Multa por excesso de velocidade acima de 50%: Como recorrer

Se o motorista for flagrado dirigindo a uma velocidade superior a 50% do limite permitido, pode ser multado com o valor de R$ 880,41.

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Além disso, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê a suspensão do direito de dirigir para quem cometer esse tipo de infração.

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Você também viu que o período de aplicação da penalidade varia entre dois e oito meses, prazos em que o condutor poderá ficar sem dirigir caso exceda a velocidade acima de 50% em relação ao limite.

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Você sabe quais são as penalidades previstas para o motorista que é multado por excesso de velocidade? Sabe como deve proceder para não perder a CNH?

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Conhece o limite de velocidade previsto pelo CTB (Código de Trânsito Brasileiro)?

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Saberia dizer como o motorista deve agir para se manter dentro do limite permitido enquanto dirige em vias públicas?

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Neste artigo, falarei sobre as multas por excesso de velocidade previstas no CTB e sobre outras penalidades que essas infrações podem gerar.

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Além disso, explicarei como o Código de Trânsito trata dos limites de velocidade em locais não sinalizados, trazendo, também, informações sobre os medidores de velocidade.

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Você já ouviu falar em “tolerância do radar de velocidade”? Explicarei a você de onde surgiu essa expressão e do que se trata a “tolerância” – que, na prática, não existe.

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O assunto está em discussão em um Projeto de Lei (PL) que busca implementar um percentual de tolerância. Falarei sobre ele em uma das seções deste artigo.

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Ainda, tratarei da aplicação das multas de velocidade e darei algumas dicas sobre como não ser multado por ultrapassar a velocidade permitida.

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Afinal, infração por excesso de velocidade pode gerar uma suspensão do direito de dirigir. Você sabia disso?

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Se você ficou curioso para saber as respostas e aprender mais sobre o excesso de velocidade, acompanhe o artigo até o final.

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Você ficará por dentro dos principais assuntos que envolvem o excesso de velocidade e a perda da CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

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Boa leitura!

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https://www.youtube.com/watch?v=lqH-qFIAVnU&t=1s

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Multa por Excesso de Velocidade Prevista pelo CTB

Conforme previsto pelo CTB (Código de Trânsito Brasileiro), o motorista que dirigir veículo automotor, em vias públicas, com velocidade superior a 50% do limite permitido, estará cometendo uma infração de trânsito de natureza gravíssima.

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É o art. 218 do CTB que prevê as penalidades para infrações de trânsito de natureza gravíssima, grave e média.

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Veja essa relação abaixo:

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  • quando a velocidade for superior à máxima em até 20%, a infração é de natureza média, com multa como penalidade;
  • quando a velocidade for superior à máxima em mais de 20% até 50%, a infração é de natureza grave, com multa como penalidade;
  • quando a velocidade for superior à máxima em mais de 50%, a infração é de natureza gravíssima. Nesse caso, a multa é multiplicada 3 vezes e o condutor tem a suspensão imediata do direito de dirigir.
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Como você viu acima, uma das penalidades previstas para condutores que ultrapassam 50% do limite permitido por lei é multa pecuniária multiplicada por três.

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Isso quer dizer que o infrator terá de pagar o valor de R$ 293,47 X 3 = R$ 880,41.

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Para você entender melhor os valores das multas de trânsito e o número de pontos computados para cada infração, dependendo da gravidade de cada uma delas, veja a tabela abaixo:

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Esse aumento se dá pela aplicação do fator multiplicador, o qual poderá assumir os valores 2, 3, 5, 10, 20, e 60, dependendo da gravidade da infração.

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Na tabela acima, você pode ver os valores que uma multa por infração gravíssima atinge.

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Além de multa pecuniária, o art. 218 do CTB também prevê outra penalidade para motoristas que andam com velocidade acima de 50% do permitido.

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Essa penalidade nada mais é do que a suspensão do direito de dirigir e a apreensão da CNH.

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De acordo com o parágrafo 1º do art. 261 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a suspensão por infração autossuspensiva dura de dois a oito meses.

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Portanto, o condutor que for pego dirigindo com velocidade acima de 50% em relação à máxima permitida poderá ficar sem dirigir por um período dentro dessas determinações.

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Além disso, cometendo a mesma infração nos 12 meses seguintes, o prazo de suspensão sobe.

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Na primeira ocorrência, o prazo é de 2 a 8 meses. Já para reincidentes, esse prazo aumenta, podendo ser de 8 a 18 meses.

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E, para que possa voltar a dirigir, além de aguardar o término desse período, é obrigatório que o motorista realize um curso de reciclagem para condutores infratores e seja aprovado.

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Para ser aprovado no curso, o candidato precisa acertar 70% das questões, ou seja, de 30 questões, é necessário acertar 21.

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É claro que você não gostaria de passar por todo esse transtorno e encarar um processo de reabilitação, não é mesmo?

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No entanto, a preocupação maior do condutor deve ser sempre com a segurança no trânsito, já que, quanto maior o excesso de velocidade em que o veículo transitar, maiores as chances de acontecer um acidente.

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Por isso, evitar dirigir com velocidade acima de 50% do que é permitido, além de ser uma conduta que evita desperdício de tempo e dinheiro do condutor, ainda indica uma preocupação com a própria segurança e a das demais pessoas que compõem o sistema de trânsito.

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Assim, há motivos para o estabelecimento de uma velocidade máxima.

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Ela determina até quanto é possível trafegar sem prejuízos à dirigibilidade e à segurança na via em questão.

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Então, mesmo que você não se importe de pagar multa por excesso de velocidade e de ficar pelo menos dois meses sem dirigir, precisa entender que, ao infringir as leis de trânsito, você está colocando a sua vida e a de outras pessoas em perigo.

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Conheça, na próxima seção, outras classificações de excesso de velocidade e as respectivas penalidades.

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Pontuação e Valor da Multa por excesso de Velocidade Acima de 20%

Você já viu os aspectos gerais das infrações de velocidade e que tipos de penalidades elas podem gerar.

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A particularidade dessa infração é que há três categorias, de acordo com o quanto acima do limite estava o veículo.

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Agora, falarei com mais detalhes sobre os 3 casos que caracterizam infração por excesso de velocidade, de acordo com o que é indicado no Código de Trânsito.

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Veja, abaixo, o que cada uma delas pode acarretar para você, enquanto condutor, e para a sua carteira.

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Pontuação e valor da multa por excesso de velocidade acima de 20%

O primeiro caso previsto na legislação como infração de trânsito por excesso de velocidade é o que gera as penalidades mais brandas.

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Essa infração consiste em trafegar em velocidade até 20% além do limite permitido para a via.

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Descrita no inciso I do art. 218, essa infração é de natureza média. Portanto, sua multa custa R$ 130,16.

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Além disso, ocorrerá a adição de 4 pontos na carteira de habilitação.

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Pontuação e valor da multa por excesso de velocidade acima de 20% até 50%

A segunda categoria de multa por excesso de velocidade está descrita no inciso II do artigo 218.

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De acordo com esse dispositivo, trafegar na via em velocidade entre 20 e 50% acima do limite é uma infração grave.

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Para esse tipo de infração de trânsito, o condutor recebe uma multa de R$ 195,23 e mais 5 pontos na CNH.

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Embora a multa já tenha um valor mais alto e o condutor seja penalizado com 1 ponto a mais na CNH do que no caso anterior, essa ainda não é a pior situação de excesso de velocidade.

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A seguir, conheça a multa por excesso de velocidade que pode suspender a sua carteira.

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Pontuação e valor da multa por excesso de velocidade 50% acima do limite da via

Agora, chegamos à multa mais grave por excesso de velocidade.

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Se você dirigir em uma via em velocidade acima de 50% em relação ao limite permitido, estará cometendo uma infração gravíssima.

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O inciso III do art. 218 define que, nesse caso, o condutor recebe outras penalidades, além da multa.

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As penalidades para quem infringir a lei e conduzir a mais de 50% acima do limite de velocidade são:

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  • multa com fator multiplicador por 3, resultando em um valor de R$ 880,41;
  • apreensão do documento de habilitação – ocorrerá se houver abordagem no momento de registro da infração;
  • suspensão do direito de dirigir do condutor.
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No próximo tópico, veja como você pode recorrer de uma multa por excesso de velocidade.

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Como Recorrer de Multa por Excesso de Velocidade?

Recorrer de multa é um direito seu enquanto cidadão e usuário de trânsito.

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O recurso faz parte do direito à ampla defesa e ao contraditório, presente na nossa Constituição Federal (art. 5º, inciso LV).

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A lógica é que a participação da defesa legitima o processo.

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Ou seja, o processo só é justo porque você terá a oportunidade de apresentar suas razões.

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No entanto, existem muitos equívocos na aplicação de multas de trânsito.

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Por exemplo, uma notificação de multa pode apresentar erros no preenchimento de dados do veículo ou do proprietário do veículo.

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Sendo assim, qualquer descumprimento da lei por parte das autoridades pode ser contestado.

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E, se os seus argumentos forem aceitos, a multa poderá ser cancelada.

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Por isso, não deixe de recorrer!

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Agora, vou mostrar a você que é possível conseguir o cancelamento de multas de trânsito entrando com recurso de multa.

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Veja o exemplo abaixo:

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No exemplo, é possível ver que um recurso enviado por um condutor a fim de contestar penalidades que lhe foram aplicadas pode, sim, ser aprovado pelas autoridades responsáveis pela avaliação de defesas.

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Na sequência, esclarecerei uma dúvida que acomete muitos motoristas: afinal, o radar de velocidade tem tolerância? Entenda.

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Velocidade Medida x Velocidade Considerada: Radar Tem Tolerância?

Você já se perguntou se a velocidade apontada pelo velocímetro do carro é igual à medida pelo radar?

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Saiba, portanto, que nem sempre é a mesma.

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Isso porque, assim como o velocímetro pode ter alterações na medição, os radares de velocidade também possuem uma margem de erro.

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A medição da velocidade realizada por esses aparelhos de fiscalização não será sempre exata, podendo apontar velocidades mais altas ou mais baixas do que a praticada pelo condutor.

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Muitas pessoas acreditam, porém, que essa diferença entre as velocidades é uma tolerância que o órgão de trânsito utiliza antes de aplicar a multa.

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No entanto. fique atento: não existe tolerância em radar de velocidade. Trata-se apenas de uma margem de erro atribuída ao equipamento.

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Por esse motivo, a Resolução 396/2011 – e retificada em 16/01/2012 –, do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), determinou uma tabela de equivalência entre a velocidade medida (determinada pelo radar) e a velocidade considerada (que será levada em conta para a aplicação ou não de multa).

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Essa margem de erro tem como base o que é determinado pela legislação metrológica.

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Para que o aparelho fique dentro dessa margem, ele deve passar por verificações anuais do Inmetro ou de outra entidade delegada.

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Confira a tabela completa com as velocidades consideradas:

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No entanto, você sabia que isso pode mudar? Explicarei a você que mudança é essa na próxima seção.

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Projeto de Lei Quer Implementar Tolerância de 10% a Infrações de Excesso de Velocidade

O Projeto de Lei nº 3665, de 2015, de autoria do Deputado Vinicius Carvalho (PRB/SP), busca implementar uma tolerância para infrações de excesso de velocidade.

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Em novembro do ano passado (2018), ele foi aprovado pela Comissão de Viação e Transportes (CVT).

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Em seguida, foi encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC).

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O objetivo do projeto é que as infrações por excesso de velocidade somente sejam aplicadas em caso de o condutor exceder o limite em mais de 10%, descontada a margem de erro do aparelho.

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Ou seja, em uma via cujo limite de velocidade é 80 km/h, a multa, em teoria, somente poderia ser aplicada se o medidor apontasse que ele estava a 95 km/h.

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Isso porque, com os 10%, a velocidade passaria a ser 88 km/h. No entanto, há uma margem de erro de aproximadamente 7 km/h.

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Assim, uma medição de 95 km/h, reduzida a margem de erro, indicaria a velocidade 10% acima do limite estabelecido para a via – 88 km/h.

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O autor do PL alega, na justificativa do Projeto, que “(...) a atual sistemática não é justa, quando a velocidade ultrapassada é ínfima.” [sic]

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Ele indica, ainda, que se o condutor ultrapassar a velocidade em menos de 10% – que seria a tolerância –, fica a cargo da autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via adverti-lo sobre o ocorrido.

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Recentemente, em outubro de 2019, o projeto teve sua redação final aprovada pela CCJC.  No mês seguinte (novembro de 2019), ele foi encaminhado ao Senado Federal para sua apreciação, situação em que se encontra até o momento.

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Na próxima seção, falo sobre como essas multas são aplicadas.

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Quer saber quais são os procedimentos adotados? Siga a leitura!

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Você Sabe Como a Multa de Velocidade é Aplicada?

Se considerarmos as três categorias, a multa por velocidade superior a 50% em relação ao limite permitido é a menos aplicada no Brasil, sendo a mais aplicada a motivada pelo excesso de velocidade acima de 20% em relação ao limite.

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No entanto, seja qual for a categoria, a conduta poderá ser registrada por um aparelho medidor de velocidade, o radar.

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Aliás, os radares fixos são os que mais registram infrações de trânsito.

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Eles não necessitam de nenhum agente humano para serem operados e trabalham 24 horas por dia.

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Assim, quando um veículo passa por um radar mais rapidamente do que o permitido, o aparelho tira uma foto na qual é possível identificar o número da placa do veículo.

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Então, é enviada uma notificação de autuação para o endereço do proprietário.

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A partir daí, ele pode indicar o verdadeiro infrator (caso não tenha sido ele quem estava dirigindo na hora da infração), solicitar a conversão da multa em advertência por escrito (em casos de infrações médias ou leves) ou apresentar a defesa prévia.

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Se a defesa prévia não for aceita, a penalidade é aplicada pelo órgão autuador, mas o motorista poderá recorrer da decisão.

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O recurso em primeira instância será julgado por uma Junta Administrativa de Recursos de Infrações (JARI) do órgão autuador.

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Havendo nova recusa, é possível recorrer em segunda instância .

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Se o recurso for negado novamente, o motorista terá de, enfim, cumprir com a penalidade.

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E, no caso de velocidade superior a  50% do limite permitido, se a penalidade for aplicada pelo Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN), será instaurado processo único para aplicação das penalidades de multa e de suspensão do direito de dirigir.

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Em outros casos, ou seja, quando a multa for aplicada por outro órgão, será aberto um processo administrativo à parte, específico para os casos de suspensão.

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Agora que você sabe quais as consequências que o condutor pode ter pelo cometimento de infrações por excesso de velocidade, e como as multas são aplicadas, é hora de entender qual é a melhor forma de evitar esse incômodo.

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Como você pode imaginar, basta trafegar nos limites de velocidade indicados pela via, certo? Mas se fosse tão simples, não teríamos tantos condutores autuados por excesso de velocidade.

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Quer conhecer, então, na prática, meios que ajudem você a evitar essa penalidade? Acompanhe as próximas seções.

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Como se Manter Dentro do Limite de Velocidade?

A sinalização indicando o limite de velocidade deve existir em todas as rodovias.

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Quando ela não existir, lembre-se do que diz o CTB no art. 61, § 1º: se não houver sinalização, o limite de velocidade em vias urbanas de trânsito rápido é 80 km/h.

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Nas vias arteriais, o limite é 60 km/h, nas coletoras, 40 km/h, e nas vias locais, 30 km/h.

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Tratando-se de vias rurais, esses limites são diferentes. Em pista dupla, o limite é 110 km/h para automóveis, motocicletas e camionetas, e 90 km/h para demais veículos.

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Se a pista for simples, os limites serão 100 km/h e 90 km/h para os veículos citados acima, respectivamente.

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Em estradas rurais, o limite para todos é 60 km/h.

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Os órgãos responsáveis pelas vias têm autoridade para determinar velocidades máximas para elas.

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Quando isso acontece, deve haver avisos aos motoristas. Sendo assim, fique atento à sinalização.

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Há alguns locais, por exemplo, em que os limites de velocidade diferem de acordo com a categoria do veículo.

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As mudanças nos limites de velocidade são bem comuns e podem acabar confundindo muitos motoristas.

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Um exemplo são as rodovias em que o limite para automóveis e motocicletas é 110 km/h, mas para veículos pesados – como caminhões e ônibus – é menor, de 90 km/h.

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Um caso de modificação ocorreu São Paulo capital. Em 2015, houve uma redução de velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros. O objetivo era reduzir acidentes e congestionamentos.

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No entanto, isso demandou mais atenção dos motoristas, principalmente daqueles que já estavam acostumados a trafegar por essas marginais, para evitar multas por excesso de velocidade.

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Em 2017, essa velocidade foi aumentada de novo, indicando a necessidade de atenção redobrada, novamente, por parte dos motoristas.

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Mesmo quando o limite está claro, é preciso ter bastante atenção, principalmente em rodovias que permitem transitar por longos trechos sem precisar parar ou reduzir a velocidade.

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Nesses casos, em que se dirige por um período de tempo maior, a probabilidade de o motorista se distrair e pisar um pouco mais no acelerador também é maior.

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No entanto, deve haver cuidado, pois essa ação poderá ter consequências bastante sérias.

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Ao pisar um pouco mais forte no acelerador, a velocidade do veículo pode facilmente ultrapassar a máxima permitida.

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Também, nos trechos das vias em que o limite máximo de velocidade permitido é baixo, como o de 40 km/h, por exemplo, apenas um toque no pedal pode fazer você cometer uma infração gravíssima.

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Assim, uma dica é procurar entender melhor o seu veículo.

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Desse modo, você irá saber identificar a melhor posição do acelerador para trafegar na velocidade adequada e segura para cada trecho da via.

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Procure a marcha certa!

Você precisa estar atento à marcha que está utilizando.

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Já parou para prestar atenção no som que o motor do seu veículo faz ao pisar no acelerador?

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O som produzido pelo motor do veículo ao trocar de marcha é um indicativo de estar dirigindo na marcha certa ou não.

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Para você ter um melhor controle sobre o seu veículo nas vias, é necessário conhecer o sistema de troca de marchas e possuir conhecimentos básicos sobre o funcionamento do motor do veículo.

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Isso certamente irá proporcionar a você muito mais segurança ao dirigir.

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Estando na marcha correta, é possível evitar excessos de velocidade, porque a sensibilidade do pedal muda de acordo com a marcha escolhida.

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Quanto mais baixa a marcha, mais alto é o número de rotações no motor, e isso significa mais sensibilidade nos pedais.

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Por outro lado, quanto mais alta for a marcha, menor será a reação do veículo ao apertar no acelerador, já que o número de giros do motor será menor.

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DICA: o uso da marcha adequada para cada trecho da via também resulta na redução de combustível!

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Modernidade e potência ajudam?

Cada vez mais os carros automáticos vêm se tornando uma realidade no Brasil.

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Por um lado, isso é bastante vantajoso, já que, não sendo necessário se preocupar com a embreagem e com a troca de marchas, o motorista pode se concentrar em outros detalhes importantes, como, por exemplo, os demais veículos, os pedestres e as placas de sinalização.

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Além disso, o carro não irá “morrer” e nem andar para trás na hora de arrancar em ladeiras, o que facilita muito a vida do condutor e é muito mais seguro.

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Por outro lado, pode acontecer de o motorista perder a noção da velocidade em que está trafegando, pois não precisa fazer a evolução das marchas para andar mais rápido.

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O perigo aumenta ainda mais ao dirigir veículos mais potentes e estáveis, pois eles atingem altas velocidades com um número baixo de rotações e, assim, qualquer falta de atenção pode impedir que o condutor perceba.

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É comum que o veículo, nesse caso, trafegue com velocidade bem acima do limite permitido sem que o condutor se dê conta, pois o motor é silencioso e o carro não treme.

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Por isso, é fundamental estar de olho no velocímetro em vez de confiar apenas na sensação da direção.

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Tecnologia a seu favor: limitadores de velocidade

Se, por um lado, a tecnologia pode, como ressaltamos acima, fazer com que o motorista facilmente exceda o limite de velocidade e, por isso, seja multado, por outro, ela também pode servir de auxílio.

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Por exemplo, os veículos que possuem recursos eletrônicos que ajudam o motorista a trafegar oferecem muito mais segurança ao trânsito.

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Essas funcionalidades presentes nos carros modernos, por exemplo, evitam que você saia da sua pista, emitem alerta se você dormir ao volante e ajustam a velocidade em que você deve dirigir.

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Isso graças à ação de um limitador de velocidade presente nesses carros.

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Com ele, o veículo não irá ultrapassar a velocidade programada, o que ajudará a evitar muitas multas de trânsito.

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Outra vantagem é o “piloto automático” instalado nos veículos com essa tecnologia.

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Com o piloto automático, os veículos podem ajustar a sua velocidade conforme a necessidade.

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Conclusão

Neste artigo, você aprendeu mais sobre o excesso de velocidade, o que o Código de Trânsito prevê sobre para esse tipo de infração e que há 3 multas diferentes que podem ser aplicadas, de acordo com o percentual de excesso de velocidade em que o veículo trafega.

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Você viu que, se o motorista for flagrado dirigindo a uma velocidade superior a 50% do limite permitido, pode ser multado com o valor de R$ 880,41.

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Além disso, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê a suspensão do direito de dirigir para quem cometer esse tipo de infração.

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Você também viu que o período de aplicação da penalidade varia entre dois e oito meses, prazos em que o condutor poderá ficar sem dirigir caso exceda a velocidade acima de 50% em relação ao limite.

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E, se houver reincidência nos 12 meses após o cometimento da infração, a suspensão do direito de dirigir ficará entre 8 e 18 meses.

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Ainda, expliquei a você que não existe tolerância em radar de velocidade.

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Além disso, você conferiu dicas de como dirigir dentro da velocidade permitida para o local, recordou os limites de velocidade estabelecidos pelo CTB e conheceu os passos para recorrer de multas de trânsito por excesso de velocidade.

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Referências:

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  1. www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503.htm
  2. https://infraestrutura.gov.br/images/Resolucoes/RESOLUCAO_CONTRAN_396_11.pdf
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