumas são maiores e mais luxuosas (como a Hilux) e outras mais discretas e simples (como a Strada).

Com poderosos motores e amplas carrocerias, elas também são máquinas que se impõe na pista. A estrutura das picapes se constitui de uma cabine com dois ou cinco lugares, e um compartimento aberto para o transporte de carga.

Costumam oferecer mais conforto que os utilitários, mas isso não quer dizer que qualquer motorista recém habilitado possa simplesmente sentar numa e dirigir tranquilamente. Seu tamanho e força exigem um condutor cuidadoso.

São recomendadas para quem gosta de viajar em família ou que precise de um veículo de carga que consegue transitar entre as pistas asfaltadas e as de terra. Exemplos incluem a Hilux (Toyota), a S10 (Chevrolet) e a Strada (Fiat).

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Outros modelos

Embora sejam essas as principais classes de carros, também existem classes que representam modelos não tão comuns no mercado ou no território nacional.

Estas incluem os jipes (similares aos utilitários, mas com maior foco em estradas acidentadas), as minivans (similares às peruas, mas com carrocerias menores), as vans (veículos focados no transporte de pessoas, mas sem se qualificarem como ônibus) e os cupês (similares aos hatches, mas com carrocerias mais clássicas e sofisticadas).

Essas categorias de veículos apresentadas ao longo do texto acima são exatamente isso, categorias. Ou seja, dentro delas existe uma grande variedade de carros, oscilando em potência, conforto, preço, dirigibilidade, etc.

Quando procurar um veículo, use a categoria apenas como uma porta de entrada para conhecer o modelo. O importante mesmo é investigar o carro em si, ler sobre ele e sanar suas dúvidas antes de tomar uma decisão. Um carro é menos uma compra e mais um investimento.

Por isso, levantamos aqui um outro ponto. Muitos motoristas que estão prestes a adquirir os seus primeiros automóveis buscam modelos usados por causa dos seus preços mais baixos. Mas como diz o ditado, o barato pode sair caro. Algumas preocupações não podem faltar quando se estuda comprar um carro usado.

 

O veículo usado

O primeiro passo é se informar. Existe muita informação disponível na internet sobre todo tipo de modelos de carros. Também existem publicações mais tradicionais, como revistas e jornais. De qualquer forma, não abra mão do conhecimento prévio. Conheça o modelo, suas falhas e suas virtudes.

Depois de se informar sobre o modelo, é hora de investigar o carro usado em questão. Observe o carro, tanto o seu exterior quanto o interior. Verifique o manual, lá deve constar se o antigo dono realizou as revisões tal como indicado pelo fabricante. Essa simples informação tem um grande valor simbólico, já que significa com quão cuidado o dono tratou esse automóvel.

 

Investigando o carro

primeiro carro investigando
Cada detalhe precisa ser minuciosamente avaliado antes da compra

Procure na lataria pontos de ferrugem, especialmente em cantos do chassi. Veja se o carro possui equipamentos de emergência como triângulo, macaco, extintor e chave de roda. Investigue vazamentos de óleo e manchas no escapamento.

Preste atenção no motor. Veja se ele está em boas condições de conservação, se o carro demora a ligar ou se produz sons irregulares. Também preste atenção se há insulfilm nos vidros, se o carro é rebaixado ou se existem outras modificações personalizadas. O Brasil tem uma legislação exigente em relação a modificações de veículos.

Outro fator importante são os pneus do carro. Verifique tanto os quatro sendo utilizados quanto o estepe. Pneus carecas, com suas ranhuras já gastas, afetam a aderência e tração do veículo, e também podem rasgar enquanto o carro está em movimento.

 

O histórico do automóvel

Você também pode investigar se o carro já sofreu colisões graves. Faça perguntas ao proprietário, analise a lataria procurando irregularidades, dê pequenas batidas no metal (o som será diferente caso tenha sido utilizada massa plástica por causa de uma batida), e verifique a simetria das portas e da alavanca de câmbio.

O Detran exige que um carro que sofreu danos graves, necessitando reparos no seu monobloco, esteja com essa informação disponível na documentação do veículo.

Para conferir essas e outras características de um carro usado, peça para testar ele antes de compra-lo. Essa volta não lhe dará uma resposta absoluta sobre o carro, já que certos problemas só surgem ao longo do tempo. Mas lhe dará uma noção geral sobre o estado do carro e suas capacidades.

Circule por lugares similares aos que você transita na sua rotina, para ver como o carro funciona nessas situações e como ele se nelas. Faça uso de todas capacidades do carro, para realmente explorar e descobrir o estado do veículo usado.

É importante verificar os papéis legais do carro para não acabar com um abacaxi na mão. Veja se o IPVA está quitado e se todos os documentos de propriedade do carro estão em dia quando eles forem transferidos para você após a compra.

Vale ressaltar que também é recomendado verificar se o carro não é roubado ou adquirido por outros meios ilegais. Visite o site do Detran e confira se a placa do carro é verdadeira e se há dívidas pendentes referentes ao veículo.

 

A questão financeira

primeiro carro finanças
Diga, em voz alta, três vezes em voz alta: “Carro é caro, caro é o carro no Brasil”. Uma mistura de trava-língua com fato real.

Após investigar as qualidades do veículo, está na hora pensar no valor que você vai desembolsar. Procure outros carros do mesmo modelo e em condições similares, comparando os preços entre eles. Não tenha pressa. Existem muitas ferramentas na internet para pesquisar carros, com milhares de veículos de todos modelos, anos, cores e etc.

A informação que há nesses sites pode fazer você economizar grandes quantias. E não tenha medo de olhar vendedores em cidades vizinhas, ou até mesmo em outro estado. Existem variações regionais nos preços dos carros, podendo valer mais a pena para a sua carteira buscar o carro em outro local.

Tome cuidado para não se embolar na parte de pagar pelo carro. Não tente comprar veículos que estão além do seu poder de compra. Você pode acabar tendo que arcar com parcelas que são pesadas demais no seu orçamento.

Esse conselho também vale para o crédito. Não deixe a facilidade de um banco ou de um serviço de empréstimo em lhe vender crédito te enganar. Preste atenção no que você está assinando e nas condições sob as quais estão lhe dando dinheiro.

Existem muitas pessoas e organizações interessadas em sobrecarregar o consumidor com crédito e lucrar com juros abusivos. Reiteramos que você não está apenas comprando algo, mas algo que vem com custos associados, como combustível, manutenção e IPVA. E que em um carro usado a manutenção pode acabar sendo mais necessária do que em um carro zero.

O cuidado com os aspectos mecânicos e legais de um veículo usado devem ser prioridades do futuro comprador. Só assim ele pode conciliar seu desejo em adquirir um carro a um preço mais baixo com a qualidade de um veículo competente.  Com o veículo em mãos, é hora de se preocupar em mantê-lo conservado.

Cuidando do seu primeiro carro

Pode parecer superficial, mas a limpeza do carro afeta o estado mecânico dele. Especialmente após viagens por estradas de terra ou para a praia, em que a areia pode infiltrar qualquer brecha disponível do carro.

A umidade é outra culpada também. Ambos esses elementos aceleram a oxidação de metais, especialmente peças produzidas com alto teor de carbono, como o bloco do motor, pinças e discos de freio.

Outros materiais também devem ser evitados. Não deixe o carro acumular manchas na lataria, especialmente se elas forem causadas por óleos, fezes de pomba ou gasolina. Esses materiais interagem quimicamente com a lataria e podem causar danos permanentes.

Se a pintura do carro não for original então, cuidado redobrado. Muitas pinturas que não são as de fábrica não são cobertas com uma camada de verniz, o que torna a tinta mais vulnerável a agentes externos.

Vale ressaltar que os amassados no chassi também não devem ser descontados. Deixar essas irregularidades se acumularem pode gerar um dano mais grave na lataria do carro, o que vai exigir um reparo mais extenso e, consequentemente, mais caro.

E se você não deve ser desleixado e deixar manchas e amassados acumularem, ser exagerado nos cuidados também pode ser um problema. Polimentos excessivos, limpezas que utilizam solventes químicos e cristalizações podem ter efeitos negativos nos veículos.

Esses processos removem camadas do verniz que já mencionamos acima, o que torna a tinta mais exposta a agentes externos, facilitando oxidações e escamações da tinta.

Os pés e o movimento do carro

Os pneus são pontos importantes para o condutor prestar atenção. É importante calibrá-los de acordo com o recomendado pelo fabricante, não ficando nem abaixo nem acima do valor informado.

Realizar rodízios, trocando o par traseiro pelo dianteiro a cada dez mil quilômetros, também ajuda a prolongar a vida útil dos pneus. Mas não exagere. Quando os pneus estiverem carecas, troque-os. Não invente falcatruas ou tentativas de estender a vida útil deles.

Não é necessário explicar porque o motor é importante. Sendo ele o coração do carro, mantê-lo em boas condições afeta totalmente a experiência de dirigir o carro e a segurança em fazê-lo.

Realizar a troca de óleo periodicamente, dentro dos prazos estabelecidos no manual do carro, utilizar o óleo específico, utilizar gasolina aditivada a cada três meses, e realizar as trocas de marcha de forma adequada, tudo contribui para conservar o seu motor em seu estado ideal.

Podemos passar dias inteiros aqui falando sobre como preservar o seu veículo, especialmente quando se trata de um motorista que não possui muita experiência.

Mas basta dizer que o motorista que conhece o manual do seu carro (mesmo que superficialmente), que segue as regras de trânsito, que mantém seus documentos em dia leva o seu veículo em suas revisões programáticas, está cumprindo o seu dever com o seu carro. Evite os jeitinhos do trânsito, dirija com segurança e não invente atalhos na hora da manutenção.

Escolha corretamente seu veículo e trate-o bem para ele tratá-lo bem.

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Conclusão

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Emoção, paixão, sonho… o carro é tudo isso. Responsabilidade também, diga-se

A conclusão não traz nenhuma grande novidade: pesquisa, pesquisa e pesquisa. Quando você considera que pesquisou o suficiente, dê um intervalo, e recomece a pesquisa.

Uma boa forma de tomar a decisão sobre o primeiro carro é conversando com outros motoristas. Pergunte sobre custos de manutenção, impostos, consumo de combustível…

Um bom conselho que eu posso dar é o seguinte: tire primeiro a carteira de motorista. Assim você já vai conversando com pessoas que provavelmente também estarão na busca do primeiro carro.

Desculpe, a indiscrição, o que é melhor afinal: carro ou moto? Responda nos comentários, pois estou pensando em escrever um post sobre este tema.

Se você precisa de ajuda para recorrer sua multa – Por favor, clique neste LINK.

Grande abraço e até lá.

 

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