Relé queimado: como saber?

Componentes elétricos como os relés são cruciais para o adequado funcionamento dos sistemas do seu veículo.

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No entanto, como qualquer outro componente elétrico, os relés podem falhar ao longo do tempo, deixando sistemas importantes, como a bomba de combustível e os limpadores de para-brisa, inoperantes.

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Vamos explorar detalhadamente o que é um relé automotivo, como ele opera e como identificar sinais de falha.

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O relé automotivo é um dispositivo eletromecânico que funciona como um interruptor, controlando o fluxo de corrente elétrica de baixa para alta intensidade em um circuito.

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Ele é composto por uma bobina, um núcleo magnético, contatos móveis e contatos fixos. Quando a corrente percorre a bobina, um campo magnético é gerado, atraindo os contatos móveis e conectando-os aos contatos fixos, permitindo assim o fluxo de corrente mais intenso para controlar dispositivos como faróis, ventiladores do radiador e motor de partida.

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Os relés automotivos são categorizados em diversas variações, como relés auxiliares, relés normalmente abertos (NA), relés normalmente fechados (NF), relés reversores e relés duplos normalmente abertos.

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Existem também os relés eletrônicos, como os relés pisca e os temporizadores, que oferecem funcionalidades específicas para o controle intermitente e a temporização de sistemas elétricos do veículo.

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Em contraste com os fusíveis, que cortam o fluxo de corrente em caso de sobrecarga, os relés atuam como interruptores controlados eletricamente, permitindo que dispositivos de baixa corrente controlem dispositivos de alta corrente de forma segura.

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Ambos são componentes essenciais para garantir o funcionamento adequado e a segurança dos sistemas elétricos do veículo.

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Para testar um relé automotivo, é recomendável consultar um profissional qualificado, que poderá utilizar ferramentas como um multímetro digital e uma fonte de tensão para verificar a continuidade, a resistência e o funcionamento adequado do componente.

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Uma inspeção visual detalhada também pode revelar sinais de danos físicos ou superaquecimento, indicando a necessidade de substituição do relé.

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Compreender o funcionamento e a importância dos relés automotivos é essencial para manter a funcionalidade e a segurança dos sistemas elétricos do seu veículo.

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Relé automotivo: o que é

Um relé automotivo é um dispositivo eletromecânico que funciona como um interruptor em um circuito elétrico. Ele desempenha a função de controlar o fluxo de corrente elétrica de baixa para alta intensidade, utilizando uma bobina como principal componente.

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Além da bobina, o relé automotivo é composto por um núcleo magnético, contatos móveis e contatos fixos. Quando a corrente percorre a bobina, um campo magnético é gerado, o que atrai os contatos móveis e os conecta aos contatos fixos.

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Essa ação possibilita que uma corrente mais intensa circule pelo circuito, permitindo o controle de dispositivos como faróis, ventiladores do radiador, motor de partida e outros sistemas elétricos do veículo.

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Essencialmente, o relé automotivo é utilizado para evitar sobrecargas na fiação de baixa corrente e para controlar com segurança equipamentos que demandam alta corrente.

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Como funciona o relé automotivo

O funcionamento do relé automotivo assemelha-se ao de um interruptor controlado eletricamente, pois sua principal função é regular o fluxo de corrente elétrica de baixa para alta intensidade nos circuitos do veículo.

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Quando a corrente elétrica passa pela bobina do relé, ela induz a formação de um campo magnético que aciona os contatos, permitindo assim que a corrente flua para o circuito controlado pelo relé.

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No momento em que a corrente na bobina é interrompida, o campo magnético desaparece e os contatos se separam, interrompendo o fluxo de corrente elétrica.

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É importante notar que muitos dispositivos do veículo, como sensores de estacionamento, luzes internas e o painel multimídia, estão conectados aos relés. Portanto, se houver algum mau funcionamento desses componentes, pode indicar uma possível falha no relé.

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Tipos de relés

Existem diferentes tipos de relés automotivos, divididos em várias categorias:

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  1. Relés Auxiliares: Esses relés têm diversas variações que auxiliam no funcionamento de componentes como a bomba de combustível, sistemas de vidros e travas elétricas, além das luzes baixas e altas.
  2. Relé Normalmente Aberto (NA): Utilizado para conectar dispositivos, os contatos deste relé permanecem abertos quando não há corrente passando pela bobina. Quando a corrente é aplicada à bobina, os contatos se fecham, permitindo o fluxo de corrente.
  3. Relé Normalmente Fechado (NF): Este modelo é usado para desligar dispositivos. Os contatos deste tipo de relé permanecem fechados quando não há corrente na bobina. Quando a corrente é aplicada à bobina, os contatos se abrem, interrompendo o fluxo de corrente.
  4. Relé Reversor: Capaz de inverter a polaridade do circuito quando ativado, alterando a direção do fluxo de corrente. Nesse caso, o relé ativa um dispositivo enquanto desativa outro simultaneamente.
  5. Relé Duplo Normalmente Aberto: Possui dois conjuntos de contatos normalmente abertos que podem ser acionados independentemente, permitindo o controle de dois circuitos separados.
  6. Relés Eletrônicos: Conhecidos por sua integração em circuitos eletrônicos, esses relés são divididos em duas categorias principais:
    • Relés Pisca: Utilizados para controlar o piscar das setas e o pisca-alerta do veículo, interrompendo e restabelecendo o circuito elétrico em um padrão intermitente.
    • Relés Temporizadores: Permitem a ativação ou desativação de um circuito após um intervalo de tempo predefinido, como temporizadores para sistemas de iluminação.
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A diferença entre fusíveis e relés reside em suas funções e mecanismos de operação

  • Fusíveis: São dispositivos de proteção que interrompem o fluxo de corrente elétrica em um circuito quando há uma sobrecarga ou um curto-circuito. Eles são projetados para queimar ou fundir quando a corrente excede um nível seguro, protegendo assim os componentes elétricos e prevenindo danos ou incêndios. Após serem queimados, os fusíveis precisam ser substituídos.
  • Relés: Por outro lado, os relés são interruptores controlados eletricamente que abrem ou fecham um circuito de alta corrente usando um circuito de baixa corrente. Eles permitem que um dispositivo de baixa corrente controle outro de alta corrente de forma segura e eficiente. Os relés são essenciais para proteger circuitos menores e para possibilitar o controle de equipamentos elétricos mais potentes.
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Ambos os componentes, fusíveis e relés, desempenham papéis fundamentais na segurança e no funcionamento adequado dos sistemas elétricos do veículo.

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Como testar o relé

Para testar um relé automotivo, é recomendável levar o veículo a uma oficina especializada, onde um profissional utilizará um multímetro digital e uma fonte de tensão.

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Antes de iniciar o procedimento, o técnico desligará o carro e removerá a chave da ignição para evitar acidentes. É importante estar ciente de que os capacitores podem reter carga mesmo após a energia ser desligada.

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Uma inspeção visual no relé pode ser realizada, especialmente se ele possuir uma parte transparente que permite visualizar o interior. Algumas versões têm uma luz indicadora de funcionamento, e se essa luz estiver apagada mesmo com energia nos terminais, pode indicar danos no componente.

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Para testar um relé eletromecânico, o técnico configurará o multímetro para testar continuidade ou resistência. O dispositivo verificará a resistência entre os terminais de controle e carga para garantir a adequação quando o relé estiver ativado e desativado. Em seguida, uma tensão será aplicada aos terminais da bobina para verificar se os contatos internos se fecham corretamente enquanto o relé estiver energizado.

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No caso de um relé de estado sólido, o profissional usará um ohmímetro. O teste deve ser realizado com o componente desenergizado. Se o relé estiver com defeito, o visor do equipamento mostrará 0 ou OL. Se estiver funcionando corretamente, a leitura será em torno de 0.7 ohms.

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Se o relé não estiver funcionando adequadamente em ambos os testes, é necessário substituir o componente para garantir o funcionamento contínuo dos sistemas elétricos do veículo.

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Como saber se o relé está queimado

Para determinar se o relé do carro está queimado, é recomendável utilizar um multímetro.

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Portanto, leve seu veículo até a oficina mecânica mais próxima e solicite a um profissional uma inspeção detalhada no componente.

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Além disso, você pode realizar uma breve inspeção visual no relé, verificando se ele está excessivamente quente ao toque, deformado ou emitindo cheiro de queimado.

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Para mais informações sobre relés automotivos, confira as perguntas frequentes abaixo:

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Qual é a tensão do relé? A tensão do relé corresponde à voltagem aplicada à sua bobina. Nos relés automotivos, a tensão nominal é de 12V para carros e motocicletas, e de 24V para ônibus e caminhões.

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É normal o relé do carro esquentar? Sim, é comum que o relé do carro aqueça um pouco, especialmente quando a bobina do componente é ativada, gerando um campo magnético e dissipando calor. No entanto, se o relé estiver muito quente, pode indicar um defeito. Se notar superaquecimento no relé ou mau funcionamento de componentes como faróis e setas, é importante levá-lo a uma oficina especializada para verificação e possível substituição.

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Qual é a função do terminal 30 e 87 do relé auxiliar? O terminal 30 do relé auxiliar está associado à entrada de corrente da fonte de alimentação elétrica fornecida ao relé, como a bateria do veículo. Já o terminal 87 está ligado à saída de corrente para acionamento de componentes elétricos.

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Como saber se o relé da bomba de combustível queimou? Se o relé da bomba de combustível estiver queimado, o motor pode não ligar ou dar partida e depois desligar imediatamente. Se observar esses sintomas, é recomendável testar o relé da bomba de combustível para verificar seu funcionamento adequado, podendo utilizar um multímetro ou uma lâmpada de teste em uma oficina mecânica.

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