Carro Autônomo: Como Funciona o Carro Sem Motorista do Google?

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Você já viu o carro do Google, aquele que faz imagens para o aplicativo Street View?

Ele representa a nossa proximidade do futuro.

A empresa, que é uma da gigantes mundiais da tecnologia, não cansa de nos surpreender.

E é exatamente isso que acontece ao nos depararmos com o carro da Google que anda sozinho.

Isso mesmo: sem motorista!

Mas como isso é possível?

Para entender melhor, é preciso primeiro descobrir o que são carros autônomos.

Neste artigo, queremos tirar todas as suas dúvidas e abordar várias curiosidades sobre o assunto.

Afinal, o futuro está cada vez mais presente. Dá até para imaginar como será.

Que tal entrar no seu veículo e, em vez de dirigir até o trabalho ou pegar a estrada, poder assistir TV, dar uma olhada no seu celular, fazer uma maquiagem ou até mesmo tirar um cochilo?

O veículo do Google nos permite sonhar com tudo isso.

Será que estamos entrando na era dos carros sem motorista?

Nesse artigo, vamos contar um pouquinho mais sobre o carro do Google e outros veículos que estão sendo fabricados por algumas montadoras, cuja principal função é dirigir sozinho.

A ideia do carro autônomo é que o passageiro consiga realizar outras atividades enquanto se desloca de um lugar para o outro.

Mas não é apenas conforto, como também segurança. Afinal, o modelo poderia reduzir os acidentes de trânsito.

Isso sem falar na maior possibilidade de pessoas com deficiências (visuais ou motoras) utilizarem o veículo sem precisar da ajuda de terceiros.

Segundo a Chrysler, parceira do Google em seu novo carro autônomo, esse projeto tem o potencial de prevenir boa parte de 1,2 milhão de mortes que ocorrem todos os anos nas estradas, sendo 94% destas causadas por erro humano.

Então, quer conhecer mais sobre essa tecnologia? Siga a leitura!

 

Carros do Google

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Você sabe como funcionam os diversos carros do Google?

O carro do Google nada mais é do que um veículo 100% autônomo, que dirige sozinho, sem a intervenção de um motorista.

O carro não possui volante, nem acelerador e muito menos freio.

O primeiro protótipo do automóvel era bem compacto, com espaço para apenas dois passageiros.

Hoje, devido à parceria com a Chrysler, firmada em 2016, o veículo mais se parece com uma minivan (Chrysler Pacifica).

Essa foi a primeira vez que a gigante de tecnologia recebeu esse nível de contribuição de uma fabricante de automóveis.

Desde o segundo semestre do ano passado, cerca de 100 veículos começaram a ser produzidos para incorporar o sistema de direção sem condutor e, então, formar o carro do Google autodirigido.

O ponto principal desse projeto é, sem dúvida, a questão da segurança.

De acordo com o ex-diretor da empresa, Chris Urmson, o carro do Google pode ser um importante artifício para o sistema de mobilidade urbana e também para a segurança de milhares de pessoas que são vítimas de acidentes de carro todos os anos.

Algumas empresas, como o caso do Google, já testaram carros totalmente autônomos pelas ruas dos Estados Unidos.

No entanto, é sempre necessário cumprir as exigências do país, que libera os testes, desde que tenha um motorista de prontidão, em caso de emergência, e também que possua velocidade limitada.

 

História e Invenção do Carro do Google

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Os carros do Google começaram a andar fora do Vale do Silício em 2015

Desde os anos 70, começaram a surgir sistemas que funcionam sem a ação do motorista, como é o caso do piloto automático, que mantém a velocidade determinada pelo condutor do veículo.

Depois disso, vieram os carros que dirigem sozinhos em baixa velocidade, porém era necessário que o motorista estivesse com a mão no volante.

Em 2008, o Google começou as pesquisas para desenvolver carros autônomos, após Sebastian Thron, um dos seus engenheiros, apresentar a ideia aos executivos da empresa.

O Google aplicou sua tecnologia autônoma, em 2009, em um carro Toyota Prius, a fim de testar o sistema.

Já em 2012, ele adaptou um Lexus RX 450 h. Os dois veículos, juntos, chegaram a percorrer mais de 400 mil quilômetros sem acidentes.

O projeto do carro do Google começou bem antes de outros fabricantes considerarem essa tecnologia.

Mas foi somente em 2014 que um representante da empresa divulgou que já havia um protótipo e, em dezembro do mesmo ano, foi apresentado o primeiro modelo finalizado.

Foi em julho de 2015 que o Google colocou, pela primeira vez, os carros para andar fora da do Vale do Silício, na Califórnia, onde fica a sede da gigante da tecnologia.

O novo local de testes selecionado foi Austin, no estado norte-americano do Texas.

O grupo americano Alphabet, dono do Google, anunciou em abril de 2017 o início dos testes em passageiros reais.

De acordo com John Krafcik, CEO da Waymo, empresa do grupo, o objetivo é que a maior quantidade possível de pessoas experimente a tecnologia, com diferentes perfis e necessidades de transporte.

 

Como Funciona o Carro do Google Sem Motorista

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Entenda como esse mecanismo funciona

Você deve estar se perguntando como faz para andar num carro desses, não é mesmo? Então, vamos lá!

O funcionamento do carro do Google parece ser bem mais simples do que o convencional.

O passageiro entra no veículo, aperta um botão e fala para onde quer ir.

Feito isso, o carro começa a andar sozinho e é possível acompanhar o trajeto por uma tela no painel do veículo.

Mas se o carro não possui pedal de aceleração e freio, muito menos volante, como isso tudo é controlado?

Pois bem, o automóvel possui um computador que recebe os dados de sensores capazes de detectar objetos em todas as direções a uma distância de mais de dois campos de futebol.

Caso o passageiro note algo estranho, existe um botão para parar o veículo.

Os sensores utilizados neste projeto são chamados de LIDAR (Light Detection and Ranging) e ficam no topo do veículo.

É o mesmo sensor utilizado em alguns radares de velocidade.

A função desses aparelhos é detectar a luz e formar um tipo de mapa 3D com um raio de 60 metros de todo o ambiente ao seu redor.

Outros quatro sensores também estão distribuídos na parte dianteira e traseira do carro do Google, a fim de medir a sua distância em relação a obstáculos.

Além disso, o carro do Google possui dois sistemas de freio e dois de aceleração.

Caso um deles falhe, o outro começa a funcionar.

 

O Que São Carros Autônomos – 2017

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O que até há algum tempo soava mais como ficção científica, hoje já pode ser considerada uma possibilidade concreta

A ideia de andar em um carro que não necessite da intervenção do motorista está cada dia mais próxima da nossa realidade.

Sendo assim, já é possível nos depararmos não apenas com o carro do Google, mas também com outros veículos autodirigidos.

Eles são de montadoras tradicionais, como Ford, Mercedes, GM, Volvo e FCA, além da Tesla, que têm investido fortemente no desenvolvimento de automóveis autônomos.

Devido à legislação, os carros autônomos que já circulam pelos Estados Unidos precisam ter sempre um condutor “a postos”, para eventuais intervenções.

É isso que vemos no carro do Google, do Uber e também no modelo elétrico da Tesla, capazes de dirigir sem a ajuda de um condutor.

Em outubro de 2016, a Tesla anunciou que todos os seus carros, a partir de então, seriam produzidos com sistema 100% autônomo.

No entanto, ele não ficará ativado, servindo apenas para o recolhimento de informações das vias para que os veículos “entendam” sobre o trânsito.

Desde o ano passado, o Uber vem oferecendo serviço de carros sem motorista em Pittsburgh, no estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos.

Todas as viagens são monitoradas por um engenheiro sentado no banco do condutor, pronto para assumir a direção, caso ocorra algum problema.

Em abril deste ano, a Apple recebeu autorização para testar veículos autônomos na Califórnia.

Tim Cook, presidente executivo da empresa, anunciou que ela está focada em tecnologia para carros autodirigidos.

Recentemente, a Ford e a Domino’s firmaram uma parceria para testar os carros autônomos em entregas de pizza nos EUA.

Nesse primeiro momento, o motorista vai dentro do carro, porém a ideia é que funcione como se o veículo dirigisse sozinho.

Mas vamos ao que interessa.

Quem será que vai lançar de fato o primeiro carro autônomo?

Podemos apostar em Google, Tesla, Uber ou Apple?

Na verdade, de acordo com o relatório da consultoria Navigant Research, quem tem mais chances de colocar o produto no mercado é a Ford, seguida da General Motors e Renault-Nissan.

Segundo o presidente executivo da Ford, Mark Fields, a empresa está dedicada em colocar os veículos autônomos nas ruas não apenas para quem pode comprar carros de luxo, mas com um preço acessível para atingir milhões de pessoas.

A ideia da montadora é usar os automóveis, daqui a dois anos, para transportar funcionários dentro da sua sede, em Dearborn e, então, começar a produção em série desses veículos em 2021.

No Brasil, apesar de já existirem muitos projetos de carros que conseguem dirigir sozinhos, sem a necessidade de um motorista, os avanços ainda são tímidos.

Para que essa realidade avance no país, será necessário um investimento na melhoria das condições das pistas e na padronização da sinalização de estradas e ruas, que vai além de placas indicativas e faixas pintadas no asfalto.

 

Carros Autônomos no Brasil

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Saiba como a tecnologia de carros autônomos evolui no Brasil

Aqui no Brasil existem diversas pesquisas na área de veículos autônomos, semelhantes ao carro do Google.

Vamos conhecer algumas delas?

Carro autônomo desenvolvido na UFMG

Em 2009, alunos e professores da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) expuseram o carro autônomo criado pelo Grupo de Pesquisa em Desenvolvimento de Veículos Autônomos (GPDA), na Bienal do Automóvel, em Belo Horizonte.

O carro anda apenas por comandos de computador, mas é necessário que o motorista insira a rota desejada pelo GPS.

Segundo o professor Guilherme Augusto da Silva, coordenador do projeto, todos os softwares que conduzem o carro foram desenvolvidos pela UFMG, além da adaptação física do automóvel.

A câmera instalada na parte superior do carro, por exemplo, é capaz de detectar buracos, lombadas e outras adversidades na pista.

Veículo autônomo UNIFEI

A Universidade Federal de Itajubá iniciou em 2008, em parceria com a Universidade da Califórnia, o desenvolvimento de um veículo autônomo inteligente, como o carro do Google, que dispensa a presença do condutor.

Inicialmente o estudo tinha como objetivo automatizar o processo de transportes de produtos em ambientes industriais.

O processo de carregar e descarregar o carro é feito por um robô elétrico, que é o único passageiro do veículo.

Além disso, sensores e câmeras foram instalados para que o automóvel tenha uma visão computacional e um laptop serve para o processamento de todos os dados e definição da navegação.

O diferencial fica por conta da navegação de pequeno alcance, que permite identificar obstáculos e encontrar estratégias para evitar colisões e buscar rotas alternativas.

Carro Robótico Inteligente para Navegação Autônoma (Carina)

Esse é um projeto que visa o desenvolvimento de um veículo autônomo inteligente, capaz de trafegar em ambientes urbanos sem a ajuda de um motorista, já está em sua segunda edição, o Carina 2.

Vem sendo desenvolvido pelo Laboratório de Robótica Móvel, da Universidade de São Paulo em São Carlos/SP.

Ele é um Fiat Palio Adventure Dualogic, que possui o controle computacional de aceleração, freio e esterçamento.

O software é baseado no sistema operacional Linux Ubuntu e na plataforma ROS.

Em 2013 o carro realizou alguns testes pelas ruas de São Carlos, onde percorreu algumas das principais avenidas da cidade.

Atualmente, o Carina 2 conta com um sensor LIDAR, uma câmera estéreo, um GPS e um IMU Xsens MTi.

Há ainda outros conjuntos de radares e câmeras em testes, que serão adicionados em breve ao automóvel.

Caminhão autônomo

O Laboratório de Robótica Móvel da USP São Carlos também desenvolveu em parceria com a Scania o primeiro caminhão autônomo da América Latina.

A detecção de obstáculos é feita através de dados obtidos por um radar e uma câmera.

Algumas modificações eletrônicas e mecânicas foram realizadas para que o caminhão fosse controlado por um computador.

Sistema Embarcado de Navegação Autônoma (SENA)

O projeto é desenvolvido pelo Laboratório de Mecatrônica do Departamento de Engenharia Mecânica da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC-USP).

O objetivo é a criar um veículo de passeio capaz de evitar acidentes, ampliar a capacidade cognitiva do condutor e, em casos extremos, movimentar o veículo de forma autônoma em ambientes urbanos.

O grupo é formado por alunos e orientado por professores das EESC e conta com a parceria de algumas instituições.

Entre elas:

  • Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP São Carlos

  • Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP São Carlos

  • Autonomous System Lab – ETHZ, de Zurique, Suíça.

Intelligent Autonomous Robotic Automobile (Iara)

Desenvolvido por pesquisadores do Laboratório de Computação de Alto Desempenho (Lcad) da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), o Iara foi o primeiro veículo autônomo brasileiro a trafegar em vias urbanas e rodovias sem a intervenção de um motorista, em maio de 2017.

Segundo o professor Alberto Ferreira de Souza, coordenador do projeto, cujas pesquisas se iniciaram em 2009, o trajeto de 74 quilômetros percorrido pelo carro representou uma conquista histórica.

Ainda de acordo com Ferreira, foi necessária a interferência do motorista quando o veículo se deparou com semáforos no modo amarelo piscante, após a meia noite, pois o carro não estava programado para essa situação.

Futuro dos Carros Autônomos

Algumas montadoras como BMW, Honda, Nissan e Toyota acreditam que 2020 será o ano mágico em que os carros 100% autônomos deverão chegar às lojas.

Porém, fica difícil acreditar nessa informação diante das inúmeras mudanças que ainda precisam ser feitas nas ruas e na legislação.

De acordo com a consultoria Ernst & Young, esse tipo de automóvel só terá uma presença relevante nas cidades no ano de 2025, quando representará 4% do total de veículos vendidos no mundo.

Porém, seu avanço deve ser rápido e as vendas podem chegar a 75% do total até 2035.

Os automóveis como o carro do Google também devem mudar a relação das pessoas com esse bem.

A geração da internet, jovens nascidos entre 1980 e 1990, espera que os carros proporcionem experiências similares às dos aplicativos e aparelhos eletrônicos.

De acordo com o líder global da Deloitte para o setor automotivo, Joe Vitale, essas pessoas podem pagar pelo uso, mas não estão dispostas a gastar uma fortuna para ter um automóvel com custo elevado de manutenção.

Um estudo também da consultoria Deloitte ouviu 19 mil pessoas em seis países do mundo, inclusive no Brasil.

Entre as conclusões, essa geração deseja ter o carro próprio, mas também está disposta a abrir mão desse sonho para ter mais praticidade e menos gastos.

Segundo o vice-presidente de Pesquisa e Engenharia da Ford, Ken Washington, a marca não acredita que será possível vender um modelo 100% autônomo antes de 2026.

Ele ainda reforça que a meta de 2021 é para carros que poderão acelerar, frear, estacionar, fazer curvas e trocar de faixa, mas ainda assim com a supervisão de um condutor habilitado.

São muitas as vantagens do carro que dirige sozinho: maior segurança, com a redução de acidentes; menos gastos, devido ao menor consumo e maior conservação; aumento da produtividade no trânsito e a comodidade dentro do veículo.

Por outro lado, a venda do carro 100% autônomo poderá acabar com a paixão de muitos homens e mulheres pela direção.

 

7 Curiosidades Sobre Carros Autônomos Como os do Google

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Confira 7 curiosidades interessantes sobre os carros autônomos
  1. Até o final de 2016, o Google possuía uma média de 60 veículos autônomos em fase de teste e mais de 1,8 milhão de milhas (quase três milhões de quilômetros) percorridas sem a ajuda de um motorista.

  2. Após a saída de Chris Urmson do Google, em 2016, quem está tocando o projeto de carros autônomos é Shaun Stewart, cujo desafio é ajudar a comercializar a tecnologia que já vem sendo desenvolvida há mais de oito anos.

  3. De acordo com documentos enviados ao Departamento de Veículos Motorizados da Califórnia, o carro do Google autônomo precisou sair do modo automático 341 vezes, com a ajuda do motorista. Dentre elas, 272 vezes por falha do veículo, 69 realizadas por iniciativa do próprio condutor e em 13 oportunidades o desligamento ocorreu para evitar acidentes.

  4. O Google, que tinha começado as pesquisas na frente de outras empresas, acabou perdendo essa vantagem, devido ao amplo escopo de ambições, cujo objetivo é revolucionar o transporte com autonomia total. Sendo assim, outras empresas que visam um serviço mais prático e menos ousado já estão fabricando carros autônomos bons, como o caso da Ford, Mercedes-Benz, Tesla, Daimler e Volvo.

  5. O primeiro caso de acidente envolvendo o carro do Google ocorreu em fevereiro de 2016, na cidade de Mountain View, na Califórnia. O veículo colidiu com um ônibus, pois o computador entendeu que o coletivo estava reduzindo a velocidade para deixá-lo passar. Não houve feridos.

  6. A Alphabet e o Uber travam uma briga na justiça. Um funcionário do Uber é acusado de roubar informações sigilosas do carro do Google. O Uber nega as acusações.

  7. Os carros 100% autônomos, de acordo com um estudo recente, podem chegar a movimentar US$ 7 trilhões (mais de 22 trilhões de reais) até 2050.

 

Conclusão

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Apesar de estar em fases de testes, carros autônomos já fazem parte do futuro automotivo

O carro do Google que não precisa de motorista e dirige sozinho continua em fase de testes.

Apesar do grande número de montadoras que também possuem projetos de carros autônomos, o do Google é considerado um dos mais completos e avançados.

Além da parceria com a Chrysler, a Alphabet, controladora do Google, anunciou em setembro deste ano uma colaboração da Intel Corp no desenvolvimento da plataforma de computador, permitindo que os veículos processem informações em tempo real.

Os carros autodirigidos conseguem tomar decisões de qual rota seguir, quando mudar a marcha e trocar ou não de faixa através da combinação de interpretações das informações “lidas” por sensores, câmeras e radares.

Nos Estados Unidos, acredita-se que em no máximo três anos já será possível ver um ou outro automóvel dirigindo sem a intervenção do motorista.

O governo federal, inclusive, já começou a publicar regras para a circulação desses carros.

O maior obstáculo para colocar nas ruas um carro 100% autônomo, sem volante e sem pedais, não é a forma como serão usados os sensores e as câmeras.

O desafio está na existência de uma rede 5G que conecte o veículo com mapas e sistemas de trânsito.

Além disso, é preciso haver padronização das sinalizações e criação de leis adaptadas para essa realidade.

Enquanto tudo isso não estiver resolvido, será impossível comprar um carro do Google ou de outra montadora que não necessite do apoio do condutor.

Até lá, continuamos comprando carros da forma como já conhecemos ou parcialmente autônomos.

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